Trabalho remoto ganha destaque na China e EUA como solução eficiente

Apesar de viverem realidades completamente diferentes, formato tem se mostrado bastante útil para empresas e funcionários de ambos os países

Apesar de já conhecido, o trabalho remoto (também conhecido como home office) vem ganhando nova importância em países como China e EUA por resolverem de forma práticas dificuldades enfrentadas por ambas as nações. Mesmo em cenários bem distintos, vem chamando a atenção o uso bem-sucedido da mesma metodologia nas duas nações.

No caso do país asiático, não é preciso pensar muito para entender a razão que está impulsionando empresas e funcionários a adotar essa prática antes bem rara: o motivo atende pelo nome de COVID-19, a variação da corona vírus existente na região, que já causou mais de 1,8 mil mortes.

Com a mobilidade restrita muitas organizações estão testando pela primeira vez o formato remoto, o que vem proporcionando uma mudança significativa no cenário digital do país. De acordo com a consultoria App Annie, o número de download de aplicativos corporativos para iPhone mais do que dobrou nas primeiras semanas de fevereiro.

Um exemplo é o DingTalk, app de videoconferência e gerenciamento do Alibaba. Até 25 de janeiro, o software aparecia na lista de 250 principais apps para iPhone, de acordo com informações da consultoria. Mas o número de downloads catapultou ao longo de fevereiro e o produto surgiu como o mais baixado na China dentre todas as categorias.

O download do comunicador Slack e plataforma de videoconferência Zoom, ambos disponíveis na China, aumentou entre um quinto um terço quando comparado com o volume em condições normais.

Comodidade corporativa

Mudando o lado do globo e chegando nos Estados Unidos, o uso do home office tem se mostrado eficiente por duas razões: auxiliar no recrutamento e contentar os atuais funcionários.

Com a já conhecida falta de talentos dentro do mercado de tecnologia, o incentivo ao trabalho remoto tem se mostrado um grande diferencial competitivo, pois permite adquirir a mão de obra necessária sem causar um impacto muito grande na vida dos funcionários — especialmente quan a do uma possível mudança envolveria ir para a região do Vale do Silício, conhecida por seus preços muito acima do considerado razoável até mesmo para os padrões estadunienses.

Enquanto essa prática ainda é mais comum na construção de times pequenos, já existem empresas tentando escalar esse formato para divisões inteiras.

A startup de pagamentos Stripe, por exemplo, afirma que ao menos um quinto do seu time de engenharia é composto por pessoas que trabalham remotamente. Para deixar todos os empregados alinhados,
a companhia criou um guia sobre boas práticas para quando se vai
trabalhar em qualquer lugar que não seja o escritório.

Claro que o formato não é preferência entre todos os funcionários, mas essas situações abrem margem para que aqueles que desejam experimentar o trabalho remoto tenham a chance de fazê-lo.

Fonte Financial Times

Sobre Ramires, F. A. Borja

Proficiência em Regras de Negócios e Tecnologia da Informação
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