O que aconteceu quando troquei meu Smartphone por uma Agenda

Compromissos mais fáceis de memorizar e um registro de seu passado são apenas algumas das mudanças que o papel e a caneta podem trazer para sua vida.

Japão e China podem até ser considerados países avançados tecnologicamente, mas o fato é que o costume de anotar compromissos e tarefas num papel é uma tradição de longa data no continente asiático. Por lá, inclusive, há evidências de que a venda de agendas entre os millennials aumentaram bastante nos últimos anos.

A tendência também conquistou os mais jovens do lado ocidental do planeta. Alguns deles são tão adeptos a nova moda que publicam vídeos na internet para mostrar ao mundo todo como eles organizam suas próprias agendas.

Michael Grothaus, em artigo publicado na Fast Company, diz que até seus colegas de trabalho se tornaram devotos do papel. A editora e escritora Michelle Lewis, por exemplo, afirmou ter se inspirado em seu avô, que sempre carregava um pequeno diário consigo, para começar a anotar seus compromissos e afazeres. “Quando meu avô morreu, encontramos dezenas de agendas em sua gaveta. A partir daí, resolvi adotar seu método e comecei a escrever sobre minhas responsabilidades diárias”, contou ela a Grothaus.

Anjali Khosla, editora da versão online da Fast Company, também aderiu à moda do papel. “Voltei às agendas depois de um ano fazendo tudo digitalmente. Não sou completamente analógica agora, ainda organizo meus compromissos pelo Google Calendar, mas também faço anotações no meu caderninho”, disse. “Prefiro o papel por diversas razões. Ele me permite focar no presente e planejar meus dias com maior determinação. Sinto prazer quando risco (literalmente) um item da minha lista de afazeres”, completou.

Depois de ouvir o quanto as pessoas que trocaram seus smartphones por agendas amam o método, Grothaus decidiu abandonar a tecnologia por duas semanas. O jornalista parou de usar o calendário, as notas e lembretes de seu iPhone e seu computador e os trocou por uma agenda semanal de US$.

Confira o que ele achou da experiência:

“É mais fácil planejar e lembrar de compromissos”

Para organizar e planejar sua vida, Grothaus geralmente utilizava três aplicativos: lembretes, notas e calendário. Para ele, todos funcionavam muito bem e facilitavam a tarefa de reforçar datas e horários importantes e adicionar outras informações a esses compromissos. “A princípio, pensei que a caneta e o papel seriam uma forma muito inferior para planejar coisas. Afinal, minha agenda não pode me avisar quando faltarem 30 minutos para a minha próxima reunião”, contou.

O que ele percebeu, no entanto, é que depois de alguns dias usando o papel, não precisava mais das notificações do celular. O ato físico de folhear a agenda para checar o que deveria fazer na próxima semana teve um efeito positivo em sua memória, e facilitou a tarefa de lembrar a sequência e os horários dos eventos que estavam por vir.

Esse efeito é mais natural do que Grothaus imaginava. Segundo relatório publicado pela revista Scientific American, além de tratar as letras como objetos, o cérebro humano também pode perceber um texto em sua totalidade, como se fosse uma paisagem física. Quando lemos, construímos uma representação mental daquele texto, cujo significado está atrelado à sua estrutura. A natureza exata dessas representações ainda não é clara, mas elas provavelmente são muito semelhantes aos mapas que criamos em nossas cabeças dos lugares que visitamos e frequentamos.

“Fiz anotações mais detalhadas”

Outra mudança percebida pelo jornalista é o fato de ele ter começado a fazer anotações muito mais detalhadas em sua agenda do que fazia nos aplicativos do Smartphone. “Eu não tinha a intenção de fazer isso, mas uma vez que comecei a escrever uma nota para me lembrar de uma reunião, tive mais ideias relevantes sobre aquele compromisso”, explicou Grothaus.

Essa consequência também tem uma explicação científica. Segundo Maud Purcell, psicoterapeuta e especialista em diários, a maioria de seus pacientes sabe intuitivamente que escrever seus pensamentos em uma agenda é muito mais eficaz do que fazê-lo no computador. “Há uma pesquisa para comprovar isso”, disse. “Escrever estimula uma área do cérebro chamada de RAS [sigla em inglês para ‘Sistema de Ativação Reticular’], que filtra e torna mais clara a informação que estamos focados em transmitir”.

“Foi difícil lembrar de levar minha agenda comigo”

Nem tudo são flores, afinal. “Certificar que meu celular estava no bolso é natural, intuitivo, mas foi muito difícil me acostumar ao fato de que minhas anotações agora estavam separadas daquele aparelho”, explicou Grothaus.

E não é sua única reclamação: “frequentemente tenho algumas ideias para histórias que quero escrever ou penso em algum tópico importante para a próxima reunião enquanto estou andando na rua. Com o Smartphone, era muito mais fácil tomar nota disto e, às vezes, não precisava nem olhar para a tela para fazê-lo – era só ditar o que queria escrever e a Siri se encarregava do resto”, conta. “Com a agenda, eu tinha que parar, achar uma caneta e fazer as anotações no meio de uma calçada movimentada. Foi chato”.

“É uma lembrança de seu passado”

Fazer anotações nos aplicativos do celular é uma experiência muito efêmera. Normalmente, quando finalizamos uma reunião ou cumprimos uma tarefa, simplesmente apagamos aquele lembrete de nossos smartphones. Em um dispositivo digital, essa parece ser a forma mais “limpa” de manter nossos compromissos organizados.

O papel, no entanto, pode guardar aquele registro por muito tempo. “Mesmo que eu tenha riscado algumas coisas das minhas listas de afazeres, achei legal poder olhar para as minhas atividades da última semana”, afirmou o jornalista. “É aí que a caneta e o papel se tornam diferentes dos aplicativos. Eles deixam de ser apenas uma prévia de seu futuro e passar a ser, ainda, um registro de seu passado. E é renovador poder ver quantas metas cumprimos naqueles dias”, finalizou.

Fonte: ÉPOCA Negócios

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O desafio da tomada de decisão descentralizada.

O dilema das empresas atualmente é dar liberdade para que os departamentos usem e compartilhem dados para desenvolver os negócios, mas que estejam de acordo com os processos de governança, para que não fiquem fora da área de influência e de contexto.

”Líderes de TI e de analytics não devem cair na armadilha de tentar equilibrar exigências opostas, ou de escolher entre elas. Em ambos os casos, perderão, independentemente da escolha que fizerem ou do equilíbrio que obtiverem. Ao invés disso, eles devem procurar maneiras de abordar ambos os lados do problema por meio de um processo de síntese”, afirmou Frank Buytendijk, vice-presidente e analista do Gartner, na Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que começou nesta terça-feira, 23, em São Paulo.

“Modelos organizacionais devem ser centralizados e descentralizados. A equipe unificada de BI precisa empoderar as equipes locais para que elas possam analisar dados sozinhas. Como resultado, os líderes de TI e de analytics devem abraçar o conceito de TI bimodal”, afirma João Tapadinhas, diretor de pesquisas do Gartner.

Ele explica que o BI tradicional não consegue atender as áreas de negócios, que buscam por si usar outras ferramentas, e em grande maioria dos casos o Excel. Diz que ”a TI deve ser bimodal, que propõe a prática de gerenciar dois modelos separados e coerentes de TI, um deles focado na estabilidade e o outro na agilidade”.

Empoderamento descentralizado

Tapadinhas explica que os executivos de tecnologia estão se esforçando para encontrar o equilíbrio correto entre modelos organizacionais centralizados e descentralizados. No modelo tradicionalmente, o trabalho é feito por uma única equipe de BI, com o armazenamento de dados empresariais responsáveis por toda a integração de informações, e relatórios da organização criados para garantir uma “única versão da verdade”. No entanto, diz ele, esta consistência também pode criar um gargalo. As áreas de negócios agora exigem um “empoderamento descentralizado”, em que indivíduos e grupos de trabalho possam integrar, analisar e relatar seus próprios dados. ”O desafio passa a ser uma questão de como permitir uma BI descentralizada, mas sem sacrificar a consistência e a integridade das informações”.

BI vive desafio da tomada de decisão descentralizada, aponta Gartner

O dilema das empresas atualmente é dar liberdade para que os departamentos usem e compartilhem dados para desenvolver os negócios, mas que estejam de acordo com os processos de governança, para que não fiquem fora da área de influência e de contexto.

”Líderes de TI e de analytics não devem cair na armadilha de tentar equilibrar exigências opostas, ou de escolher entre elas. Em ambos os casos, perderão, independentemente da escolha que fizerem ou do equilíbrio que obtiverem. Ao invés disso, eles devem procurar maneiras de abordar ambos os lados do problema por meio de um processo de síntese”, afirmou Frank Buytendijk, vice-presidente e analista do Gartner, na Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que começou nesta terça-feira, 23, em São Paulo.

“Modelos organizacionais devem ser centralizados e descentralizados. A equipe unificada de BI precisa empoderar as equipes locais para que elas possam analisar dados sozinhas. Como resultado, os líderes de TI e de analytics devem abraçar o conceito de TI bimodal”, afirma João Tapadinhas, diretor de pesquisas do Gartner.

Ele explica que o BI tradicional não consegue atender as áreas de negócios, que buscam por si usar outras ferramentas, e em grande maioria dos casos o Excel. Diz que ”a TI deve ser bimodal, que propõe a prática de gerenciar dois modelos separados e coerentes de TI, um deles focado na estabilidade e o outro na agilidade”.

Para o Gartner, o uso pelos departamentos de novas tecnologias geram resultados arriscados, mas também oferecem oportunidades imensas. A BI tradicional é concebida tendo em vista a certeza. Ao mesmo tempo, existe a ameaça de que o desempenho comercial e o retorno em iniciativas de BI se reduzam lentamente, se não houver inovação pois as decisões de negócios exigem respostas em real time.

“Não há dúvidas de que decisões importantes devam ser tomadas, mas uma maneira de manter as opções em aberto é dividir os compromissos ao longo do tempo. Em relação à BI, não é necessário começar pensando em arquitetura, escolhas de ferramentas empresariais e estratégias tecnológicas. Em vez disso, é melhor iniciar usando as ferramentas de dados já disponíveis”, afirma Donald Feinberg, vice-presidente e analista do Gartner.

Fonte: TI inside

 

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O que é a Curva ABC e como ela pode salvar seu negócio

Saber quais são os produtos mais estratégicos para a empresa, e conhecer a demanda exata de produção, armazenagem e distribuição de tais itens, é fundamental para a gestão comprometida com bons resultados. Mais do que isso: a diferença entre ter ou não ter conhecimento destes fatores pode ser crescimento ou estagnação e até mesmo retração, seja qual for o ramo de atuação.

Apesar da importância do tema, ainda há muitos empresários que tentam montar seus estoques com base apenas no feeling. Isto é um erro, que pode resultar em produtos encalhados e prejuízo – frutos que organização nenhuma quer colher.

Para sanar esta demanda tão crítica, a Curva ABC é uma das respostas. A técnica permite analisar e categorizar os produtos vendidos em uma loja por ordem de importância, mostrando aos gestores qual o nível de atenção a ser dado para cada categoria ou item, de acordo com fatores como vendas, faturamento, margem de lucro e até espaço ocupado.

O que é a curva ABC

Trata-se de um método de categorização de estoque voltado a tornar claro o ranking de importância e criticidade de produtos dentro do escopo de uma empresa.

Há várias maneiras de fazer essa conta. É possível, por exemplo, organizar a lista por preço de custo (o que vai evidenciar os artigos de maior valor do estoque) ou por valor de venda (que vai indicar o que traz mais receita para o negócio).

Depois de fazer este rankeamento e cálculo básicos, será, então, possível colocar outras variáveis, que vão ajudar a entender melhor o mix de produtos, custos e margem envolvidos por item.

Como fazer

Para concluir uma Curva ABC de forma realmente útil, primeiro é preciso listar todos os produtos da empresa, indicando o valor unitário, a quantidade vendida e o valor total por artigo – este último dado, obtido a partir da multiplicação da quantia de itens pelo valor unitário de cada um.

O período analisado pode ser a última semana, o último mês, trimestre ou ano, de acordo com o que fizer mais sentido na estratégia e planejamento da companhia.

A partir disso, o segundo passo é calcular qual é a participação percentual de cada um dos artigos nos resultados comerciais, dividindo o valor total por produto pelo total de vendas da loja.

Após, será a hora de organizar uma planilha pelo valor total por produto. Em seguida, somar os percentuais de cada um ao total acumulado anterior. Isto feito, será possível saber qual a porcentagem acumulada.

Com estes dados em mãos, a empresa poderá classificar cada produto em uma categoria:

Produtos A: responsáveis por até 80% das vendas;

Produtos B: responsáveis por até 15% das vendas;

Produtos C: responsáveis por até 5% das vendas.

Como este dado me auxilia?

Além de permitir melhorar o mix de produtos das organizações, a análise da Curva ABC evita erros comuns, como um estoque com poucas unidades dos produtos mais vendidos e abarrotado com os itens que vendem pouco.

Os produtos A são os mais procurados, por isso nunca podem faltar. Assim, o ideal é monitorar constantemente como está a saída destes e planejar a reposição com bastante antecedência, reservando a verba necessária para isso.

Além de trazerem receita, em geral eles são chamarizes que trazem clientes até sua loja. Por isso precisam de atenção redobrada. Não tenha dúvida: se o produto que você mais vende faltar, isso certamente vai atrapalhar as suas vendas no mês.

E o que fazer com os produtos do segmento B e C? Se eles são menos importantes, devo tirá-los do meu mix?

Não necessariamente. Os produtos B e C aumentam a estabilidade do negócio e engordam o tíquete médio do cliente.

Exemplos

Para facilitar, vamos a um exemplo. Vamos supor que você tem uma drogaria, e a fralda é um produto A para a sua loja, já que vende muito. Para aproveitar melhor o cliente que o procura para adquirir este item, você pode oferecer outros artigos de menor saída, ou seja, componentes dos grupos B e C – neste caso, chupetas, mordedores e esterilizadores de mamadeira.

São itens de uma mesma família, que interessam ao mesmo público, mas que, se não estiverem estrategicamente dispostos no ponto de venda, poderão não atrair a atenção desejada, resultando em menos vendas.

Outro exemplo: no caso de um fabricante de utensílios de cozinha cujo carro-chefe sejam as panelas, é claro que elas têm de ser as estrelas do PDV, mas, sem dúvida, terão de estar por perto também facas, garfos, facas, acessórios para cozinhar, entre tantos outros que aguçarão o desejo de compra dos interessados no item principal.

Afinal, a ideia é oferecer a solução mais completa para atender às necessidades do cliente.

Surpresa!

Ao fazerem a análise de Curva ABC, é muito provável que os empresários e empreendedores notem que precisam mudar bastante seu mix de produtos. E isso é bom! Só assim conseguirão remanejar a estratégia e o controle para aproveitar melhor o potencial de seus clientes, de seus pontos e de suas forças de vendas.

Muitas vezes, poderá ser uma surpresa ver que o produto que parecia ser a menina dos olhos é, na verdade, um vilão para os resultados de negócio.

O próximo passo? Começar a trabalhar melhor o mix de produtos. E, para tanto, contar com a tecnologia de gestão e análise de dados, que é grande aliada na organização da Curva ABC, bem como de outras estratégias focadas em gestão de estoque e vendas. Depois, é colher os resultados – que, acredite, serão satisfatórios.

Fonte: COMPUTERWORLD

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5 dicas para não se estressar com apps corporativos

Aplicativos de colaboração aproximam equipes distantes, mas podem minar a produtividade. Reunimos dicas para trabalhar de forma mais saudável

Aplicativos de e-mail, vídeo e mensagens, como o Slack e o Microsoft Teams, possibilitam a colaboração fácil com colegas de trabalho, independentemente do fuso horário (ou país) em que eles estejam. E o acesso às versões móveis dos mesmos aplicativos significa que os colegas podem responder rapidamente a uma DM, acompanhar uma conversa em grupo ou fazer uma edição rápida para arquivar praticamente a qualquer momento.

Mas com essa facilidade de uso, surge um problema: os trabalhadores podem ficar sobrecarregados com uma enxurrada de notificações de colegas antes do início da jornada de trabalho, durante e após o término. E isso não é bom para a produtividade ou os níveis de estresse dos trabalhadores distraídos.

Uma pesquisa da UC Irvine mostrou que pode levar mais de 20 minutos para voltar a estar-se imerso em uma tarefa após uma interrupção, enquanto outro estudo afirma que a multitarefa pode reduzir a produtividade em 40%. O aumento da carga de trabalho colaborativo pode até levar ao Burnout – algo que a Organização Mundial da Saúde reconheceu recentemente como um fenômeno ocupacional – com a natureza sempre ativa das comunicações modernas como um fator contribuinte, segundo a pesquisa da Harvard Business Review.

O analista do Gartner Craig Roth observou em posts recentes que a sobrecarga de informações é um problema complicado com muita culpa, sejam gerentes com expectativas inflacionadas, TI corporativa que implanta ferramentas sobrepostas ou fornecedores que criam aplicativos tão hábeis em agarrar nossa atenção.

Mas existem medidas que os usuários podem adotar para, pelo menos, para reduzir o barulho colaborativo, silenciar colegas que clamam e realmente fazer algum trabalho. Essas cinco dicas devem ajudar.

1. Use o modo “Não perturbe” dos aplicativos

A maneira mais fácil de reduzir ruídos indesejados é atingir o equivalente colaborativo de um botão de soneca e definir temporariamente os aplicativos para “silenciosos”. A maioria dos aplicativos possui uma função não perturbe que pode ser ativada quando um usuário precisa se concentrar em terminar a tarefa em particular.

“Às vezes, é importante saber quando desligar o ruído e me permitir concentrar 100% da minha atenção na tarefa em questão”, diz Marissa Salazar, gerente de marketing de produto do Microsoft Teams.

Para alcançar um foco real, é importante dedicar tempo à sua agenda diária – e até encontrar um lugar tranquilo para realizar o trabalho.

“Bloqueie intervalos de uma a duas horas no seu calendário para um trabalho ininterrupto, para que você possa se concentrar totalmente e alcançar seu pico de criatividade e produtividade”, diz Paul Gentile, diretor sênior de marketing de produtos da empresa de software de colaboração LogMeIn. “Para evitar distrações, opte por um espaço silencioso como uma sala de reuniões privada e desative todas as notificações de bate-papo/e-mail.”

Dito isto, é importante manter os colegas informados quando você for mergulhar no tempo de “foco”.

2. Limite as notificações às suas horas de trabalho específicas

O aumento das ferramentas digitais no local de trabalho tem sido vital para conectar equipes em todo o mundo. Para organizações com funcionários em diferentes regiões geográficas, as conversas em um fuso horário podem continuar muito tempo depois que os funcionários passam por outro, o que significa que os smartphones ainda podem receber mensagens até altas horas da noite ou de manhã cedo.

“Digamos que um funcionário instale uma ferramenta de bate-papo em seu telefone pessoal e ela acenda com notificações às [21:00], porque alguém no trabalho está dizendo algo em uma sala de bate-papo que atrai todo mundo. Isso é terrível”, diz David Heinemeier Hansson, cofundador e CTO da Basecamp, que vende uma ferramenta de gerenciamento de trabalho que inclui um recurso de bate-papo em equipe.

O “direito de desconectar” tornou-se um tópico importante nos últimos anos, à medida que as tecnologias de comunicação e colaboração se tornam mais comuns no trabalho. Os legisladores na França chegaram ao ponto de proibir os requisitos de que os funcionários respondam a e-mails fora do horário comercial.

Respondendo às demandas dos usuários por mais controle sobre as comunicações, os fornecedores de software de colaboração adicionaram a capacidade de silenciar automaticamente as notificações durante determinados horários do dia. O Slack, por exemplo, permite que os administradores designem um tempo de silêncio padrão para todos os funcionários, a fim de garantir que não sejam incomodados pelos colegas, e os usuários podem definir suas próprias preferências nas configurações do aplicativo.

O Basecamp criou um recurso chamado Work Can Wait para silenciar as notificações quando um trabalhador terminar o dia. “Só porque facilitamos o contato com todos da empresa, talvez essa não seja uma boa ideia”, diz Heinemeier Hansson. “Só porque nós podemos, não significa que deveríamos.”

3. Deixe canais irrelevantes e chats em grupo

Um recurso popular nas ferramentas de colaboração baseadas em bate-papo são os canais, que servem como um centro para discussões sobre um determinado tópico, desde anúncios sérios da empresa a grupos de interesse social e até áreas para conversas aleatórias.

Os canais e o bate-papo em grupo podem focar nas discussões e ser uma ótima maneira de transmitir informações de maneira eficaz para um grupo mais amplo, sem envolver-se em várias conversas privadas. Mas acompanhar as conversas em vários canais pode ser exaustivo. É importante ser seletivo ao escolher em quais canais e chats de grupo você se inscreve.

“Deixe ou deixe de seguir as salas com baixa relação sinal/ruído – se houver algo que você absolutamente deva ver, alguém irá mencionar você”, diz Deklich. “Para certos tipos de conversas, o bate-papo não é o melhor. Use email, ou possivelmente um serviço de documentos em nuvem”

Se você não deseja sair de um canal ou grupo de uma vez por todas, geralmente pode silenciá-lo temporariamente.

“Como usuário individual, trata-se de ajustar as configurações de notificação às suas necessidades”, diz Chris Uldriks, consultor de tecnologia da Point B Management Consulting. “Pergunte a si mesmo: o que você precisa saber imediatamente?”

4. Evite alternar entre aplicativos

Além da sobrecarga de informações, alguns funcionários enfrentam sobrecarga de aplicativos. E saltar entre eles pode atrapalhar uma comunicação clara e eficiente. A solução óbvia é evitar a alternância entre aplicativos, mas é mais fácil falar do que fazer. As organizações geralmente contam com várias ferramentas para a comunicação do trabalhador, o que significa que as conversas ocorrem em vários lugares.

“Novas ferramentas estão surgindo constantemente”, diz Heinemeier Hansson. “Muitas empresas não têm uma ferramenta de comunicação e produtividade, elas têm uma, duas, três, quatro, cinco, seis – elas podem ter o Trello, o Slack, o Dropbox ou o Google Docs. Eles têm tudo isso o tempo todo e, claro, isso está estressando os funcionários. Onde está a informação? Está espalhado por toda parte.

De acordo com uma pesquisa com 2.000 funcionários de escritórios dos EUA encomendada pelo LogMeIn no início deste ano, 54% dos funcionários têm pelo menos cinco programas diferentes em execução simultaneamente e 56% usam pelo menos três ferramentas diferentes para se manterem conectados aos colegas. Isso pode afetar a produtividade: 59% dos entrevistados acham que estão perdendo tempo alternando entre aplicativos.

“Os trabalhadores estão perdendo impulso e perdendo tempo trocando entre todas as soluções diferentes para tarefas diferentes, em vez de conseguir manter o foco e gerenciar todas as suas comunicações a partir de um único ponto centralizado”, diz Mark Strassman, vice-presidente sênior e gerente geral de comunicações unificadas e colaboração no LogMeIn.

Muitos aplicativos podem facilitar a sensação de estar ocupado sem realmente fazer muito. Os trabalhadores precisam se concentrar em como eles usam as ferramentas de comunicação e colaboração e decidir que estão fazendo isso de maneira eficaz, diz Terry Simpson, evangelista técnico do fornecedor de software de automação de fluxo de trabalho Nintex.

“É muito fácil manter-se” ocupado “com e-mail, aplicativos, mensagens instantâneas e todos os tipos de outras ferramentas de software sem realmente conseguir fazer muito”, diz ele. “No final do dia, você deve se olhar e determinar se estava realmente ocupado ou realizou algo que ajudou a impulsionar o negócio? Manter esse foco é fundamental. ”

Existem maneiras de evitar oscilações constantes entre aplicativos e os fornecedores de software estão tentando resolver o problema.

Uma das vantagens das ferramentas de colaboração é a capacidade de se conectar a outros aplicativos de comunicação, produtividade e linha de negócios. O Slack, por exemplo, possui mais de 1.500 integrações de aplicativos de terceiros em sua loja de aplicativos, enquanto rivais como Microsoft Teams, Cisco Webex Teams e Google Hangouts Chat adicionam suas próprias integrações regularmente. Como resultado, é esperada uma interconectividade profunda entre ferramentas de colaboração. De fato, várias empresas estão agora disputando posição para se tornar um centro central do trabalho digital. O Dropbox, por exemplo, recentemente revisou seu aplicativo principal para dar suporte à colaboração em torno de documentos, um indicador de onde o mercado está indo.

5. Aprenda o single task

A capacidade de multitarefa foi aplaudida como desejável no passado, mas pesquisas da Universidade de Stanford mostraram que a multitarefa pode ser realmente ineficiente e algo que os humanos não são particularmente adequados para fazer.

Concentrar-se adequadamente em uma tarefa de cada vez pode ser uma abordagem mais produtiva e menos estressante. É uma habilidade aperfeiçoada ao longo do tempo, diz Iba Masood, co-fundador e CEO da Tara AI, uma startup que usa aprendizado de máquina para ajudar os clientes a planejar projetos de desenvolvimento de software.

“O foco em uma única tarefa em um determinado momento nos permite construir nosso ‘músculo da atenção'”, diz ela.

Dada a variedade de tarefas e notificações relacionadas à equipe que requerem atenção, a capacidade de focar em uma tarefa por vez exige força de vontade, diz Masood. “Single task é uma função obrigatória; ele realmente permite um nível de foco e me permite prestar atenção singularmente a uma área em intervalos de 20 minutos antes de passar para a próxima.”

É uma decisão que requer disciplina. Gentile do LogMeIn recomenda uma técnica de gerenciamento de tempo chamada “timeboxing” para reservar um tempo para se concentrar intensamente em uma tarefa. “Encontre maneiras mais eficientes de concluir tarefas, alocando um tempo predeterminado para concluir um projeto”, diz ele. “Isso ajudará você a concentrar sua atenção, motivá-lo a concluir as tarefas em tempo hábil e evitar que você perca tempo com itens de menor importância.”

Fonte: IT MIDIA

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Análise de Dados – diferença entre vida ou morte do varejo e indústria

Cada vez mais, consumidores buscam itens personalizados e engajam com marcas com valores próximos aos seus – por isso, é essencial conhecer o cliente

A era dos produtos, marcas e negócios massificados chegou ao fim. Para continuar vendendo, é essencial conhecer o consumidor, seus hábitos de consumo e preferências. No comércio eletrônico, toda a navegação é monitorada – até o que fica esquecido no carrinho de compras. Sistemas analisam a movimentação do cliente em uma loja, que produtos pega e quais decide levar para casa.

A análise das lojas físicas é ainda mais relevante, pois é onde ocorrem 75% das decisões de compra – mesmo que a aquisição de fato seja feita mais tarde, até em outro canal ou varejista. Há muitos dados disponíveis, mas analisar e compreender as informações disponíveis para tomar as melhores decisões é um desafio.

“Empresas enfrentam desafios para encontrar o talento certo para transformar dados em insights. As áreas de engenharia e ciência de dados necessitam de profissionais muito qualificados, por exemplo”, afirmou à EXAME Marcello Tripodo, consultor da Bain & Company e sócio do escritório de Milão. Ele é especialista em estratégia de negócios, marketing de consumo, canais de distribuição e força de vendas e já foi executivo da Procter & Gamble e da Anheuser-Busch.

Cada vez mais, consumidores buscam itens personalizados e engajam com marcas com valores próximos aos seus. A busca por personalização atinge lojas do varejo, comércio eletrônico, indústrias e campanhas de marketing.

Nesse cenário, algumas empresas de consumo com marcas tradicionais perdem espaço. É o caso da Kraft Heinz, aposta bilionária do grupo 3G que perdeu relevância no mercado de consumo e 30% em valor de mercado este ano. A AB Inbev também enfrenta cervejarias artesanais e comprou muitas marcas menores nos últimos anos, como a mineira Wäls e a paulistana Colorado. As cervejas artesanais respondem por 10% do volume total no Brasil, o triplo de dez anos atrás.

Para Tripodo, a análise correta dos dados pode ser o diferencial entre a vida e a morte das empresas. “Ainda estamos nos estágios iniciais do big data, mas essa nova revolução não vai levar 15 anos para acontecer e as empresas precisam se adaptar rapidamente”, afirmou.

Fonte: EXAME

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Industria 4.0 – caminhos da nova indústria no Brasil

Para que as inovações na indústria sejam sustentáveis, empreendedores devem ter um plano claro: saber quem compra seu produto e qual é o processo de compra, ou a empresa logo estará fora do mercado.

A indústria 4.0 está aí: tecnologias como Big Data e a Internet das Coisas já estão transformando o modo de produção, tornando-o extremamente inteligente. Nos próximos anos, vamos mudar radicalmente o jeito de enxergar o funcionamento de uma indústria e o processo que faz com que um produto chegue até ao consumidor.

Mas, e quanto ao aqui e ao agora? Em que pé estamos, no Brasil, em relação aos estímulos à Indústria 4.0? De que forma grandes empresas e o poder público têm lidado com as novas tecnologias trazidas por startups, com a revolução trazida por conceitos como internet das coisas, computação cognitiva, inteligência artificial etc? E, mais importante, como o empreendedor pode tornar esse negócio industrial digital em algo mais sustentável?

Esse assunto foi tema de uma mentoria coletiva do Programa Scale-Up Indústria, um programa de aceleração da Endeavor, patrocinado  por DHL, Klabin e ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e com apoio institucional da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE). Eduardo Zancul, professor da Escola Politécnica da USP; Cristiano dos Anjos e Tarcísio de Oliveira, respectivamente vice-presidente e executivo sênior da Schneider Electric, e Marcos Vinicius de Souza, Secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério da Indústria e do Comércio (MDIC), responderam a essas dúvidas dos empreendedores.

Para Cristiano, VP da Schneider, é preciso que quem trabalhe com a Indústria 4.0 entenda “o viés de eficiência e da sustentabilidade do negócio”. De acordo com ele, deve-se “realizar um passo a passo, já que colocar tudo digital de uma vez é quase utópico; é preciso ter um plano claro, saber quem compra seu produto, como esse consumidor compra seu produto, ou a empresa logo estará fora do mercado”.

De olho nos dados

O que significa isto? Que as ideias de antigamente já não bastam. Se antes, um bom carro era aquele que gastava pouco combustível oferecendo o máximo conforto, hoje isso já não é mais suficiente. Os automóveis de hoje precisam indicar a melhor rota em um painel multimídia, conectar-se com o celular, apitar se você não usa o cinto de segurança, e por aí vai.

“O jeito como as pessoas usam os produtos hoje indica aos empreendedores como será o design do futuro”, disse ele. Os dados gerados a cada uso — que vão do modo como você dirige, assiste à televisão, exercita-se e até dorme — devem moldar os produtos que veremos em breve nas prateleiras.

E para que esse processo de implantação seja bem-sucedido (e duradouro), um elemento-chave é a consolidação de um único conjunto de padrões técnicos de comunicação e segurança. Com ele, a troca de informações entre os diferentes tipos de sistemas e dispositivos será assegurada, eliminando-se as restrições relacionadas aos padrões proprietários vigentes.

Da barreira à oportunidade

O pensamento de Tarcísio de Oliveira, também da Schneider, vai pelo mesmo caminho. “Uma pergunta fundamental que fazemos na hora de realizar um diagnóstico para a transformação digital é: qual é a cadeia de valor em que a empresa está?” Para ele, ferramentas básicas, como o Business Canvas, são uma ótima forma de começar.

“Assim, o empreendedor saberá quem são seus fornecedores, seus clientes, seus diferenciais e, principalmente, o que é factível ou não, devido a eventuais barreiras.” Ou seja, o empreendedor conseguirá traçar, com antecedência, os passos fundamentais a serem trabalhados na digitalização da produção.

Mas é neste momento de análise, afirmou Tarcísio, que as barreiras devem ser vistas como oportunidades. Ele citou, como exemplo, a falta de conectividade no interior do país: “Hoje uma das principais empresas de automação do mundo é brasileira, baseada em Araçatuba, a Solinftec. Para conectar soluções, eles tiveram que criar redes com subestações. Ou seja, transformaram os obstáculos em oportunidades de negócio”.

Customização dos produtos em larga escala

O alto grau de personalização, em uma escala de produção, é uma das mudanças que já estão impactando a indústria nos próximos anos. “E os empreendedores devem ficar atentos a isso”, frisou o professor Eduardo Zancul

Durante um tempo, ter algumas cores disponíveis do mesmo tênis já era o suficiente; agora, queremos customizá-los do nosso jeito. Uma evolução disso é a possibilidade de o consumidor interagir com a marca e sua linha de produção por meio de plataformas digitais que personalizam os produtos, diminuem a distância entre produção e entrega e possibilitam a cocriação.

“É modinha, vai passar”

Outro ponto muito debatido foi o apoio de grandes empresas, de instituições de pesquisa e mesmo do poder público a quem está começando. Foram várias as perguntas a esse respeito, uma vez que, na visão de empreendedores presentes à mentoria, aqui no Brasil essas parcerias ainda são raras.

Para Marcos Vinicius, do MDIC, essa defasagem tem a ver com a visão geral sobre a Indústria 4.0: “Há alguns anos, quando começamos a discussão, ninguém no governo tinha ouvido falar disso. Inclusive escutei de um CEO de uma das maiores empresas brasileiras que ‘era modinha e que ia passar’”.

A partir daí, Marcos mencionou a mudança de concepção em relação ao setor, e as formas como o MDIC tem acelerado pequenas empresas. “Hoje, o melhor instrumento de fomento que temos talvez seja a EMBRAPII (Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), com recursos destinados à inovação e com centros espalhados pelo país.”

O Secretário também sugeriu que empreendedores participem do Edital de Inovação para a Indústria, do SESI-SENAI, e do qual o SEBRAE passou a participar. A iniciativa é dividida entre várias categorias, com aportes de até R$ 400 mil para cada organização.

A mentalidade da sociedade também tem que avançar

O professor Eduardo Zancul, por sua vez, mencionou iniciativas da POLI-USP, entre elas o InovaLab. “Lá, temos 24 lotes disponíveis para adoção de empresas. Por exemplo, a Samsung criou um laboratório de capacitação tecnológica, onde realizamos treinamentos de startups. Temos também núcleos de pesquisa de Inteligência Artificial que também participam desses centros de capacitação”, menciona ele.

Por outro lado, ele lembra a importância de a sociedade brasileira, como um todo, mudar a concepção a respeito da pesquisa de inovação. “A primeira empresa que adotou um espaço no InovaLab foi uma empresa de inteligência artificial baseada em São Francisco, EUA”, afirma Zancul. “Percebo que a mentalidade das próprias empresas daqui ainda tem que mudar para que de fato a indústria 4.0 se estabeleça. Mas estamos trabalhando para isso”, conclui o professor.

Fonte: ENDEAVOR

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5 competências essenciais para o futuro do trabalho

Robert Half revela o que líderes e demais profissionais precisam evoluir em suas capacidades para não se tornarem obsoletos no futuro

Com a popularização dos mecanismos em automação, somada à velocidade nas mudanças da nossa sociedade e às tendências para o futuro do trabalho, empregos atuais desaparecerão para dar espaço a funções que nem sequer foram inventadas. Isso vai afetar de forma direta o sistema educacional.

As instituições de ensino continuam sendo importantes para a construção de uma carreira, mas o protagonismo na evolução dela fica por conta do profissional. A formação, portanto, não pode ser originada de uma única fonte, pois está em constante mudança.

Nesse contexto, o aprendizado contínuo ganha destaque, destaca a empresa de executive search Robert Half. Se preparar para isso é fundamental, e o primeiro passo é ter consciência de que as demandas vão se modificando a ponto de você colecionar diversas carreiras ao longo da vida. Portanto, é necessário manter-se atualizado e interessado na busca por uma qualificação constante.

Além disso, é necessário desenvolver algumas competências socioemocionais. Conheça algumas delas.

1. Inteligência emocional

A inteligência emocional é a capacidade de colocar-se no lugar do outro, agindo de maneira empática e também dominar os próprios sentimentos. Existem algumas atitudes que podem ajudar o indivíduo a desenvolver essa habilidade:

  • Evitar os pensamentos negativos
  • Observar as situações que despertam agressividade, nervosismo e outros sentimentos ruins para poder contorná-las
  • Pensar antes de responder e não reagir de maneira impulsiva
  • Tentar entender o próximo antes de julgá-lo

2. Pensamento crítico

Pessoas com o pensamento crítico apurado utilizam a racionalidade para resolver um problema. Para desenvolver essa capacidade, algumas atitudes são bastante válidas:

  • Sempre questione e pesquise diversos assuntos
  • Resolve exercícios que estimulem a lógica, como sudoku e palavras cruzadas
  • Antes de entender o problema, tente compreender o cenário

3. Pensamento analítico

Atrelado ao pensamento crítico, será necessário para o futuro do trabalho que as pessoas entendam como funciona o raciocínio baseado em dados, além de apresentarem domínio em ferramentas que proporcionam essas análises.

4. Colaboração virtual

Cada dia mais, será preciso trabalhar de maneira produtiva e engajada, independentemente da plataforma. Por isso, é importante se familiarizar com as ferramentas tecnológicas desde cedo.

5. Negociação

As habilidades em negociação são fundamentais para todos os profissionais, independentemente do cenário do mercado de trabalho.

Fonte: IT MIDIA

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