41% dos varejistas de São Paulo têm estoques altos.

BR&M Tecnologia, ERPOs estoques dos varejistas da região metropolitana de São Paulo nunca estiveram tão altos, segundo indicador divulgado pela FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

Em abril, o nível de adequação dos estoques desses empresários alcançou o menor patamar desde junho de 2011, quando a Federação passou a apurar o nível de estoques, ficando em 85,6 pontos – 13,7% menor que o registrado em abril do ano passado.

O Índice de Estoques (IE) capta a percepção dos comerciantes sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, e varia de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos cem pontos é o limite entre inadequação e adequação.

Segundo a Federação, a queda do indicador se deve à elevação da proporção de empresários que afirmaram estar com os estoques acima da adequada, que subiu de 37,2% em março para 41,6% em abril.

A parcela de empresários com estoque abaixo do adequado se manteve praticamente estável em abril, ficando em 15,4% ante os 15,3% registrados em março. A maioria dos varejistas (57%) afirmou que seus estoques estão inadequados em abril – somando os que estão com estoques abaixo e acima do ideal.

Já a proporção de empresários que afirmaram possuir estoques adequados alcançou 42,7% em abril, contra 47,2% em março.

Segundo a Federação, “não é esperada uma retomada do crescimento para este ano. Os empresários estão ainda mais cientes da gravidade e da duração dessa crise, que atinge o consumo e prejudica o mercado de trabalho em razão do aumento do desemprego, cenário que pode se acentuar ao longo dos meses”.

Entretanto, segundo a Federação, a postura conservadora do varejo não está conseguindo acompanhar a queda das vendas, o que explica os estoques elevados e aumenta a preocupação em relação à sustentabilidade do setor, já que, com renda, emprego e confiança em queda, somando-se a inflação, os altos juros e a redução do volume de empréstimos, a crise do setor tende a se agravar no curto prazo.

Por NoVarejo

Sobre Ramires, F. A. Borja

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