Roadmap: a bússola da sua empresa

Áreas de atuação   ​A BR&M oferece um modelo de serviços, de Tecnologia da Informação, completo e de ponta a ponta, abrangendo CONSULTORIA, ASSESSORIA E TECNOLOGIA na implantação de Projetos de ERP e Business Intelligence.

Eles garantem a otimização de tempo, o aumento da produtividade e a segurança das informações

Quando se tem muitas ideias, o risco de elas se perderem em meio à desorganização do processo de criação é enorme – e perigoso. Para criar uma espécie de roteiro para seguir adiante e, de fato, concluir um projeto com sucesso, os roadmaps são ferramentas essenciais. Os chamados mapas tecnológicos garantem a otimização de tempo, o aumento da produtividade e a segurança das informações – aspectos que garantem mais eficiência e bons resultados nos negócios.

Utilizados por empresas de diversos segmentos, os roadmaps funcionam como uma bússola que orienta, alinha e fornece o suporte necessário para a elaboração do planejamento estratégico e plano de negócios. Para gestores que desejam explorar o emprego da tecnologia, a ferramenta identifica e seleciona alternativas que satisfaçam o conjunto de requisitos necessários para a melhoria dos produtos.

O roadmap pode ser executado em etapas, que variam de acordo com a necessidade das empresas. Ele deve ser elaborado a partir da análise do negócio, sendo definido o horizonte temporal e o seu nível de detalhamento. A meta é desenvolver produtos altamente competitivos no mercado.

Confira o ciclo de vida de um roadmap:

1- O que melhorar? Na primeira etapa são eleitos, no planejamento estratégico, quais produtos do portfólio são os mais indicados para o investimento de melhorias e em que ordem isso deve ocorrer.

2- Como melhorar? Após a escolha, deve-se fazer uma análise de mercado detalhada do produto selecionado, buscando identificar outros produtos semelhantes, para realizar uma comparação entre todas as funcionalidades existentes. Essa pesquisa de mercado detalhada costuma ser muito reveladora, pois, além de apontar pontos fracos e fortes do produto em questão, pode também determinar a viabilidade de dar continuidade ao ciclo de vida desse mesmo produto. Em alguns casos, o estudo mostra que continuar com aquela linha de produto do portfólio não é mais viável. Em outros, que não existe viabilidade financeira para investir na evolução dele.

 3- Vamos à prática! A partir de uma análise de mercado bem-sucedida, a última etapa é elencar o que deve ser melhorado no produto. Nesse momento, é indicado criar um cronograma de desenvolvimento com metodologias ágeis, de fácil aplicação. E assim, o “ciclo de vida” de um produto flui por meio do roadmap, que, se mantido vivo, gera uma visão melhor de resultados para a empresa.

Fonte: Digital Network

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Como aumentar o valor do Ticket-Médio

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O ticket médio é uma das métricas mais básicas (e importantes) a serem acompanhadas por qualquer empreendedor. E por mais que efetivamente calcular esse índice e fazer seu monitoramento sejam tarefas bastante simples, o resultado vem em forma de dados para lá de relevantes para o planejamento estratégico. A partir daí o gestor consegue definir metas claras e objetivas, além de descobrir problemas pontuais no seu modelo de negócio. Com essas informações em mãos, pode tomar decisões com segurança.

Mas você sabe como funciona e como aumentar o valor do ticket médio? Então se prepare para conhecer agora mesmo alguns dos diversos usos dessa métrica, aprender a calculá-la e descobrir na prática a aumentar o ticket médio do seu empreendimento!

O cálculo

Para entender como realmente funciona o ticket médio, começaremos apresentando seu cálculo, que é muito simples: basta dividir o faturamento bruto pelo volume total de vendas. Assim, se um varejo fatura 30 mil reais em produtos em determinado período e realiza 100 vendas nesse intervalo, a conta é: 30.000 / 100 = 300 reais. Traduzindo: cada cliente gastou em média 300 reais por aquisição no período calculado. Mas não se engane pela simplicidade da fórmula, porque o ticket médio tem várias utilidades — como você vai ver a seguir!

Os usos

Agora que você já está com a fórmula na cabeça, podemos passar para os diversos usos do ticket médio, certo? Então acompanhe para se surpreender com a versatilidade desse índice!

Para ajudar com a definição de metas

O ticket médio é muito empregado na definição das metas do negócio. Lembrando que as metas devem ser objetivas para ajudar no foco da empresa, você pode querer, por exemplo, aumentar o ticket médio em 20% até daqui a 6 meses. Qualquer que seja, a meta deve ser coerente com o modelo de negócio. Assim, se seu ticket médio tende a ser baixo, foque em aumentar o volume de vendas para ter um bom faturamento. Já se esse valor é alto, foque em oferecer um atendimento de ponta para seus compradores.

Para avaliar segmentos de clientes

Se um perfil de cliente X compra em média 3 mil reais por aquisição em um e-commerce e o perfil de cliente Y compra 200 reais, o dono do varejo certamente vai querer entender por que há uma diferença tão grande. Talvez o cliente X represente um público-alvo mais interessante ou o cliente Y não tenha tido suas demandas atendidas da forma apropriada. De qualquer forma, a partir de dados do ticket médio é possível avaliar segmentos de clientes, elaborando táticas de marketing eficientes para cada público.

Para analisar os canais de distribuição

Se você vende o mesmo produto por canais de distribuição distintos, como em uma loja física e em uma on-line, precisa avaliar a efetividade de cada um. Aí entra a comparação do ticket médio desses canais. Também é possível usar o índice para criar uma estratégia comercial interessante, sempre de acordo com a segmentação. Que perfil de consumidor compra pela loja física? E pela loja virtual? Basta avaliar o ticket médio por segmento de cliente em cada canal de distribuição para descobrir essas informações!

As ações

Há diversas formas de aumentar o valor de um ticket médio: recomendação de produtos ou serviços, descontos a partir de uma determinada quantia, programas de fidelidade, venda de pacotes, oferta de promoções e assim por diante. Veja a seguir como aplicar as principais!

Recomende produtos ou serviços complementares

Já reparou como muitas lojas virtuais investem na recomendação de produtos relacionados? De fato, desde que feita com as medidas corretas, essa é uma estratégia bastante eficiente para aumentar o valor do ticket médio. Antes de mais nada, procure conhecer bem seus clientes para fazer recomendações com base nos dados que possui de cada segmento. Para ter acesso as essas informações, lance mão do Big Data e da gestão de relacionamento com o cliente.

Para começar uma estratégia de recomendações com o pé direito, tome como parâmetro aquele produto ou serviço considerado como o carro-chefe do negócio. Primeiramente, ofereça produtos diretamente relacionados ao item que sua empresa mais vende para, com o tempo, ir entendendo as demais necessidades dos consumidores. Como pode ver, essa é uma tática que envolve aprendizado contínuo.

Ofereça descontos a partir de determinada quantia

Para aumentar o valor médio das suas vendas, ofereça benefícios para os clientes que comprarem mais. Por mais que, nesses casos, o mais comum seja oferecer frete grátis, há outras formas de alcançar o resultado desejado. Que tal dar 10% de desconto na compra de um produto ou serviço X se o cliente também adquirir o artigo Y?

Monte pacotes imperdíveis de produtos ou serviços

Aqui, o princípio é o mesmo do fornecimento de descontos por escala de compras: monte pacotes de produtos ou serviços por um valor mais barato do que se cada item fosse comprado individualmente. Pode acreditar: isso favorecerá aquisições maiores por parte dos consumidores. E a mesma prática vale para programas de assinatura! Você pode oferecer 3 planos: básico, intermediário e avançado. O intermediário deve representar o melhor custo-benefício, fazendo com o que o cliente fique mais propenso a adquiri-lo.

Aposte em um bom programa de fidelidade

Criar um programa de fidelidade (ou de pontos) é uma forma bem popular de aumentar o ticket médio em grandes empresas. E a lógica é simples: premiar clientes com benefícios exclusivos por comprarem com frequência da mesma empresa. Além de aumentar a retenção de consumidores, um bom programa de fidelidade dá acesso a recompensas extras a quem compra do negócio, gerando um diferencial competitivo perante a concorrência.

Realize promoções e sorteios periodicamente

Realizar promoções e sorteios é uma tática comum no varejo. Para aumentar o ticket médio com essa tática, basta oferecer a oportunidade de participar de um certo tipo de promoção a partir de um volume de compras maior. Em shoppings, é usual que, no final do ano, compras acima de certo valor ofereçam a oportunidade de participar de sorteios de carros de luxo e similares. Adapte esse recurso à realidade da sua empresa!

Use as estratégias de acordo com seu público-alvo

Por fim, precisamos ressaltar que, para você fazer bom uso dessas dicas para aumentar o ticket médio, é importante reconhecer as necessidades dos seus clientes. Escolha as ações de forma coerente, observando o perfil do seu público-alvo e realize as estratégias citadas aqui com base nas informações adquiridas na construção do seu relacionamento com os clientes.

Depois de tentar cada prática, não se esqueça de mensurar a eficiência de cada uma das intervenções para focar esforços naquelas ações que tiveram os melhores resultados! E se gostou do conteúdo de hoje, aproveite para ler sobre o que é e como monitorar o churn!

Fonte: SONDA

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Perícia e a Inteligência Artificial

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No âmbito das ciências forenses, particularmente na perícia contábil, o uso da inteligência artificial é presumível para acontecer em breve, especialmente em softwares inteligentes que compreendam o real sentido das palavras.

  1. Introdução:

Os labores de peritos nomeados pelos julgadores e dos indicados pelos litigantes têm se destacado como um importante meio de prova, cuja eficiência pode, quiçá, ser ampliada e muito, pela inteligência artificial.

É necessário separar inteligência artificial possivelmente disponível para todos em um futuro breve, e aplicada nos laboratórios de perícias forense-arbitrais; da automação destes laboratórios que já torna a vida dos peritos mais fácil em suas rotinas de análises técnicas, deixando-as mais eficientes e rápidas. Acredita-se que em breve, a atuação dos robôs, pela via da inteligência artificial, seja uma realidade no meio pericial para ser utilizada como um instrumento de prevenção a erros de cognição, demonstração da verdade, e também para o desenvolvimento do labor dos peritos com base em uma redução de custos e produção em série.

Justifica-se esta abordagem do uso da inteligência artificial no âmbito das perícias, pela necessidade de uma constante busca do aperfeiçoamento dos peritos, ou seja, a situação de melhorias, como a automação, sem sombra de dúvida, já a fez.

  1. Desenvolvimento:

Atualmente um software, como o Excel, pode ser programado de modo inteligente, para servir ao perito, permitindo integrações entre funções, garantindo que certas atividades, como os cálculos de indicadores econômicos ou financeiros, levem menos tempo. Portanto, os peritos, pela via da automação, já levam menos tempo em tarefas operacionais repetitivas. E este tipo de labor é tido como uma automação, nas análises técnicas, o que é diferente de uma inteligência artificial, que se espera venha a contribuir nas análises científicas, de interpretações destes indicadores, baseada em evidências de probabilidade, razoabilidade, equidade e proporcionalidade.

A inteligência artificial é uma tecnologia que torna um robô ou um aparelho eletrônico capaz de tomar decisões baseadas nas informações que processou, e nas soluções anteriores. Sendo que esta máquina, robô perito contábil, está em constante auto aprendizado, de configuração análoga ao pensar de um cérebro humano. Constituindo uma importante biblioteca capaz de armazenar e processar bilhões de informações em segundos, o que equivale a uma resposta em tempo real.

A inteligência artificial de robôs perito-contadores, pode ser útil para alavancar na prestação de serviços e aumentar a produtividade de um laboratório de perícia forense-arbitral. Deste modo, tem a configuração de um benefício e não de um malefício.

O jurista Atheniense traz à baila, notícias sobre o uso da inteligência artificial no Brasil, por parte do Ministério Público, que possui um programa de inteligência artificial desenvolvido pela empresa Softplan, e que tem auxiliado os promotores a organizarem e agilizarem o seu trabalho, afirma ainda que a inteligência artificial na advocacia já é realidade em alguns grandes escritórios dos Estados Unidos.

Parece uma ficção, ou um paradoxo, mas creio que, os futuros robôs perito-contadores, deverão possuir um software cognitivo, ou seja, de sucessivos atos, ou de práticas de coletar, processar, pesquisar, analisar e compreender semanticamente um conteúdo probante, realizando tarefas a partir das informações careadas a um processo. Como exemplo desta cognição, inteligência artificial robótica contábil, temos a hipótese de o robô classificar e apresentar aspectos sobre a forma de resultados práticos, como sugestões de quesitos, se o robô estiver a serviço do perito indicado; e resposta aos quesitos, se o robô estiver a serviço do perito nomeado. Ou ainda, sugestões para a tomada decisões de ambos os peritos.

O fluxo de ideias, conhecimentos e experiências de uma inteligência contábil artificial, pode, em breve, fazer a diferença na contratação de serviços periciais.

É fato que a ambiência pericial contábil é um manancial gerador de dados complexos, estruturados, e que possibilitam o desenvolvimento da inteligência contábil artificial.

Preocupações existem e são inegáveis, no sentido de que:

  • A inteligência artificial, como um sistema de avanços tecnológicos, provavelmente tornará o perito dispensável? Até porque, atualmente o sistema de escrituração eletrônico, Sped,já marcou o início de um novo ciclo de automação na geração e informações aos utentes.
  • O instrumento da inteligência contábil artificial, não apenas auxiliarão os julgadores, mas também, decidirão acerca dos pontos contábeis controvertidos?
  • Se um robô cognitivo autoaprende de forma análoga aos humanos, com as informações que processou, é possível a hipótese de que os dados analisados e interpretados tenham premissas equivocadas, portanto, é factível que as conclusões da inteligência artificial possam também ser falaciosas.
  • A automação já vem gradativamente substituindo o contador,especialmente nas tarefas repetitivas como inserção de dados, vinculados a débitos e créditos ligados às movimentações do ativo imobilizado, compras, vendas e folha de pagamento, em sistemas integrados. E como será com os serviços dos peritos diante da inteligência artificial? Esses serviços poderão perder significativamente seu preço no mercado, já que serão realizados em grande escala com um custo reduzido e em menor tempo. E a perda ou diminuição do preço dos serviços juntamente com a diminuição dos custos e aumento do volume, surgirá um lucro líquido significativamente superior aos atuais?
  • Será acessível a todos os peritos o investimento em educação continuada, para se conhecer os instrumentos de inteligência artificial e acompanhar o rápido desenvolvimento das novas soluções, já que isto pode ser fundamental para que um perito contador se mantenha no mercado. Até porque, já é fato notório, que o aprimoramento constante é fundamental para o desempenho da função.

O uso da inteligência artificial gera um repensar a nossa concepção de perito como auxiliar do juiz ou do árbitro. Notadamente, como um instrumento de minimização dos riscos sistêmicos inerentes à própria função, que podem ocorrer: no momento da coleta dos livros, dos relatórios, das conciliações dos saldos das contas ativas e passivas, no suporte documental da escrituração, etc., pois, a análise e interpretação dos indícios e das evidências podem resultar em um erro de cognição. A ocorrência de erro em apenas uma destas etapas pode comprometer o resultado final de todo o labor e conjunto probatório, com possíveis prejuízos à pronúncia do juiz em relação aos direitos e às obrigações das partes. O caráter do conhecimento contábil artificial, gera uma asseguração mínima a falta de fundamentações doutrinárias dos laudos e pareceres, e ao uso de termos que podem gerar interpretações polissêmicas ou ambíguas.

  1. Conclusão:

A criação de robôs perito-contadores com inteligência artificial, e o avanço dessa tecnologia, é um processo quiçá, gradual e lento, mas irreversível.

É importante a distinção entre “inteligência artificial” e os avanços obtidos pela “automação”. Pois a inteligência artificial existe quando as máquinas alcançam o aprendizado, e tomam decisão, por meio da inteligência autodesenvolvida e/ou habilitada e serviços analíticos e cognitivos. Enquanto a automação é utilizada apenas para processar tarefas manuais repetitivas e que usam dados estruturados, por exemplo, obter um fluxo de caixa ou montar um balanço patrimonial. Não podemos dizer exatamente o que acontecerá com o labor dos peritos, mas podemos presumir que a “inteligência artificial” será aplicada na melhoria da atual “automação” dos laboratórios de perícias forense-arbitrais. Por este motivo, teremos uma possível quebra do paradigma, de que somente a inteligência humana de um perito, é que gera vantagem competitiva e agrega valor nos processos periciais, sem perder o foco de que a inteligência artificial não é um milagre, que pode substituir em definitivo o elemento humano do perito. Então a computação cognitiva será apenas uma ferramenta a mais para a inteligência natural e humana dos peritos e não um concorrente ou substituto.

É possível que a inteligência cognitiva artificial venha a desenvolver atividades complementares dentro de cada um dos ramos da perícia contábil, a trabalhista, a tributária, a criminal, entre vários outros, auxiliando os peritos em suas atividades, por meio de um assessoramento.

Os peritos que se recusarem a aceitar, ou negar a possibilidade de um robô perito que representa um novo modo de auxiliar os labores nos laboratórios de perícia, a moderna ambiência da perícia, que certamente não dispensará os serviços dos robôs de inteligência artificial, é possível que venha a dispensar o perito que fecha os olhos para esta realidade de vanguarda.

E por derradeiro, atualmente avulta o desafio para as Associações de Peritos e Conselhos Regionais, para sensibilizar os peritos no sentido de que eles compreendam e discutam as possibilidades que possam surgir com o uso da inteligência artificial, como, por exemplo, pensar que nos estudos de patologias e em todas as novas terapias desenvolvidas nos laboratórios de perícia forense-arbitral, possuam elementos de computação cognitiva.

Fonte: Contábeis

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O CONTADOR na Era da Informação

A profissão de contador é desafiada todos os dias a se reinventar em busca de maior eficiência, transparência e assertividade, e o conhecimento é peça-chave para obter sucesso neste admirável mundo novo que nos bombardeia de informações.

A profissão de contador existe há muito tempo. Registros remontam que essa atividade já era praticada há cerca de quatro mil anos, sendo que só no século XV é que surgiu a figura do contador propriamente dita, com o italiano Frei Luca Pacioli (1445-1517).

Para muitos, foi o pensamento sobre o ‘futuro’ que instigou os primeiros registros contábeis da humanidade, com o objetivo de conhecer suas reais possibilidades de consumo, de uso, de produção etc. Do Frei Pacioli para cá, não somente o profissional da contabilidade, mas o mundo mudou quase por completo.

O que nunca mudou de fato é a importância do conhecimento, que sempre teve papel decisivo na nossa evolução como sociedade, desde tempos antigos até hoje, o que chamamos de Era da Informação.

Afinal, o ato de registrar e contabilizar desde matérias-primas para produção até alimentos, pessoas, impostos, contas a pagar, recursos naturais, para citar alguns exemplos, não se perderá nunca, mas como temos visto ao longo dos anos precisará se adequar para acompanhar o surgimento de novos procedimentos, demandas e tecnologias – do ábaco até o computador com planilhas e sistemas de gestão.

Diante deste cenário, a profissão de contador é desafiada todos os dias a se reinventar em busca de maior eficiência, transparência e assertividade. E o conhecimento é peça-chave para obter sucesso neste admirável mundo novo, que nos bombardeia de informações e novidades a todo momento, em velocidade e volume cada vez maiores.

Só para ter uma ideia, no Brasil ocorre uma média de 53 mudanças nas normas tributárias todos os dias, de acordo com levantamento publicado este ano pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que o profissional da contabilidade precisa estar atento. Em um mês, isso soma cerca de 1.590 alterações.

Só isso já demonstra um pouco da dinâmica da profissão. Agora, acrescente todas as demandas internas, no caso de uma empresa ou entidade pública, como prazos para entrega de balanços, pagamentos e pareceres financeiros, além de análises de auditoria e avaliações de perícia, por exemplo.

A tecnologia tem sido outro catalisador de mudanças na vida do contador. Se antigamente, antes do advento dos telefones móveis e do computador, o livro-caixa e anotações feitas à mão eram fontes de informações sobre procedimentos fiscais, tributários e contas a pagar e receber, hoje temos na palma da mão ou em sistemas completos de gestão, os dados necessários para fechar um balanço financeiro ou realizar uma auditoria, sem sair de casa.

Se por um lado o avanço tecnológico facilitou muito nossas vidas pessoal e profissional, ao mesmo tempo se tornou mais uma demanda que exige do contador especialização e conhecimentos específicos, como é o caso do Sistema Único e Integrado de Execução Orçamentária, Administração Financeira e Controle (Siafic), que se tornará obrigatório para todos os entes federativos a partir de 2023, e que tem por objetivo dar mais transparências aos órgãos públicos, bem como agilizar os processos internos de registro de informações dos municípios e estados.

Sem dúvida nenhuma, a profissão de contador desde 4 mil anos atrás até hoje está no meio de um turbilhão de transformações, que exige dos profissionais proatividade e uma busca constante por conhecimentos. O Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRCSP), dispõe de meios para ajudar nessa jornada.

A entidade disponibiliza palestras e workshops sobre os principais temas que cercam a área, além de atividades de educação continuada para quem quer se manter um eterno aprendiz dessa profissão que se mostra cada vez mais necessária para a construção do futuro que queremos. E as atividades são abertas para profissionais e estudantes de Contabilidade.

Fonte: Contábeis

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5 motivos para transformar seu negócio em Business Analytics

Conceito ainda é confundido com o Business Intelligence, que olha para o passado durante a leitura de um conjunto de dados em um data warehouse

Nos meus últimos anos de pesquisas e trabalho na área de tecnologia – mais especificamente na área de análise de dados – tenho me deparado com grande confusão em torno do Business Analytics. Por isso, procurei aqui desmistificar e criar um guia rápido para aplicação do B.A. nas empresas.

Business Analytics é muito amplo: contempla mineração de dados, big data, data science, procedimentos de descoberta de conhecimento e, claro, o envolvimento da área de negócio (do business). O principal objetivo é a obtenção de informações mais ricas, profundas e precisas sobre clientes, parceiros e operações de negócio. O interessante é a obtenção em tempo real, com mecanismos que possam prever minuciosamente o comportamento do cliente a partir desses dados.

Os estatísticos e cientistas da computação sempre se depararam com um grande problema: escassez de dados. Por isso, as previsões nunca foram precisas o suficiente. Com o advento do big data e com o poder computacional dobrando em um curto espaço de tempo, passamos a ter dados disponíveis em abundância e sobre qualquer assunto. Aí entra o conceito de Data Science: aplicação de modelos que fazem previsões a partir da identificação de padrões do conjunto de dados de uma empresa. Modelos de deep learning estão alcançando previsões na casa de 99% de exatidão.

O conceito acima ainda se confunde bastante com o Business Intelligence. Diferente do Analytics, o BI tem um olhar para o passado, faz a leitura de um conjunto de dados em um data warehouse, extrai informação útil e elabora um dashboard para apoiar os tomadores de decisão que precisam empregar a sua intuição combinada com sua experiência para realizar essa tarefa.

Confira abaixo os 5 passos para aplicar analytics na sua empresa:

Passo 1: Defina claramente o problema

Definir claramente o problema de negócio que se deseja resolver com analytics é o primeiro passo. Essa definição determinará: quais ferramentas e técnicas serão utilizadas, os modelos que serão aplicados, dados que serão imprescindíveis e quais procedimentos serão tomados durante as fases de pré-processamento, mineração e pós-processamento para criação do modelo preditivo.

É com base no problema do negócio que você definirá qual o nível de precisão que o modelo deve ter ao final (ou apenas chamado de score). Por exemplo, ao se trabalhar com previsões de Churn, Inadimplência, Concessão de Crédito e outros, seu score poderá assumir inicialmente uma taxa de 70% a 80%. Mesmo assim os benefícios são grandes no estágio inicial. No entanto, se o objetivo das previsões estiver relacionado à área médica, como previsão de doenças cardíacas, por exemplo, o ideal é que o score seja o mais alto possível, visto que imprecisões e erros podem significar vidas humanas. Definir claramente o problema norteará todo o trabalho.

Passo 2: Selecione seus dados

A qualidade dos dados de entrada determinará a qualidade do modelo na saída. Logo após a definição do problema, você selecionará os dados que lhe ajudarão a resolvê-lo. Essa é a etapa de coleta e organização dos dados. Muito provavelmente as informações necessárias estarão em mais de uma fonte e saber extrair e associar essas informações é uma tarefa fundamental para que seu modelo não sofra de underfitting (nome dado ao modelo que não generalizou por não ter dados suficientes).

Passo 3: Minere seus dados

Mineração de dados é o processo de exploração de grandes quantidades de dados com o objetivo de encontrar anomalias, padrões e correlações para suportar a tomada de decisões e proporcionar vantagens estratégicas.

Uma vez que a base de dados foi preparada no passo anterior, a fase seguinte tem a função de extrair o conhecimento. Nesta etapa são aplicadas técnicas estatísticas e algoritmos computacionais para construção dos modelos de predição ou classificação, segmentação de clientes e identificação de perfis.

Ainda não existe uma IA genérica, por isso, deverão ser usados modelos de classificação para prever uma ou mais classes, como por exemplo, ceder ou não o crédito a um cliente. Você usará modelos de regressão se quer prever uma variável numérica e contínua. Ou seja, se vou ceder crédito ao cliente, quanto devo ceder?

Mas se o seu objetivo é a segmentação e classificação de imagens diagnósticas com intuito de prever a probabilidade de um paciente ter câncer de mama, por exemplo, muito provavelmente você deverá utilizar algoritmos de deep learning que foram concebidos para resolver problemas complexos como este. O problema de negócio lhe ajudará a definir melhor as técnicas dessa fase.

Passo 4: Defina o seu ambiente de processamento

Outro aspecto importante é saber em qual arquitetura sua modelagem será processada. Algoritmos mais avançados aplicados a grandes conjuntos de dados podem levar dias ou semanas para concluírem seu processamento. Existem inúmeras soluções de processamento paralelo que nos ajudam a ter performance nesses momentos, seja através de computadores trabalhando paralelamente, seja por meio de GPU (unidade gráfica de processamento), que vem ganhando destaque no processamento de cálculos em machine e deep learning na última década.

Passo 5: Gere bons dashboards

Ter um bom dashboard garante não apenas visualizar as previsões por diversos ângulos, mas ajuda a compreender outro grande problema que é o overfitting (nome dado ao modelo que decorou o relacionamento entre os dados ao invés de aprender). Um modelo com esse problema não consegue detectar os relacionamentos entre os dados e, por consequência, não consegue fazer as previsões com novos dados de produção. Saber visualizar, analisar e interpretar corretamente a saída do modelo lhe permitirá colocá-lo em produção com maior segurança.

Embora, segundo a Gartner, apenas 3% das empresas utilizem essas técnicas, tenho certeza que dados os ganhos e benefícios que ela proporciona, esse é um caminho sem volta para qualquer empresa que pretende se manter ativa no futuro.

Fonte: COMPUTERWORLD

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10 benefícios de Business Intelligence para Supermercados

BI é usado para conhecer melhor o que acontece dentro de cada unidade e é essencial para melhorar a performance do negócio

Business Intelligence ou BI, como é conhecido, é uma estratégia muito importante para entender e traçar as melhores estratégias de vendas de um negócio. De acordo com a Bluesoft, provedora de softwares de Gestão Empresarial (ERP) em Nuvem, os supermercados são um dos segmentos que tem usado o BI com bastante competência.

De acordo com a empresa, o BI é usado para conhecer melhor o que acontece dentro de cada unidade e é essencial para melhorar a performance do negócio, inclusive reduzindo o percentual de perdas. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), o índice de perda sobre o faturamento líquido dos varejistas foi de 1,38% no ano passado. Já o setor de supermercadista é o campeão em perdas e apresentou índice de 2,05% em 2018.

Abaixo, listamos os 10 benefícios do Business Intelligence para supermercados:

1. Análise dos dados de compra nas lojas

Contar com a análise dos dados de compra de um supermercado é essencial. Só assim é possível identificar quais são os produtos com maior saída, ver o desempenho de cada loja de forma isolada, não correndo o risco de cruzar os dados e de analisar a loja de forma errada, tendo mais segurança em decisões.

2. Decisões de compra ancoradas em dados

No passado, as decisões de compra de supermercados não eram ancoradas pela quantidade de dados que o BI. mostrava. A decisão era tomada com base no feeling do responsável, o que não é nada assertivo.

Além disso, com a ferramenta de Business Intelligence, é possível prever quando determinados produtos estão acabando, e realizar a compra de forma antecipada.

3. Gestão precisa do estoque

Com uma ferramenta de BI, a gestão de estoque fica cada vez mais assertiva e produtiva. Afinal, com ela é possível descobrir o que clientes buscam e entender quando é a maior saída desses produtos, preparando-se para evitar rupturas.

Além disso, com a gestão eficiente do seu estoque, o índice de estoque parado irá abaixar cada vez mais. Isso acontece por conta da gestão eficiente que a ferramenta de BI oferece, prevendo as faltas de produtos e evitando as compras em excesso.

4. Gestão dos melhores fornecedores

Com o BI, é possível identificar quais são os melhores fornecedores com base no histórico de entregas deles. Dessa forma, é possível ver quais fornecedores não atrasam e quais possuem os melhores produtos para a entrega, por exemplo.

5. Capacidade de negociação

BI oferece uma gestão de fornecedores eficiente, assim, é possível ter uma melhor capacidade de negociação com fornecedores. Além disso, com a ferramenta de BI para supermercados, é possível ter o controle dos “fornecedores ruins”, ou seja, daqueles que estão te devendo algum produto, alguma devolução ou outra coisa. Como resultado, com esse controle é possível barrar a negociação com determinado fornecedor até ele realizar o pagamento do que ele lhe deve.

6. Prevenção de ruptura

Como a ferramenta de BI mapeia toda a loja, realizar a auditoria de presença é muito mais rápido. Um funcionário percorre toda a loja com um coletor e escaneia um produto de cada gôndola. Depois disso, o próprio ERP já mostra informações como: quanto há de estoque do produto; a data de validade e, se é necessário realizar a reposição para o dia ou não.

7. Prevenção de perdas

Como citado acima, o percentual de perdas no varejo é de 1,38% do faturamento. Esse, é um número alto e, com a ferramenta de BI para supermercados, você conta com as práticas para diminuir essas perdas.

Sendo, antecipar-se às datas de validade dos produtos e verificar os motivos de perdas em cada loja, exemplos dessas práticas. Essas ações possibilitam o desenvolvimento de um planejamento para realizar a queima dos produtos a vencer. Além de criar ações para diminuir suas perdas nesses locais.

8. Sistema para calcular o shelf-life da mercadoria

Shelf life, ou vida útil, é o tempo que um alimento preparado permanece fresco e saudável. Ou seja, é o período de tempo que alimentos, bebidas e outros produtos perecíveis possuem antes do seu vencimento. O shelf life de um produto começa a partir da sua data de fabricação. Ele depende de diversos fatores como os ingredientes utilizados, seu processo de produção, condições de higiene, armazenamento, e até mesmo o tipo de embalagem utilizada.

O ERP, por exemplo, possibilita realizar um mapeamento de todos os produtos em operação, otimizando o trabalho de funcionários. Com o sistema, é possível monitorar a vida útil já no recebimento da mercadoria. Dessa forma, o setor de compras, ou profissionais da área de prevenção perdas definem um tempo mínimo de validade para os produtos em seu recebimento. Evitando que um produto seja recebido na loja com menos de 30% do seu shelf-life total.

O funcionário responsável pelo recebimento das mercadorias consegue barrar uma entrega, caso esteja com o shelf-life baixo. Isso evita o recebimento de produtos com um tempo de vida pequeno, diminuindo suas perdas antes do recebimento das mercadorias.

9. Assertividade em suas campanhas de marketing

Mais informações sobre consumidores, significa que os supermercados criarão ações de marketing mais assertivas. Isso acontece porque com esses dados, é possível saber quais produtos vendem mais, quais estão com uma menor saída, entre outros dados do tipo. Assim, é possível criar melhores campanhas e até mesmo descontinuar certos produtos da loja, uma vez que a saída deles esteja muito baixa.

10. Antecipação de movimentos futuros

Esse é um ponto importantíssimo para se destacar, uma vez que essa é uma das melhores maneiras de fidelizar clientes. Como a ferramenta de BI permite que ter mais dados do consumidor, é possível conseguir antecipar às demandas de clientes.

Fonte: IT MIDIA

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Como fazer networking em eventos onde você não conhece ninguém

Eventos de final de ano são uma ótima oportunidade para aumentar suas conexões profissionais. Veja as dicas de especialistas para se dar bem

A mesa de café ou de drinks é um ótimo lugar para começar uma conversa trivial e enriquecer seu networking a partir delas

Você chega e todo mundo parece estar enturmado, conversando nas mesas do almoço ou trocando informações de trabalho e negócios. Estabelecer contatos e conversas significativas em eventos profissionais nem sempre é fácil, mas é um passo importante para estender sua rede de conhecidos. “Eventos são ferramentas de crescimento, por isso incluo na minha agenda. Networking foi essencial na minha carreira pois tudo acontece com base nas relações”, diz Gisele Perasolo Alves, diretora de marketing global do Yahoo, que inclui eventos profissionais em sua agenda com frequência.

A executiva percebeu a importância de sua rede de contatos ao ser expatriada no momento em que começavam os lockdowns por conta da pandemia. “Eu tinha chegado em Nova York há menos de um mês quando as portas se fecharam, então criei maneiras de me conectar”, diz. Aqui, Perasolo e especialistas em carreira dão dicas de como estabelecer novas conexões durante esses eventos e abrir os horizontes profissionais – em suma, como fazer networking de qualidade.

Planeje o networking

“Networking bom depende de autoconhecimento. O que você pretende alcançar e o que pode oferecer aos outros?”, diz Perasolo. Ela diz planejar muito bem o que vai fazer em cada um dos eventos e encontros, já que o tempo é curto e quer aproveitar ao máximo o fato de estar ali. Estudar os assuntos, o que eles podem render e as pessoas que podem estar lá e que possam trazer riqueza e conhecimento para sua vida e carreira são bons pontos de partida.  Vá com seu elevator pitch (o resumo do que você faz que caiba no tempo de uma viagem de elevador) preparado. “Se alguém perguntar o que você está fazendo ou que projeto está desenvolvendo, é bom ter isso na ponta da língua e saber priorizar o que quer comunicar.”

Esqueça a hierarquia

O receio de se aproximar de altos executivos ou de empresárias famosas pode reduzir suas chances de contatos e oportunidades. “Não gosto de começar a conversa ‘trocando cartões’. Prefiro me colocar de igual para igual com quem está ali, enxergando-o como um ser humano”, diz Perasolo. Não pensar no cargo ajuda também a tirar o peso e do receio de não ser aceito ou de não ter nada a dizer.

Mapeie o ambiente

Ao entrar em um lugar cheio de gente, identifique pessoas que também estão sozinhas. Aquelas que estão acompanhadas geralmente permanecem entre seus conhecidos. “Se você for com colegas, se afaste um pouco e dê espaço para conhecer gente nova e novas ideias. Esse é o objetivo de ir a um evento de trabalho e de fazer networking”, diz Juliana Algodoal, especialista em comunicação e sócia da Linguagem Direta.

Guarde o celular no bolso

“Ficar olhando no celular pode ser um ponto de apoio para lidar com a timidez quando não se conhece ninguém, mas se você fizer isso não vai estabelecer conexões com quem está presente”, diz Algodoal. Em vez de olhar no celular, cuide da sua expressão, “esboce um leve sorriso” e estabeleça contato visual com as pessoas. Você logo vai ver que alguém também está olhando e terá um motivo para se aproximar e puxar assunto.

Aproveite o cantinho do café

Se aproxime da mesa do café ou dos petiscos pois todo mundo vai passar por ali. Use o momento para comentar sobre algo que está saboroso, pergunte se a pessoa já experimentou o que está nos pratos e daí comece a conversar sobre outros assuntos.

Inove nos assuntos

Compartilhe algo que você faz e que saia do padrão. Um hobby ou uma experiência que você viveu e que possa despertar interesse e incentivar as pessoas a contarem algo sobre elas. Trazer um ponto que chamou a atenção sobre a palestra que foi dada ou citar um filme ou livro que tenha a ver com o assunto do evento também pode render conversas mais duradouras. “Eu gosto de provocar transformações, então vou levar isso também nas minhas novas conexões, vou sugerir algo para pensarmos juntos”, diz a diretora do Yahoo.

Ouça mais, fale menos

“Não precisa ‘chegar chegando’. Mostre-se interessado em ouvir, sorria, tenha uma atitude aberta. Faça algum comentário positivo, demonstrando interesse no outro. Se você souber algo sobre a pessoa, pode comentar para abrir a conversa: ‘ouvi coisas boas a seu respeito’”, diz Caroline Marcon, consultora organizacional e professora da FGV.

Faça perguntas que gerem conversas

“A maioria das pessoas fica ansiosa com o que vai dizer para agradar ou impressionar o outro nesse tipo de evento. No entanto, a melhor abordagem para um networking de valor é focar no que você vai perguntar”, diz Marcon. Perguntar sobre o que a pessoa mais gostou na palestra ou que tipo de problema os clientes mais trazem é um jeito de incentivar as pessoas a falarem e estabelecer um bate-papo. “Se você pergunta onde a pessoa trabalha ou o nome dela apenas, a conversa acaba ali”, diz Algodoal.

Ofereça algo de valor para o outro

Não existe networking sem troca. Você vai aumentar suas conexões profissionais e precisa oferecer a elas algo de valor também. Você pode oferecer uma dica útil dentro da sua especialidade, fazer um convite para um evento de interesse da pessoa. “Se alguém comentou que quer aprender a meditar e você frequenta um grupo de meditação, pode convidar a pessoa a participar de uma sessão para conhecer o trabalho”, diz Marcon.

Fonte: Forbes

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Como a TI pode criar valor para os negócios

Desde a otimização das operações até a adoção de novas plataformas voltadas à inovação, líderes de TI impulsionam as empresas a cada decisão difícil

Hoje em dia, com a tecnologia como combustível para a transformação de negócios, os líderes de TI são cada vez mais vistos como agentes importantes na busca das empresas para reforçar os seus resultados. Mas com tantas novas tecnologias e abordagens de gerenciamento emergentes, onde os líderes de TI devem se concentrar?

Perguntamos a uma série de líderes de tecnologia o que eles estão planejando neste ano e como essas iniciativas podem ser mais bem abordadas para agregar valor a suas organizações, com base nas prioridades dos negócios. Alguns envolvem a adoção de tecnologias emergentes para fluxos de trabalho e produtos aprimorados; outros incluem novas abordagens de como o trabalho é feito.

Veja o que os líderes de tecnologia pensam sobre o que deve ser prioridade para a criação de valor em 2019.

Olhe para frente

Várias fontes com as quais conversamos mostram preocupação com a economia para os próximos anos. Um relatório recente da Forrester prevê que a desaceleração do crescimento econômico global reduzirá o crescimento do mercado de tecnologia, de 4,5% em 2019 para 3,8% em 2020.

“A incerteza econômica limitará os gastos com novos projetos”, sugere o relatório. “Além disso, a lacuna de crescimento entre tecnologia de negócios e tecnologia de back-office diminuirá ainda mais, à medida que as empresas melhorarem seus sistemas de back-office para ajudar a reduzir os custos operacionais e preservar as margens de lucro”.

O relatório continua: “as forças positivas por trás do aumento dos gastos com tecnologia ainda persistem; essas forças incluem a crescente adoção da nuvem, novas tecnologias analíticas, como Inteligência Artificial (AI), a necessidade de as empresas investirem em tecnologias de negócios para ajudá-las a conquistar, atender e reter clientes e uma retomada nos gastos com tecnologias de back-office. E com o crescimento econômico mais fraco, a redução da receita e a redução dos lucros compensarão esses aspectos positivos”.

Robert Reeves, CTO e cofundador da Datica, cita um relatório da Black Rock, que sugere que uma recessão é altamente provável em 2021. O conselho dele? Use o orçamento disponível agora antes que ele desapareça.

“A Black Rock estabeleceu suas chances de recessão em 19% até 2019, 38% até 2020 e 54% até 2021”, diz Reeves. “Diante disso, a maior prioridade que qualquer departamento de TI deve focar em 2019 para agregar valor aos negócios é ficar cada vez melhor. Eles precisam ter certeza de que estão injetando flexibilidade e rapidez em seu processo de entrega de software. As empresas devem ser capazes de economizar quando a recessão chegar. No entanto, se isso não acontecer, a companhia sempre se beneficiará superando os concorrentes e alcançando novos mercados. Se uma empresa não realizou um mapa de fluxo de valor para o processo de entrega de software, agora é a hora. Isso identificará áreas de fraqueza e tornará super simples abordar essas questões antes que uma recessão o faça para você”.

Concentre-se nas pessoas

Jim Fagan, diretor de tecnologia e produto para plataformas globais da Telstra, nos Estados Unidos, aponta que líderes de tecnologia se concentram demais em tecnologia e não o suficiente nos relacionamentos, incluindo seus próprios colegas de trabalho, e na forma como eles trabalham juntos.

“A tecnologia sozinha não é a resposta”, diz Fagan. “Embora seja fundamental investir na tecnologia certa, colocar muita importância no papel da tecnologia para a transformação digital pode, de fato, ser uma barreira para o sucesso. Para responder com sucesso à disrupção digital, as empresas precisam ter as pessoas, a cultura e os processos certos, criando equipes que possam maximizar as novas tecnologias que estão sendo introduzidas”, aponta.

Dados de IoT

As empresas que fazem uso dos dados da IoT mencionam, com frequência, que separar o sinal do ruído pode ser um desafio. Brent Schroeder, CTO da SUSE, diz que muitas organizações conseguem capturar e analisar informações de dados, mas não têm necessariamente a infraestrutura para criar, implantar e gerenciar aplicativos de IoT.

“Se você pensar sobre a história da computação, não houve um tempo em que novas soluções transformadoras não exigissem novos recursos em infraestrutura e processos”, diz Schroeder. “À medida que a margem se torna mais inteligente, as empresas precisam de recursos de processamento e armazenamento mais eficientes para coletar, analisar e agir sobre os dados que entram, o que é, em última análise, o valor comercial da IoT. Ter a plataforma certa sempre será fundamental para o futuro da IoT e deve ser uma prioridade para todas as equipes de TI”.

Adote Inteligência Artificial e Machine Learning

Jordan Cram, CEO da Enstoa, promove o que ele chama de ambiente de dados “holístico” para empresas, com ênfase em AI e Aprendizado de Máquina como aspectos-chave da transformação digital.

“Um ambiente de dados holístico é um pré-requisito para AI, robótica e IoT”, diz Cram, “que obtém todas as informações de sua empresa fora de documentos e em uma fonte única de verdade sempre atualizada. De repente, é possível obter visibilidade em tempo real dos orçamentos e agendas. Isso também torna sua organização mais ágil e preparada para o futuro, porque coloca os dados – em vez de documentos estáticos ou software caro – no centro”.

Descentralize

Cram argumenta que a adoção de um modelo organizacional moderno é a melhor maneira de criar valor para os negócios.

“Organize o talento que você para trabalhar da melhor maneira possível para essa tarefa”, diz Cram. “Estruturas organizacionais intensamente hierarquizadas podem dificultar a introdução de mudanças. Descentralizar um pouco pode ajudar a garantir que, quando você estiver introduzindo novos modelos e maneiras de fazer as coisas, os membros da equipe adotem novas maneiras de trabalhar”.

Crie melhores experiências para o cliente

Os clientes julgarão a sua organização com base na entrega de promessas que você fez sobre seus serviços, afirma Keith Farley, vice-presidente de inovação na Aflac dos EUA, e as suas prioridades devem refletir essa realidade.

“Consideramos nosso trabalho tornar a experiência do usuário o mais simples e intuitiva possível”, diz Farley. “Lançamos novos recursos on-line e móveis para nossos clientes, atualizações de produtos para clientes e melhorias nas ferramentas das equipes de vendas, resultando em uma experiência de cliente mais simples, taxas mais altas de satisfação e retenção de cliente e maior lucratividade. É difícil vender projetos de experiência do cliente para empresas, sendo apenas o aprimoramento tecnológico a recompensa a ser vista, mas é muito mais fácil fazê-los com a percepção de recompensa pela confiança, satisfação e retenção do consumidor”.

Elimine métricas desatualizadas

Andrew Wilson, CIO da Accenture, diz que a empresa conseguiu aposentar metade de seus relatórios legados usando análise de dados (data analytics).

“Nossa organização costumava operar com dados em silos, uso generalizado de planilhas, sofisticação limitada e várias versões de dados”, diz Wilson. “Ao definir uma plataforma de análise que pudesse fornecer uma inteligência acionável, orientada por dados em nossos negócios, conectamos mais de 20.000 colegas a mais de 120 produtos analíticos que eles usam mais de 100.000 vezes por mês”.

Seja ousado

Derek Hutson, CEO da Datical, aconselha ações ousadas, misturadas com ganhos rápidos, para criar valor que você possa medir e divulgar através de sua organização.

“Faça as mudanças que precisam ser feitas – às vezes pequenas, mudanças incrementais não se movem ao longe ou rápidas o suficiente”, diz Hutson. “Ao mesmo tempo, você pode definir uma visão ousada, mas definir marcos medidos com ganhos e ganhos rápidos. Oferecer um valor rápido ajuda a acelerar o impulso e o financiamento para o resultado maior da organização. Então meça e divulgue o valor”.

Prepare-se para uma força de trabalho móvel

Ajudar as empresas a gerenciar os trabalhadores móveis em 2019 é a principal prioridade para Dan Waldinger, diretor sênior de marketing B2B da Brother International.

“Quase que universalmente, as organizações precisam de ajuda para gerenciar uma crescente força de trabalho móvel, em que os dispositivos mobile se referem à capacidade de conduzir negócios com facilidade a partir de uma variedade de locais”, diz Waldinger. “Funcionários, clientes e sócios agora esperam acesso a informações a qualquer momento e em qualquer lugar. Poucas empresas estão suficientemente preparadas para a proliferação explosiva de dispositivos sem fio no local de trabalho. A força de trabalho moderna exige flexibilidade em quando, onde e em qual dispositivo eles trabalham, mas muitas empresas não entendem que a sua infraestrutura sem fio atual não é suficiente para acompanhar essa demanda. Essas restrições são evitáveis, mas apenas com previsão estratégica suficiente”.

Proteja seus dados

Waldinger diz que vê muitas empresas gastando muito pouco em segurança de TI, e as razões podem ser mais complicadas – e mais alarmantes – do que você imagina.

“Muitas empresas ainda acreditam que os hackers não segmentam seu [hardware] ou que as ferramentas básicas de segurança são suficientes”, diz Waldinger. “Pior, algumas empresas se abstêm de gastar em soluções de segurança por causa de um senso de futilidade, já que mesmo grandes empresas com orçamentos de segurança de TI e recursos significativos sofrem violações. Começar com uma equipe dedicada de segurança de TI para executar medidas preventivas é um primeiro passo crucial”.

Os dados são um ativo e um passivo para todas as organizações, diz David Thomas, CEO da Evident ID. “Os líderes de TI podem implementar soluções que reduzem drasticamente o perfil de risco de seus negócios e, ao mesmo tempo, permitem acesso mais eficaz e seguro para as linhas de negócios para obter as respostas de que precisam. Aproveite a tecnologia para fortalecer as políticas de segurança de dados e limitar a exposição de informações pessoais, otimizando a experiência do usuário, reduzindo o atrito e diminuindo casos de fraude para os negócios. A capacidade de reduzir o risco e, ao mesmo tempo, apoiar o crescimento em toda a empresa, alinha-se às maiores prioridades de negócios e as quais incluem as políticas e práticas de segurança de dados”.

Mantenha os custos do serviço sob controle

Ryan Duguid, principal evangelista da Nintex, diz que a TI está em uma posição melhor agora do que nos anos anteriores, em termos de poder fazer chamadas que reduzem riscos e melhoram o resultado final.

“A empresa obtém a tecnologia de que precisa e a organização como um todo pode dormir à noite, sabendo que as preocupações com segurança, dados e GDPR, entre outras, estão sendo gerenciadas”, diz Duguid. “A TI é muito melhor para atender às necessidades dos negócios hoje. Tornou-se mais favorável e mais consultiva. Ela  está se engajando de forma proativa com a empresa – dando conselhos e fornecendo recomendações.”

A TI também pode ajudar a companhia a entender as perguntas que devem ser feitas, diz Duguid, especialmente à medida que o software e o serviço crescem. “A TI também está ajudando a gerenciar os gastos em toda a organização. Um dos problemas com grupos de negócios diferentes que compram suas próprias ferramentas SaaS é o custo associado a todos os serviços adicionados. A TI está lá para ajudar a fortalecer o negócio, ajudando a implantar a tecnologia certa, da maneira certa”.

Crie uma visão clara

As empresas lutam mais frequentemente para começar, enquanto tentam a transformação digital, criando barreiras ao longo do caminho, diz Fagan, da Telstra.

“Fornecer clareza sobre prioridades e a direção clara é a primeira oportunidade para os líderes impulsionarem o sucesso digital”, diz Fagan. “Sem a clareza e a visão correta no início de uma transformação digital, não há base para as equipes orientarem os planos de execução e determinarem o sucesso.”

Fonte:  IT MIDIA

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O futuro é “as a Service”

Você certamente já ouviu a palavra SaaS, sigla para Software as a Service, ou Software como Serviço. O termo se refere ao modelo de distribuição e comercialização de programas de computador no qual o cliente paga para utilizar uma aplicação por meio da internet, na nuvem, em vez de comprar uma licença perpétua e ter que se preocupar com infraestrutura e atualizações.

Até 2011, por exemplo, para ter acesso a determinada versão do pacote Office, você precisava comprar uma licença e instalar os programas no computador. Hoje a Microsoft está priorizando a distribuição do Microsoft 365, versão online por assinatura das ferramentas Word, Excel, PowerPoint e outras.

A ideia de pagar uma assinatura para utilizar um produto — em vez de comprar — já está tão consolidada no mundo dos softwares que é até estranho lembrar que um dia foi diferente. O mesmo provavelmente vai ocorrer na maior parte das indústrias em um futuro não muito distante.

O modelo “as a service” nasceu e cresceu com os softwares, se popularizou no mundo do entretenimento, com serviços de streaming como Netflix e Spotify, e agora está presente em indústrias antes inimagináveis. “Transportation as a Service”, “Housing as a Service”, “Furniture as a Service” e “Phone as a Service” já são realidade no Brasil e no mundo. Isso significa que bens duráveis, como automóveis, casas, móveis e até mesmo celulares já estão sendo assinados em vez de comprados. E a tendência é que sejam cada vez mais.

Nos dias de hoje, os consumidores, principalmente das novas gerações, estão mais preocupados com o resultado que vão obter ao utilizar um produto do que em ter sua propriedade. Querem poder se locomover da forma mais rápida e eficiente possível, na hora em que quiserem. Não querem se preocupar com manutenção, revenda, seguro ou impostos. Desejam poder trocar de carro, apartamento ou celular com frequência e cancelar seus contratos quando quiserem. Preferem pagar conforme usam, de forma automática no cartão de crédito, e, de preferência, sem acumular dívidas.

Os serviços digitais remodelaram nossas expectativas. Buscamos a mesma conveniência, flexibilidade e personalização que temos no Netflix em tudo aquilo que consumimos, seja no mundo físico, seja no digital, em compras grandes ou pequenas. Queremos receber até mesmo nossos vegetais em casa sem ter que pedir ou escolher. A tendência de assinatura de cestas orgânicas está aí para provar o ponto.

Segundo o relatório The Subscription Economy Index, que analisou companhias listadas na S&P 500, no ano de 2020 empresas com modelo de negócio por assinatura cresceram 11,6%, enquanto as tradicionais apresentaram queda de 1,6% em receitas. E essa tendência não vale apenas para empresas de tecnologia. É esperado que o mercado global de bens físicos por assinatura cresça de US$ 64 bilhões em 2020 para mais de US$ 263 bilhões em 2025, superando o mercado de serviços digitais por assinatura, segundo estudo realizado pela consultoria Juniper Research.

É claro que as pessoas não vão deixar de comprar seus bens do dia para a noite — nem mesmo deixar de comprá-los como um todo. No entanto, é inegável que as expectativas dos consumidores já não são mais as mesmas.

Por Stephanie Peart*

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Sua gestão de negócios precisa do uso ativo de dados


Atualmente, o uso de tecnologias digitais é praticamente imprescindível em qualquer tipo de negócio, e a utilização dos meios digitais incorre diretamente na geração de novos dados digitalizados. Os dados são essencialmente os fatos simples e estatísticos coletados durante as operações de uma empresa, sendo que essas informações podem ser usadas ​​para medir ou registrar uma ampla gama de atividades do negócio – tanto internas, como externas. Embora os dados em si possam não ser propriamente informativos, eles são a base de todos os relatórios e extração de insights importantes e, como tal, são cruciais nos negócios.

A coleta de informações para analisar os aspectos de uma organização e seus clientes se tornou parte integrante da administração de um negócio. Nesse contexto de ampla digitalização dos dados nas empresas, e considerando a alta competitividade do mercado, o desafio da gestão de dados ganhou protagonismo no ambiente corporativo, promovendo o surgimento de inúmeras soluções voltadas à inteligência de dados. Dessa forma, empresas de diferentes segmentos da economia começaram a se beneficiar do uso estratégico dos seus dados, transformando a permanentemente a cultura corporativa.

As vantagens de uma cultura orientada por dados

Lideranças corporativas e executivos têm à disposição quantidades inéditas de dados ao seu alcance. Essas informações, se bem utilizadas, podem gerar uma série de vantagens e oportunidades aos negócios. Melhor satisfação do cliente, planos de ação refinados e operações simplificadas são apenas alguns dos benefícios imediatos que uma cultura orientada por dados pode proporcionar. Contudo, em alguns casos, as empresas podem encontrar dificuldades para processar uma quantidade tão grande desses dados.

A tecnologia é um fator crucial para a construção de uma cultura orientada por dados. Por isso, para que a empresa não tenha problemas de dispersão dos dados, e acabe não conseguindo atingir o seu máximo potencial, a etapa da integração de dados é fundamental. Nesse sentido, para que o uso dos dados favoreça decisões mais assertivas, é preciso ter uma visão completa e unificada do negócio, de modo que os dados sejam acessíveis para todas as partes de interesse dentro de uma empresa. Assim, uma cultura orientada por dados pode diminuir riscos e custos, melhorar a eficiência operacional, propiciar novas oportunidades de negócio, e promover um melhor uso dos recursos disponíveis.

Gestão assertiva de dados garante crescimento sustentável

A gestão tradicional das empresas presumia decisões tomadas com base no empirismo e na intuição de seus líderes e gestores. Nos dias atuais, apostar exclusivamente nesses métodos pode gerar consequências graves para os negócios. O valor dos dados está na possibilidade de usá-los para que os líderes de negócios tomem decisões sólidas, que podem levar a um melhor desempenho dos negócios, operações simplificadas e relacionamentos mais fortes com os clientes. Os executivos veem valor em uma cultura orientada por dados especialmente quando percebem que seus concorrentes usam os dados a seu favor.

Por fim, ressalto que a gestão assertiva de dados impacta profundamente o curso da tomada de decisão nas empresas – sem excluir de forma definitiva a experiência e a intuição desse processo. O cenário ideal para líderes e gestores é justamente a união dessas capacidades para assegurar decisões benéficas estrategicamente para os negócios.

Fonte: OLHAR DIGITAL

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