“A pandemia mudará o mundo de 7 maneiras drásticas”, Bill Gates

A vida será muito diferente após a pandemia — mesmo com uma vacina eficiente — de acordo com o fundador da Microsoft

Cinco anos atrás, Bill Gates participou de uma palestra do TED Talks e, basicamente, previu a atual pandemia que estamos vivendo. Isso fez com que o fundador da Microsoft fosse considerado uma das vozes mais importantes sobre o futuro, chamando atenção para o que ele pensa sobre a vida pós covid-19. Este foi o assunto do primeiro episódio de sua nova série de podcast “Bill Gates e Rashida Jones Ask Big Questions“, divulgado em novembro.

A dupla entrevistou o especialista em doenças infecciosas Dr. Anthony Fauci, que discutiu como seria a implantação da vacina e por que é importante continuar usando máscaras e outras medidas de saúde pública. Separamos aqui as principais previsões feitas por Gates. Confira:

1. As reuniões remotas serão normalizadas

Antes da pandemia, você provavelmente ficaria preocupado se um cliente pudesse se sentir “desprezado” se você optasse por fazer uma reunião virtual.

“Assim como a Segunda Guerra Mundial trouxe as mulheres para a força de trabalho e muitas delas permaneceram, essa ideia de ‘Eu preciso ir para lá fisicamente?‘ pode ter vindo para ficar”, diz ele. Isso vale não só para as reuniões de trabalho como também para outras interações pessoais.

“A ideia de aprender, fazer uma consulta médica ou uma reunião de trabalho baseada apenas na tela mudará drasticamente”, prevê Gates.

  1. O software terá melhorado (e muito)

Não só a ideia de uma reunião à distância parecerá mais natural, mas Gates também acredita que as ferramentas para fazer isso serão muito melhores do que as que estamos usando agora.

“O software era meio desajeitado quando tudo isso começou, mas agora as pessoas estão usando tanto que ficarão surpresas com a rapidez com que inovaremos os softwares”.

  1. As empresas poderão adotar um escritório “rotativo”

Se estivermos produzindo mais à distância, isso significa que precisaremos ir menos ao escritório e isso terá efeitos significativos. O primeiro deles será sentido em como as empresas tomam decisões imobiliárias.

“Acho que as pessoas irão menos ao escritório. Você pode até mesmo dividir escritórios com uma outra empresa em que seus funcionários entrem em dias diferentes”, sugere Gates.

  1. Escolheremos onde morar 

Os efeitos indiretos de um trabalho remoto não param por aí. Eles também vão remodelar nossas cidades e comunidades, acredita Gates. Os centros urbanos serão menos importantes, e nossos bairros ganharão uma atenção extra.

“Nas cidades que têm muita procura, como San Francisco, é gasto uma quantia absurda em aluguel”, ressalta. Sem o fardo de um escritório que você precisa visitar todos os dias, ficar em lugares tão caros torna-se menos atraente, e uma casa maior em uma cidade menor com menos trânsito, muito mais.

  1. Você se socializará menos no trabalho e mais com seus pares

Gates também observa um efeito indireto final dessas mudanças na maneira como trabalhamos e nos socializamos. Você irá gastar menos “tempo social” no trabalho, e passará mais tempo com seus familiares e vizinhos.

“Eu acho que a quantidade de contato social que você tem no trabalho pode diminuir, e então seu desejo de obter mais contato social em sua comunidade com seus amigos pode aumentar”, disse Gates a Jones.

  1. As coisas não vão voltar totalmente ao normal por um bom tempo

Se essa última previsão parece atraente, a próxima já é menos animadora. Mesmo depois de uma vacina, que seja distribuída amplamente, as coisas não voltarão totalmente ao normal até que o mundo inteiro derrote a doença.

“Há uma fase em que teremos números muito baixos nos Estados Unidos, por exemplo, mas ainda estará alto em outras partes do mundo, então a doença pode ressurgir. Acho que muitas pessoas permanecerão bastante conservadores em seu comportamento, especialmente se eles convivem com pessoas mais velhas, cujo risco de ficar muito doente é muito alto”, afirma.

A verdadeira normalidade retornará quando não apenas os EUA tiverem a pandemia sob controle, mas o resto do mundo também.

  1. A próxima pandemia não será tão grave

Se você está triste ao pensar que é improvável que você vá a shows com dezenas de milhares de fãs ainda neste ano, Gates tem uma última previsão positiva para animá-lo. Embora essa pandemia tenha sido um pesadelo, ele tem esperança de que na próxima vez que uma doença como a covid-19 surgir, o mundo se sairá muito melhor.

“O principal motivo de ter um impacto menos destrutivo é que teremos praticado, e nossas ferramentas de teste serão muito melhores. Não seremos tão estúpidos na segunda vez”, conclui.

Junte tudo isso e foque em uma imagem otimista de um futuro de trabalho mais eficiente e maior preparação para doenças. “Mas, enquanto isso, ainda temos muito que fazer”, conclui Gates.

Fonte: EXAME

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10 primeiros minutos de trabalho

Parece que não, mas os primeiros minutos do seu dia de trabalho são fundamentais para que as próximas oito horas sejam produtivas. Se você chega atrasado ou se atrapalha diante de uma caixa de entrada lotada, pode facilmente perder o foco do que é realmente importante. Por isso, o site Business Insider, especializado em negócios, elencou 10 armadilhas que costumam sabotar os primeiros 10 minutos do seu expediente.

Fique de olho para não cair em nenhuma delas:

  1. Chegar atrasado. Você sabota seu dia antes mesmo de começá-lo. Um estudo recente mostrou que chefes tendem a ver funcionários que entram mais tarde como menos conscientes e avaliá-los de maneira pior — mesmo que essas pessoas saiam mais tarde também.
  1. Não cumprimentar direito seus colegas. O clima no escritório fica mais agradável simplesmente se você conversa com os outros. Caso seja o gestor e não dê nem um “bom dia” para a equipe, sua falta de habilidade com pessoas vai acabar minando sua competência técnica. É o que defende Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho. E mesmo se você não é o chefe: sentar na sua mesa em silêncio, faz que pareça menos acessível para seus colegas.
  1. Beber café. Uma pesquisa sugere que o melhor momento para beber café é só depois das 09h30. Isso porque o hormônio do estresse cortisol, que regula a energia, geralmente chega a picos entre 08h e 09h. Quando você bebe café durante esse tempo, o corpo começa a produzir menos cortisol — e você depende mais da cafeína. Somente quando seus níveis de cortisol começarem a declinar, depois de 9h30, que você precisa de um impulso.
  1. Responder todos os e-mails na caixa de entrada. Uma vez que senta à mesa, é tentador querer resolver todas as mensagens que chegaram durante o fim da tarde e à noite. Mas segundo Michael Kerr,  especialista em carreira, os primeiros minutos da jornada de trabalho devem ser gastos olhando de forma panorâmica e elencando as mensagens por prioridade. Assim, você pode ver se há algo urgente e responder o resto mais tarde. “Verificar e-mail é uma daquelas tarefas que fazem você sentir como estivesse resolvendo questões importante, mas o perigo é que você não pode estar se dedicando a tarefas que não são prioritárias”, diz Kerr.

    5. Começar a trabalhar sem um cronograma preliminar em mente.
    Anote rapidamente o que você tem para fazer. Durante o dia, continue olhando para a lista. Dessa forma, você não é surpreendido pela notificação de uma reunião que nem lembrava pipocando na tela.
  1. Fazer as tarefas mais fáceis primeiro…
    Uma pesquisa mostra que sua energia e sua força de vontade tendem a diminuir conforme o dia passa. É por isso que é crucial tirar tarefas importantes e complicadas do caminho o mais rápido possível.
  1. …e querer fazer muitas ao mesmo tempo. Justamente por ter mais energia de manhã, é normal querer fazer um milhão de coisas ao mesmo tempo. Mas um estudo sugere que isso pode prejudicar o seu desempenho — melhor fazer uma coisa de cada vez.
  2. Alimentar pensamentos negativos. Não importa se foi o trânsito ou a briga em casa na noite anterior — não deixe esses episódios distrai-lo de suas tarefas. Taylor sugere que você coloque os pensamentos negativos “em uma caixa” para mais tarde.
  1. Ter uma reunião. De acordo com Laura VanderKam, autora de “What the Most Successful People Do Before Breakfast” (O que as pessoas mais bem-sucedidas fazem antes do café da manhã), o início da manhã deve ser reservado para tarefas que exigem foco e concentração, como a escrita. Faça reuniões quando estiver com menos energia, como no meio da tarde.
  1. Não seguir uma rotina. Cientistas dizem que seus recursos cognitivos são limitados, por isso você deve usá-los sabiamente. Não é bom gastar muito tempo decidindo o que vai fazer. Isso não significa que planejamento não seja importante — pode fazer parte da rotina. Se você já sabe o que tem de fazer quando chega, gasta menos energia mental. Ou como defende Charles Duhigg, autor de “O poder do hábito”: “A rotina basicamente nos dá a liberdade mental para pensar sobre o que é realmente importante. Dessa forma, não temos de pensar em todos os aspectos mundanos da vida”.

Fonte: ÉPOCA NEGÓCIOS

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Inteligência emocional – como aumentar a produtividade na empresa

Numa altura em que a tecnologia tem otimizado os processos de trabalho, o lado mais humano das empresas está a revelar-se muito produtivo.

Reconhecer, perceber e gerir as nossas próprias emoções e as das pessoas que estão à nossa volta. É desta forma que Paulo Moreira, um dos maiores especialistas da área, define o conceito de inteligência emocional.

“É um conceito que está cada vez mais disseminado e que as próprias empresas já notam que é super importante desenvolver juntos dos seus colaboradores e dos líderes”, explica em entrevista ao Dinheiro Vivo, a propósito do lançamento recente do seu novo livro Inteligência Emocional: Uma abordagem prática.

O motivo é simples: funcionários com uma inteligência emocional mais desenvolvida são funcionários que tendem a ser mais produtivos, eficazes nas suas tarefas e também mais satisfeitos com os seus trabalhos.

“Temos um programa aberto ao público que se chama Resiliência com Inteligência Emocional – fazemos uma intervenção de três horas em pós-laboral e depois os participantes são acompanhados diariamente de forma não presencial. Medimos, antes e depois, os níveis de stress, felicidade, ansiedade e resiliência através de autorrelato e temos tido grandes números – entre 20% a 30% de diminuição de ansiedade e stress. Este tipo de competências com treino realmente tende a obter resultados”, explica.

Paulo Moreira considera que uma força de trabalho mais otimista é uma força de trabalho mais produtiva e que “grande parte das empresas do Fortune 500 já trabalham, não só inteligência emocional logicamente, mas para aumentar a satisfação de colaboradores ou o desempenho”.

O perito diz que em Portugal há um interesse crescente por esta área – já trabalhou com organizações como Vodafone, grupo Tivoli, Cruz Vermelha, Accor Hotels, Ageas Seguros, Remax, Randstad, entre outros -, mas também admite que muitas empresas ainda “preferem aplicar o dinheiro em melhorias na parte de marketing ou pensam que só os comerciais devem ter esta formação”.

“Em quase todas as empresas o orçamento de formação é curto e eles apostam na parte técnica, para os trabalhadores saberem desempenhar a sua função corretamente e depois pouco sobra para explorar estas áreas . Só mesmo aquelas empresas que estão mais conscientes da importância é que realmente depois fazem um investimento que poderá trazer resultados, mesmo que não seja a nível de produtividade, pelo menos de satisfação, o que já é muito bom”.

Paulo Moreira, que no seu livro dá 57 dicas práticas sobre como cada um pode desenvolver a sua inteligência emocional, dá ao Dinheiro Vivo um conselho mais orientado para as empresas: a iniciativa para o treino da inteligência emocional deve vir dos líderes e não dos funcionários.

“Se o colaborador começa a desenvolver competências, a ficar mais consciente dos processos de pensamento, dos estados emocionais, mas depois vê que a pessoa que está acima de si não liga a este tipo de temáticas, não se interessam e têm um comportamento que não é adequado, então mais facilmente desistem e não aplicam e até torna-se mais prejudicial”.

Desenvolver a inteligência emocional e outras características inerentemente humanas – as chamadas soft skills – podem até vir a funcionar como um elemento diferenciador numa sociedade cada vez mais influenciada pela tecnologia.

“Todos nós temos a nossa inteligência emocional, mais desenvolvida nuns pontos do que noutros. O João pode ser excelente a gerir as emoções, mas não é assim tão bom a lidar com as pessoas ou pode ser excelente a lidar com as pessoas, mas não ter uma autoconsciência desenvolvida. Acho que neste mundo mais competitivo e rápido que nós temos, estas competências permitem-nos adaptar melhor às situações, permitem que lidemos melhor com as adversidades e ganhemos mais flexibilidade cognitiva”, explica o autor.

“ Indica que as máquinas vão substituir tarefas que são mais mecanizadas, neste tipo de outras competências, pelo menos por enquanto, as máquinas ainda não conseguem substituir. Então também nós quando as desenvolvemos, tornamos isto numa mais valia para o mercado de trabalho”.

Fonte: Dinheiro Vivo

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Futuro do trabalho – quais as tendências

Faz parte da natureza humana saber o que nos aguarda futuramente. As transformações acontecem a todo o momento e, por isso, tentamos prever os próximos acontecimentos de nossas vidas. No âmbito profissional, esse fenômeno também acontece e o futuro do trabalho é uma preocupação recorrente para aqueles que desejam traçar uma rota positiva com o passar dos anos.

Flexibilidade, criatividade e adaptação prometem ser as palavras mais utilizadas no contexto profissional. Inclusive, essa é uma tendência que já vem aparecendo em muitas empresas. Timidamente ou não, organizações já iniciam sua corrida contra o tempo para saírem à frente da concorrência e se adaptarem o quanto antes.

Está interessado em ter acesso a um panorama geral sobre o assunto e adaptar a cultura organizacional da sua empresa para que os próximos tempos sejam promissores? Então, continue a leitura e saiba mais!

O que esperar do trabalho no futuro?

A realidade do futuro do trabalho e da nossa sociedade vem sendo representada há muito tempo por filmes, séries, e até mesmo desenhos animados. Por isso, muitas pessoas pensam que o destino do mundo corporativo estará tomado por robôs e que os humanos sofrerão com o desemprego.

Que as máquinas ocuparão o lugar de mão de obra humana, isso não é novidade para ninguém. Entretanto, não são os empregos que vão deixar de existir: as atividades é que serão adaptadas e, dessa forma, dividiremos o espaço com a tecnologia.

Praticamente todas as profissões têm ocupações que podem ser automatizadas. Nessa realidade, é preciso enxergar os robôs como assistentes dos seres humanos nos processos de tomada de decisões. Ou seja, firmar uma parceria com a máquina.

Para isso, será necessário desenvolver novas habilidades. A educação corporativa vem ganhando cada vez mais força dentro das empresas, que estão bastante interessadas em manter suas equipes alinhadas às novas tendências do futuro.

Quais as principais mudanças na força de trabalho?

Embora a automação seja vista como elemento fundamental para empresas cujas funções tenham tarefas bastante repetitivas e um grande volume de dados para analisar, ainda existem muitas áreas em que a interação humana é crucial. A inteligência emocional do ser humano não pode ser descartada, já que é preciso interpretar e lidar com as informações coletadas.

A inteligência artificial é até capaz de gerar diagnósticos, contudo, ainda não consegue interagir com clientes, pacientes e demais tipos de consumidores da mesma forma que uma pessoa. Criatividade, empatia, simpatia e outros comportamentos humanos são insubstituíveis.

Outro fator que não pode ser ignorado é o crescimento da população de idosos. Com o aumento da expectativa de vida, a tendência é que aumente a demanda de profissionais como médicos, enfermeiros, farmacêuticos, técnicos de saúde e demais profissões relacionadas.

Quais as tendências para o trabalho nos próximos anos?

Com o passar dos anos, o mundo corporativo foi impactado com as evoluções tecnológicas e as mudanças sociais. Globalização, envelhecimento da população e até as mudanças climáticas estão fazendo com que algumas profissões que não existiam comecem a aparecer, enquanto outras vão sumir.

Entretanto, as tendências para os próximos anos não se resumem apenas às novas carreiras. O perfil do trabalhador e a maneira de se trabalhar também estão mudando. Continue a leitura e veja sobre o que estamos falando.

1. Ambientes remotos e home office produtivo

O trabalho remoto já é uma realidade em algumas empresas. Para algumas funções, os escritórios tradicionais estão entrando em extinção e dando lugar aos espaços virtuais, principalmente, em atividades que exijam que os profissionais sejam mais criativos.

Horários e ambientes flexíveis já chamam a atenção dos melhores talentos disponíveis no mercado, além de ser muito mais barato para as empresas que não precisam arcar com os custos referentes à estrutura para manter essas equipes.

Um elemento muito interessante dessa modalidade de se montar uma empresa é que a formação de equipes remotas permite que os profissionais fisicamente distantes se unam em escritórios virtuais.

O que dá o tom ao futuro das empresas é essa liberdade de escolher como, onde e em quais horários trabalhar. A tendência é que esses ambientes se adaptem às necessidades pessoas com a ajuda da tecnologia.

2. Conhecimento por meio do EAD

Profissionais cada vez mais qualificados são a promessa para o futuro do trabalho, e a tecnologia aparece novamente como uma das aliadas a esse processo.

O modelo de educação online permite que esses indivíduos adquiram competências teóricas e técnicas no conforto dos seus lares. Como podem fazer o próprio horário de estudos, a tendência é que se qualifiquem em menos tempo e possam investir em vários cursos ao mesmo tempo.

Além disso, as próprias empresas podem contar com esse recurso para treinar seus colaboradores, com um custo bastante inferior. Esse é um recurso já disponibilizado por algumas empresas especialistas em educação corporativa e a tendência é que ganhe mais força.

3. Capacidade de autogestão

A autogestão é mais uma tendência apontada para o futuro do trabalho. Seguindo a linha de um trabalho com mais liberdade, significa que, muito possivelmente, não haverá um controle rígido sobre o desempenho, já que o mundo corporativo está caminhando para uma estrutura menos hierarquizada e mais colaborativa.

O feedback será um processo dinâmico, natural e feito em tempo real. Os colaboradores terão mais autonomia e responsabilidade para controlar o seu próprio desempenho.

4. Estabilidade via rede de contatos

Na realidade, surge um novo conceito para estabilidade: mais ligado ao potencial de empregabilidade, e não ao emprego em si.

Ou seja, se hoje a ideia de um emprego estável é estar em uma empresa que conserva seus colaboradores até a sua aposentadoria, no futuro, será o potencial do trabalhador em ser disputado por várias organizações.

Dessa forma, o trabalho passa a ser sob demanda e contratos de curto prazo, em que o networking é fundamental para que isso aconteça.

5. Trabalhar por um propósito

O salário já está perdendo a força no processo de retenção de talentos e a tendência é que essa prática se fortaleça. Isso significa que será dever do empregador encontrar um propósito para que o profissional faça parte da sua empresa e transmita isso a todo o quadro de colaboradores.

O engajamento das equipes se dará por uma causa, e não por um valor. Todos deverão acreditar na missão da empresa e envolver-se nela.

Como se preparar para essas tendências?

Com a popularização dos mecanismos em automação, somada à velocidade nas mudanças da nossa sociedade e às tendências para o futuro do trabalho, empregos atuais desaparecerão para dar espaço a funções que nem sequer foram inventadas. Isso vai afetar de forma direta o sistema educacional.

As instituições de ensino continuam sendo importantes para a construção de uma carreira, mas o protagonismo na evolução dela fica por conta do profissional. O que estamos querendo dizer é que a formação não pode ser originada de uma única fonte, pois está em constante mudança.

Nesse contexto, o aprendizado contínuo ganha destaque. Se preparar para isso é fundamental, e o primeiro passo é ter consciência de que as demandas vão se modificando a ponto de você colecionar diversas carreiras ao longo da vida. Portanto, é necessário manter-se atualizado e interessado na busca por uma qualificação constante.

Além disso, é necessário desenvolver algumas competências socioemocionais. Conheça algumas delas.

1. Inteligência emocional

A inteligência emocional é a capacidade de colocar-se no lugar do outro, agindo de maneira empática e também dominar os próprios sentimentos. Existem algumas atitudes que podem ajudar o indivíduo a desenvolver essa habilidade:

  • evitar os pensamentos negativos;
  • observar as situações que despertam agressividade, nervosismo e outros sentimentos ruins para poder contorná-las;
  • pensar antes de responder e não reagir de maneira impulsiva;
  • tentar entender o próximo antes de julgá-lo.

2. Pensamento crítico

Pessoas com o pensamento crítico apurado utilizam a racionalidade para resolver um problema. Para desenvolver essa capacidade, algumas atitudes são bastante válidas:

  • sempre questione e pesquise diversos assuntos;
  • resolve exercícios que estimulem a lógica, como sudoku e palavras cruzadas;
  • antes de entender o problema, tente compreender o cenário.

3. Pensamento analítico

Atrelado ao pensamento crítico, será necessário para o futuro do trabalho que as pessoas entendam como funciona o raciocínio baseado em dados, além de apresentarem domínio em ferramentas que proporcionam essas análises.

4. Colaboração virtual

Cada dia mais, será preciso trabalhar de maneira produtiva e engajada, independentemente da plataforma. Por isso, é importante se familiarizar com as ferramentas tecnológicas desde cedo.

5. Negociação

As habilidades em negociação são fundamentais para todos os profissionais, independentemente do cenário do mercado de trabalho.

Qual o perfil do líder do futuro?

Se a sociedade e o mercado de trabalho estão mudando, os problemas assumem uma faceta mais complexa e exigem mais elementos para suas soluções. Isso significa que os modelos de liderança também deverão mudar.

Novas tecnologias surgem a todo momento. As relações entre empresas e clientes são impactadas, como você pôde conferir até agora neste artigo. A consequência gira em torno de um público mais engajado e, nesse contexto, o papel do líder é fundamental para direcionar as equipes de trabalho para se adequarem a esse novo modelo.

Além disso, o perfil dos profissionais também está se modificando e os modelos autoritários deixaram de ser uma opção para o desenvolvimento de equipes de alto desempenho. O modelo tradicional sujeita a organização a abafar a criatividade dos colaboradores, diminuir a performance dos times, limitar a produtividade e excluir possíveis clientes em potencial.

Como você pode imaginar, os riscos para que os resultados despenquem são enormes. Por isso, essa nova realidade pede um novo perfil de líder: o que assume o papel de facilitador da rotina.

A liderança deve ter um caráter que busque minimizar a burocracia, pautado por constantes feedbacks e pela presença colaborativa e não onipresente, colocando-se sempre à disposição e a serviço para apoiar o grupo, tirar dúvidas e encorajá-los a dar o melhor de si. Aqui, é fundamental desenvolver as chamadas soft skills.

Como a tecnologia e a Internet das Coisas impactam essas mudanças?

O conceito de Internet das Coisas refere-se basicamente à revolução tecnológica que propõe a conexão dos objetos usados nas rotinas do dia a dia à internet, fazendo com que o mundo físico interaja com o virtual.

Eletrodomésticos, meios de transportes e até maçanetas de portas conectadas à rede mundial de computadores já são uma realidade no mercado. Ou seja, a Internet das Coisas já faz parte do cotidiano das pessoas.

O comércio já percebeu a sua importância. Por um lado, pode proporcionar ao cliente uma experiência de compra interativa, individualizada e autônoma. Por outro, auxilia na gestão dos negócios. O mesmo acontece com diversos outros recursos tecnológicos.

Que tal conhecer com mais detalhes em relação à forma como as novas tecnologias impactam o futuro do trabalho e das empresas?

1. Mudança no comportamento do consumidor

Há anos, vem se falado sobre a substituição do comércio físico pelo virtual. O mercado exigirá cada vez mais profissionais habilitados para a criação e manutenção de verdadeiros impérios online, com layouts surpreendentes, organização impecável e bastante intuitivos.

A parte técnica referente ao carrinho de compras e forma de pagamento também será progressivamente facilitada por recursos como o registro do cartão, oferecendo a cada cliente um atendimento prático e único.

2. Necessidade de investir em inovação

Alguns comerciantes ainda se encontram resistentes a disponibilizar a internet ao seu público, pois creem que os clientes vão se deslocar até os seus espaços apenas para consumir o Wi-Fi, sem gerar lucratividade.

Esse é um grande engano. O check-in obrigatório no Facebook para se conseguir uma conexão ativa é uma ótima ferramenta para compor um banco de dados, divulgar a marca nas redes sociais e ainda propor um ambiente de acolhimento que, futuramente, pode gerar grandes vendas. Quem trabalha ou desejar assumir a área de marketing deve ficar de olho nessa oportunidade.

3. Trabalhar a cultura da empresa

O Big Data é outra realidade presente em muitas empresas. A capacidade de coletar, organizar e interpretar um grande volume de dados ajuda a prever cenários, otimiza processos e é capaz de orientar muitas decisões.

Entretanto, é preciso que a empresa tenha uma cultura em que isso seja trabalhado. Nesse caso, é importante que os colaboradores acreditem nesse direcionamento e utilizem essas respostas sem resistência, encontrando soluções seguras durante a rotina.

Quais os benefícios para as empresas?

A tecnologia e a Internet das Coisas podem melhorar muito a gestão dos negócios no futuro. Tanto nas indústrias quanto nas empresas que têm contato direto com o cliente final, os sistemas de informação podem aumentar a produtividade, auxiliar na criação de novas estratégias e, principalmente, na melhor compreensão do mercado de trabalho.

Conhecer profundamente esse cenário é fundamental para que as estratégias sejam eficientes. Anteriormente, mencionamos o Big Data como uma das tecnologias esperadas para o futuro do trabalho. Gostaríamos de frisar novamente que os dados revelados por meio dessas análises podem trazer as respostas necessárias para que uma organização tome decisões importantíssimas, trazendo ótimos resultados.

Veja com mais detalhes os benefícios proporcionados pela tecnologia em 3 áreas.

1. Comércio

Tanto os robôs que auxiliam nas rotinas dentro de uma determinada empresa — como no caso dos caixas de supermercado em que os consumidores registram as compras sozinhos — quanto a tecnologia que pode ser aplicada em softwares para marketing, comunicação e recrutamento especializado, tudo gira em torno da otimização de serviços.

2. Indústria

A tecnologia, Internet das Coisas e inteligência artificial permitem que os gestores supervisionem em tempo real o rendimento das equipes, avaliem a disponibilidade de materiais, controlem o consumo de energia e aumentem a eficiência do processo. Com esses dados, é possível alterar as estratégias de produção para atingirem melhores níveis.

3. Saúde

A saúde também será impactada pelos sistemas voltados para a redução de custos, gestão de secretaria eficiente e banco de dados seguro. O registro do histórico do paciente e seu prontuário ficam guardados em segurança e as informações sempre à mão possibilitam um atendimento cada vez mais eficaz.

E as vantagens para os colaboradores?

A tecnologia não deve ser vista como uma vilã que chegou para roubar os empregos dos humanos no mercado de trabalho. Na realidade, ela apresenta soluções para a melhoria da vida das pessoas e não seria diferente no mundo corporativo.

A troca de dados entre as máquinas facilita o acesso à informação. Também possibilita economia de energia, otimização do tempo, processos manuais mais seguros, educação corporativa democratizada e outros aspectos positivos no cotidiano de um trabalhador.

É preciso reconhecer que as soluções proporcionadas pela Internet das Coisas e a tecnologia em si também trazem mais suporte às atividades que, em um primeiro momento, ficaram esquecidas. Por exemplo, os sistemas que integram o setor de RH e financeiro à contabilidade da empresa.

Por muito tempo, houve uma cultura de que o departamento financeiro só dizia respeito à diretoria. Hoje, a integração entre os setores proporciona um trabalho mais organizado e ágil.

Quais os principais desafios?

As mudanças para o futuro do trabalho são inevitáveis: controle de informações, novas formas de trabalho, segurança no ambiente virtual e acesso à informação são benéficos, mas também apresentam seus desafios.

Nesse contexto, o dever dos profissionais é inspecionar os avanços e evitar as distorções que podem ser causadas por esse novo conceito de trabalho. É importante conhecer os principais elementos que devem deixar a força humana de trabalho sempre alerta.

1. Privacidade

Não há como falar em tecnologia sem pensar em privacidade. Uma rede que proporciona conexão ao mundo todo precisa ser muito bem protegida, tanto no que diz respeito aos nossos dados quanto na idoneidade das informações que chegam até nós. Saber quem será o grande responsável por esse controle, além da própria sociedade, é um dos desafios.

2. Senso humano

Se nosso comportamento social, interação no ambiente público, escolhas afetivas, estilos de vida e maneira de trabalho serão afetadas pela tecnologia, o que acontecerá com o senso humano?

Existem habilidades que as máquinas não contemplam, como o pensamento crítico e a inteligência emocional. Cabe aos indivíduos entender a importância da sensibilidade humana para o futuro do trabalho, de modo que sejam fundamentais para a interpretação dos resultados fornecidos pelas máquinas.

3. Mau uso da inteligência artificial

Saber diferençar avanço e progresso de projetos elaborados para prejudicar a humanidade pode não ser tema de filme de ficção científica, mas da realidade.

Será que não é hora de a sociedade estudar a possibilidade de uma nova legislação, que possa mediar a programação e coloque limites no uso da inteligência artificial? Essa é uma reflexão importante para ser feita em todo esse contexto.

A grande realidade do futuro do trabalho é que a sociedade não pode agir de maneira desesperada. Empresas que criarem uma resistência ficarão para trás. Profissionais que insistirem em não se adequar a essas novas tecnologias também.

Como mencionamos algumas vezes durante todo o artigo, a tecnologia deve acrescentar pontos positivos à força de trabalho humana, e não eliminá-la. Entretanto, para garantir um bom posicionamento nessa nova realidade, é preciso conhecê-la e saber o que é possível fazer para estar alinhado a ela.

O mesmo vale para os responsáveis pela árdua e difícil tarefa de promover o recrutamento e a seleção das empresas. Se a dinâmica do mercado muda, e os profissionais mudam junto a ela, é necessário estar preparado para identificar os candidatos mais adequados a essa nova realidade, assim como as ferramentas disponíveis para manter a atual equipe sempre atualizada em relação às novidades desse novo mercado.

As palavras de ordem citadas durante todo o artigo, como flexibilidade, liberdade e inovação, valem tanto para empresas quanto para os colaboradores. Todos os setores devem estar integrados ao novo cenário, para que as organizações não sejam engolidas pelas tendências que o futuro reserva.

Felizmente, as grandes corporações saem na frente com os exemplos que podem ser seguidos. Portanto, estar ligado ao futuro do trabalho também é uma questão de observação: toda vez que você se deparar com processos automatizados no seu dia a dia, como operações bancárias via aplicativos ou estacionamentos que recebem o pagamento do seu ticket sem necessitar de um atendente, lembre-se de que você está vivenciando uma situação em que o amanhã já chegou.

O futuro do trabalho e suas adaptações dependem de nós. Agora que você já está informado quanto a isso, é quase que uma obrigação analisar as situações do cotidiano em que essas questões se encaixam e aprender com elas. Lembre-se de que nós somos os responsáveis por toda essa revolução!

Fonte: Robert Half

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BUSINESS INTELLIGENCE NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

REFORÇO NA GARANTIA DA QUALIDADE

Business Intelligence (BI – inteligência de negócios) é a integração do negócio, do gerenciamento e da tecnologia da informação (TI), como revela o Jornal O Semanário. Essa abordagem pode ter papel importante no sistema de garantia da qualidade na indústria farmacêutica.

De acordo com especialistas ouvidos pelo jornal, o BI é uma forma inteligente de otimizar falhas e manter o negócio em destaque. “Business Intelligence na indústria farmacêutica pode se tornar o repositório de escolha para todos os dados brutos, métricas de benchmarking e dados de transparência”, revelou ao O Semanário o especialista em tecnologia da informação Alexandre Guercione Bergmann.

Tendo em vista que os dados estão se tornando cada vez mais disponíveis, é essencial para as empresas farmacêuticas manter ou melhorar a qualidade das informações contidas em relatórios individuais, o que aumenta sua capacidade de permanecer em conformidade com os regulamentos em constante mudança em todo o mundo. Há necessidade de soluções que possam explorar, analisar e traduzir a grande quantidade de dados em percepções acionáveis.

Para obter soluções para esses desafios, toda a captura, manuseio e processamento de dados precisam ser alterados. O tratamento de fontes de dados díspares é outro problema enfrentado pelas empresas farmacêuticas. Elas recebem dados de terceiros como clínicas, hospitais, representantes de vendas e outras fontes. Armazenar e processar esses formatos variados de dados torna-se uma tarefa complicada.

Mas as empresas farmacêuticas começaram a perceber a importância e o papel das soluções de BI para melhorar a pesquisa com o objetivo de acelerar o crescimento organizacional e reduzir custos. Essa ferramenta está encontrando uma posição nova e proeminente nas organizações farmacêuticas, incluindo gerenciamento de recursos de projetos, rastreamento da força de vendas e relatórios de conformidade regulatória. Segundo os especialistas, é difícil rastrear, comparar e manter os dados internos com os conjuntos de dados padrão fornecidos pelo governo.

Outro aspecto defendido por eles é que as soluções de Business Intelligence para produtos farmacêuticos eliminam a necessidade de interdependência dentro de vários departamentos e facilitam a recuperação de informações sempre que necessário. Os usuários de negócios não precisam depender inteiramente de seus colegas para acessar dados e criar painéis. Isso permite que as empresas farmacêuticas cumpram com eficiência a conformidade e notifiquem os departamentos ou processos que não atendem aos padrões em tempo real.

Segundo Alexandre Bergmann, fornecedor de projetos de Business Intelligence para grandes empresas farmacêuticas, o uso eficaz de inteligência de negócios por equipes de vendas e marketing pode levar a melhores taxas de retenção de clientes, maiores receitas de campanhas de upsell/vendas cruzadas e maiores níveis de satisfação do cliente. “Isso é de grande interesse para a indústria farmacêutica e de grande interesse para as equipes de desenvolvimento de negócios”, afirmou o especialista.

Com o BI, o usuário é capaz de monitorar uma grande quantidade de dados que fluem por toda a organização e transformá-las em informações úteis e acionáveis para obter maior proficiência e melhor tomada de decisões. Ele fornece visualizações na forma de relatórios interativos que permitem, por exemplo, prever o que deve ser vendido com mais frequência, qual categoria ou produto terá melhor desempenho em termos de vendas e quando será feita a venda. Isso leva ainda mais a melhorias downstream significativas, como pedido aperfeiçoado, níveis de estoque ideais e margens de lucro mais altas.

Ao utilizar as soluções de BI, as equipes de marketing e vendas podem melhorar a precisão de suas previsões e identificar a demanda sazonal, medicamentos de movimento lento, outliers e outras informações. Além disso, reduz os custos operacionais com a otimização do processo de gestão de vendas e ajuda a otimizar a colaboração e a troca de informações com clientes, fornecedores e parceiros.

“Vimos as demonstrações de 30 fornecedores de soluções de inteligência de negócios e não vimos nada desse calibre ainda. Esta é uma ferramenta de transformação de dados desenvolvida de maneira eloquente. Ficamos agradavelmente surpresos com a lógica por trás da demonstração”, revelou ao Semanário o presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murilo, a respeito das soluções de BI prestadas por Alexandre Bergmann à multinacional.

Ganhos para a garantia da qualidade

O Business Intelligence pode ser um reforço significativo para a garantia da qualidade na indústria farmacêutica. Ao aproveitar o poder do BI e análises, os laboratórios podem aproveitar as verificações de qualidade necessárias para garantir a entrega do produto com a melhor qualidade. As empresas farmacêuticas estão sob intensa pressão para expedir produtos para o mercado e, ao mesmo tempo, manter os custos baixos. É imperativo monitorar e gerenciar dados clínicos para conseguir isso.

Com os recursos analíticos das ferramentas de BI, torna-se fácil, segundo os especialistas, rastrear as informações fornecidas por testes clínicos e processos de pesquisa. Além disso, os insights obtidos com a implementação de BI permitem que as empresas farmacêuticas identifiquem tendências e inconsistências, bem como inspecionem os riscos durante o desenvolvimento e lançamento do produto.

De acordo com Alexandre Bergmann, as três áreas do negócio farmacêutico que são mais impactadas pelas soluções de inteligência de negócios são marketing, vendas e cadeia de suprimentos. No entanto, com conformidade variável, o BI está emergindo para ser uma virada de jogo para a indústria farmacêutica.

Os líderes de negócios estão procurando estratégias que enfatizem a aplicação de dados para enfrentar vários desafios de negócios. “É uma maneira da indústria farmacêutica usar essa tecnologia para reposicionar medicamentos, mostrando superioridade comparativa. Esses dados podem apoiar uma mudança no rótulo”, ponderou Bergmann.

Fonte: ICTQ

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O crescimento de Business Analytics nas empresas.

Business Analytics movimenta bilhões de dólares ao redor do mundo, e a tendência é continuar tendo uma participação destacada como investimento das empresas. Isso acontece pois todos estão em busca de soluções que permitem aumentar resultados, num ambiente de concorrência cada vez mais agressiva.

O crescimento está ligado à aceitação e constatação dos benefícios que essa ferramenta vem oferecendo. Com impacto direto de retorno às empresas: aumento de exposição de suas marcas, ampliação de mercado, redução de custos e direcionamento para soluções de previsões de negócios.

Qualquer empresa pode utilizar essa ferramenta, independentemente de seu porte e ramo de atuação. Torna-se um grande diferencial para ampliação de sua participação no mundo corporativo.

Com impacto direto em redução de custos e aumento de receitas, permite alcançar a satisfação com o gerenciamento do negócio e trazer retornos concretos para a empresa.

Conjugação de ferramentas para alcançar melhores resultados

Business Analytics trabalha em conjunto com outras ferramentas, como as do Business Intelligence (BI). Com as técnicas de BI é possível organizar e estruturar os dados para uso do Business Analytics.

Ambas, trabalhando em conjunto de formas específicas, conseguem apresentar referências importantes para as empresas. Auxiliando na tomada de decisões adequadas e com segurança nas bases analisadas.

Começar a investir nesse tipo de iniciativa exige um trabalho de educação da organização inteira. Dessa forma, cada área da empresa terá o maior aproveitamento possível de seus recursos, gerando melhorias em resultados.

Investir em aperfeiçoamento e qualificação das equipes é fundamental para ampliar as possibilidades de retorno com o uso dessas ferramentas. Também funciona como forma de incentivar a equipe a buscar novos conhecimentos, participação de inovações tecnológicas em suas rotinas. Dessa forma, ocorrerá uma mudança cultural em toda a organização e sua elevação a um novo patamar de Governança Corporativa.

Qual o caminho para implantar Business Analytics?

As empresas devem recorrer a uma consultoria especializada em soluções de tecnologia corporativa, a qual apresentará propostas adequadas às suas necessidades em Business Analytics. Assim, é possível conduzir sua organização a encontrar e implantar soluções eficazes.

Para isso, é indispensável contar com uma empresa que oferece todo o apoio tecnológico, com pessoal qualificado para acompanhar a implantação de um projeto de Analytics.

O que aprendemos sobre Business Analytics?

Business Analytics é um recurso fundamental para empresas que desejam se manter competitivas, com ganhos de produtividade efetivos. Portanto, uma estratégia competitiva, que contribui para o fortalecimento da Governança Corporativa.

O crescimento de seu uso está relacionado diretamente aos resultados apurados. Assim, vai continuar crescendo a medida que as empresas perceberem seus benefícios e retorno ao investir na ferramenta.

Fonte: Data Experience

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Indústria 4.0, principais cenários de negócio

A indústria 4.0 ou 4ª Revolução Industrial

Esses termos começaram a ser difundidos em 2011, durante a principal feira de tecnologia industrial do mundo — a Hannover Messe. Àquela época, caracterizavam a estratégia do governo alemão  que visava aprimorar o processo produtivo.

 1. Setores de apoio

Será indispensável haver investimento em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, tanto pelo setor público quanto pelo privado. Esse nicho ganha espaço, bem como o das instituições acadêmicas, que também serão responsáveis pela formação de profissionais.

As startups focadas em inteligência da informação, além da customização de produtos e e-commerce continuarão em alta.

2. Indústria Farmacêutica

Para esse segmento, a automação dos processos reduz, consideravelmente, os procedimentos manuais, o que assegura a diminuição do custo operacional.

3. Agroindústria

O agronegócio colhe, literalmente, benefícios a partir do uso das tecnologias da indústria 4.0, especialmente a IoT e o Big Data. As máquinas inteligentes permitem ganhos consideráveis em produtividade. Além disso, as inovações se estendem à bioeconomia, com o desenvolvimento de processos limpos.

Para o cliente ter acesso a todos os dados do produto o QR Code é um exemplo dessa tecnologia. Empresas que oferecem essa alternativa saem na frente para elevar a confiança nas relações de consumo.

5. Fornecimento de energia

Desenvolver e viabilizar fontes alternativas de energia, principalmente as renováveis, são demandas para a redução dos custos de produção. Com certeza, o cenário competitivo alinhado às boas práticas de sustentabilidade exigirá tal investimento.

6. Construção civil

Nesse setor, a baixa produtividade, as falhas executivas, a obsolescência e os desperdícios são os principais responsáveis por prejuízos. Por isso, a tecnologia de ponta e a realidade virtual são fundamentais para o desenvolvimento de novas técnicas construtivas e  procedimentos automatizados que reduzam, ao máximo, a interferência humana.

Algumas soluções já trazem resultados promissores, como a geolocalização de alta definição, o uso da metodologia BIM na elaboração dos projetos e a implantação de sistemas de gestão para integração e digitalização dos processos.

Além disso, a IoT e o Big Data têm papel fundamental para análise do grande volume de dados gerados, aprimorar a segurança dos processos e embasar as pesquisas de materiais renováveis e com alto desempenho — nanotecnologia, aerogel, concreto auto curável, pré-moldados, entre muitos outros.

7. Transporte e logística

A distribuição da produção precisa se adequar à demanda do consumidor, que prioriza cada vez mais as compras online e exige comodidade e rapidez no recebimento de seus produtos.

A tendência é que as oportunidades de negócio na indústria 4.0 se expandam ainda mais.

Fonte: Engeman

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5 Fatores Que Definem o Futuro da Ciência de Dados

Para ajudar as empresas a se preparar para o futuro da Ciência de Dados, descrevemos os cinco fatores principais a seguir que moldam o setor de Data Science.

  1. Tornar os dados acionáveis para a Ciência de Dados

Dados mal preparados são um dos maiores obstáculos ao sucesso da Ciência de Dados. Para acelerar projetos de Data Science e reduzir falhas, os CIOs e CDOs (Chief Data Officers) devem se concentrar na melhoria da qualidade dos dados e no fornecimento de dados para as equipes de Ciência de Dados que sejam relevantes para os projetos em questão e sejam acionáveis.

  1. Escassez de talentos em Ciência de Dados

Embora a Ciência de Dados continue sendo uma das áreas de maior crescimento para os recém-formados, a necessidade excede em muito a oferta disponível. A solução é procurar meios alternativos de acelerar o processo de Ciência de Dados e democratizar o acesso à Ciência de Dados para outros profissionais qualificados em outras áreas.

  1. Acelerando o “tempo para valorizar”

A Ciência de Dados é um processo iterativo. Envolve criar uma “hipótese” e testá-la. Essa abordagem envolve vários especialistas – desde Cientistas de Dados a especialistas em áreas de negócio e analistas de dados. As empresas devem encontrar maneiras de acelerar o processo de Ciência de Dados para tornar esse processo de “tentativa, teste e repetição” mais rápido e previsível, gerando valor o mais rápido possível.

  1. Transparência para usuários corporativos

Uma das maiores barreiras à adoção de aplicativos de Ciência de Dados é a falta de confiança por parte dos usuários corporativos. Embora os modelos de aprendizado de máquina possam ser muito úteis, muitos usuários de negócios não confiam em processos que eles não entendem. A Ciência de Dados deve encontrar maneiras de facilitar a explicação dos modelos de Machine Learning para os usuários corporativos a fim de aumentar a confiança desses usuários e consequentemente a adoção de soluções baseadas em Ciência de Dados.

  1. Melhorando a operacionalização

Outra barreira ao crescimento da adoção da Ciência de Dados é o quão difícil ela pode ser operacionalizada. Os modelos que geralmente funcionam bem no laboratório não funcionam tão bem em ambientes de produção. Mesmo quando os modelos são implantados com sucesso, o crescimento contínuo e as alterações nos dados de produção podem impactar negativamente os modelos ao longo do tempo. Isso significa que ter uma maneira eficaz de “ajustar” os modelos de Machine Learning – mesmo depois que eles estão em produção – é uma parte crítica do processo.

Veremos uma explosão na busca por Cientistas de Dados e profissionais qualificados (como Engenheiros de Dados, Analistas de Dados, Engenheiros de Machine Learning e Engenheiro de IA) nos próximos anos, à medida que mais empresas adotam uma cultura data-driven e compreendem que as decisões tomadas com base em dados serão fundamentais para que a empresa se mantenha competitiva em um mundo cada vez mais digital.

Referências: Future of data science: 5 factors shaping the field

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6 habilidades mais procuradas do futuro

Pandemia induz empregadores a analisarem as capacidades que a força de trabalho precisará ter nos próximos anos

Pesquisa com 5.220 profissionais de 31 países conduzida pela Robert Walters buscou avaliar a experiência deles com relação ao trabalho remoto durante a covid-19, bem como as expectativas para o pós pandemia. Nessa pesquisa, os entrevistados também compartilharam quais as habilidades mais demandadas do futuro e quais as mudanças que a pandemia trouxe para o mundo corporativo.

Durante e por muito tempo após a pandemia, a Quarta Revolução Industrial levará aos mercados uma rápida transformação tecnológica – e as empresas precisam de pessoas que possibilitem e maximizem o valor dessa transformação. Embora a inteligência artificial (IA) cuide de tarefas mais administrativas e transacionais, os humanos continuarão no controle em última instância, alerta a consultoria

As habilidades de pensamento crítico continuarão sendo muito demandadas, motivo pelo qual, conforme a pesquisa, os gerentes de contratação afirmam que as cinco habilidades sociais mais procuradas no futuro serão:

Comunicação

As empresas precisarão de gente que, além de visualizar o potencial comercial da tecnologia, também traduza essa visão de forma a inspirar os colegas.

Inteligência Comercial

Os dados serão o combustível que alimentará os novos produtos, serviços e inovações. Serão muito requisitados os profissionais que possam converter dados em inteligência comercial. 

Gestão/liderança

Os mercados estarão em mudanças constantes, e as empresas necessitarão de líderes que conduzam e motivem as equipes a se ajustarem à mudança contínua.

Colaboração

Muitas empresas terão uma força de trabalho cada vez mais remota, necessitando de pessoas que colaborem e promovam a cultura em equipes virtuais.

Gestão de crise

Num mercado altamente volátil, os empregadores buscarão profissionais que tenham proatividade para mitigar riscos, gerir a segurança cibernética e auxiliar as empresas em momentos de desafio.

Capacidade de adaptação

Juntamente com essas habilidades sociais, os gerentes de contratação devem procurar identificar os profissionais que demonstrem uma prontidão para a adaptação, dada a contínua evolução da digitalização da força de trabalho. Estarão em alta os profissionais que tenham sido expostos à transformação digital e que contem com as habilidades digitais necessárias para cumprir sua função num cenário em que as tecnologias continuam a evoluir e influenciar a função/ setor em questão.

“O velho ditado ‘o que pode ser medido pode ser administrado’ não vale somente para as habilidades técnicas que os colaboradores precisam aprender – vale também para qualidades intrínsecas como resiliência, comunicação e colaboração. Os gestores devem destacar essas qualidades nos planos de desenvolvimento de desempenho pessoal, definindo os passos que os indivíduos precisarão tomar para praticá-las e afiá-las”, finaliza Kevin Gibson, CEO Latam da Robert Walters.

Fonte: IT MIDIA

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5 prioridades de um CEO durante a crise

Cinco dicas do CEO da Leader para lideranças de empresas lidarem com os efeitos da pandemia (e da recessão econômica)

Foco e eficiência sempre fizeram parte da trajetória profissional de André Peixoto. Aos 16 anos, André vendia sanduíches na escola e produtos de limpeza para comerciantes, como forma de garantir seu sustento. Aos 18, teve de abandonar os estudos para trabalhar. Foi negociante de tijolos e vendedor de carros.

Tentou empreender, mas nenhum dos dois estabelecimentos que abriu deu certo. Aos 22 anos, vendeu seu carro para pagar o primeiro período da faculdade.

Foi enxergando oportunidades em momentos desafiadores da sua trajetória que ele galgou seu caminho até se tornar CEO e, mais recentemente, principal acionista da rede de lojas Leader.

Logo que adquiriu a totalidade do negócio, no início de março, a organização entrou com um pedido de recuperação judicial. Isso antes da explosão do Coronavírus no Brasil e das subsequentes ações de isolamento e distanciamento social. “O bom de quem é traumatizado é que não existe posição sólida de caixa. Eu sou obcecado com caixa”, disse ele, em um bate-papo sobre gestão de crise com a Comunidade de Líderes da Fundação Estudar. 

Por isso, mesmo estando em um dos setores mais fortemente atingidos pela pandemia de COVID-19, o CEO vem conseguindo implementar aprendizados dos seus primeiros anos na organização, bem como guiar o time para garantir a sobrevivência pós-crise, através de uma abordagem disciplinada e de uma rígida gestão de prioridades.

O que a liderança de uma empresa deve fazer em uma gestão de crise?

Dica 1: Focar no essencial

A primeira orientação de André é entender o que é o essencial para o negócio permanecer vivo. Cada ramo tem o seu “essencial” – e, segundo ele, “normalmente quando você junta as pessoas na empresa pra julgar o que é essencial, elas erram. Nunca confie na primeira rodada do que é essencial.”

Na Leader, em primeiro lugar vem gente – esse é o maior patrimônio. “Você tem que tentar prolongar ao máximo possível sua capacidade de manter seu time funcionando. Eu e minha diretoria abrimos mão de 100% do salário para conseguir fazer a empresa rodar e outras pessoas sentirem menos”, explicou ele. Isso quer dizer que a liderança deve estar disposta a ter conversas difíceis, encarando o problema de frente. “É melhor reduzir de todo mundo do que todo mundo ser demitido com a falência de uma empresa.”

O outro essencial, para ele, é o ativo pra quando o distanciamento social terminar. Ou seja, manter as lojas intactas e evitar vandalismo e roubos. O paralelo que ele faz é de um cenário de guerra: “É como fazer uma cirurgia crítica, dentro da trincheira – tá passando bala por tudo quanto é lado na sua cabeça, mas você tem que manter a calma para operar a cirurgia”.

Dica 2: Gestão de Caixa

A segunda orientação é sempre manter uma gestão baseada em caixa, com muito cuidado para o que ele chama de “firulas de contabilidade”.

Por exemplo: “Depois que surgiu o CAPEX, muita empresa coloca os gastos como investimentos, e fica com um EBITDA bonito e distribui equity para sócios e líderes. Isso maquia a saúde financeira”. No caso do seu financeiro, a Demonstração de Resultados é baseada no fluxo de caixa. Ele entende que dívidas são importantes para gerar aumento de resultado, mas no fim, toda empresa tem que ser obcecada em gerar caixa positivo.

Por isso, ao rever o orçamento em um período de gestão de crise, André afirma que nunca se deve confiar na primeira proposta de corte de custos da equipe. “Aperte e questione cada linha. Com o tempo, vocês vão perceber que o essencial é bem menos do que imaginavam; você descobre que consegue ser mais enxuto”.

Ele diz ter visto muitas pessoas pagando contas que podem ser negociadas, e “queimando caixa” por isso. O que ele faz é sentar com seus credores para realinhar as expectativas de pagamento. “O problema não é pagar multa lá na frente, é você ficar sem caixa agora. Faça isso de forma correta”.

Dica 3: Transparência 

“Meu time nunca ouviu uma palavra de desespero saindo da minha boca. E já recebi mensagem dizendo que estavam comigo mesmo se ganhasse R$1”. Isso porque, segundo André, é papel da liderança neste momento dar clareza da gravidade da situação, mas com a serenidade de quem realmente acredita que “vamos virar esse negócio juntos, e vamos sair do outro lado – e vamos sair muito melhor”.

A única forma de estabelecer este nível de confiança – com o time e com os fornecedores – é a transparência. “Seja sincero com as pessoas, não se esconda. Não espere as pessoas chegarem até você. No geral as pessoas recebem muito bem essa abordagem direta. Se tiver dívidas, fale: não vou ter dinheiro para pagar, mas quero continuar como parceiro de negócio. Vamos conversar”

Dica 4: Manter o engajamento

O mais crítico para manter o engajamento do time – especialmente durante momentos de gestão de crise – é tornar o negócio parte do projeto de vida das pessoas. Que a passagem pela empresa faça parte da sua realização profissional, e entendida como uma oportunidade ímpar de desenvolvimento. “Se tiver significado, isso é o que engaja as pessoas”, afirma André.

Este significado, em momentos críticos, pode ser tangibilidade no alinhamento de todos os times rumo a um único objetivo: sair do outro lado. E principalmente as pessoas mais engajadas precisam ter visibilidade de que a sua retenção é a prioridade número um para a empresa neste momento.

“ A gente vai sair melhor dessa crise, mas tem que ter calma. Pode ser que a crise seja longa, mas você vai voltar ao ponto em que você estava. ”

Se for necessário reduzir o time, é preciso ser pragmático e entender que “ou você demite uma pessoa agora ou demite 4 na frente, inclusive você porque a empresa vai acabar”.

Por isso, o mais importante é conduzir as demissões necessárias de forma humana. “Entenda que é um momento de dor, e se prontifique a ajudar.”

E, para quem está do outro lado, o mais importante é não se desesperar. “Esse choque é temporário, e se você é uma pessoa capaz e entregou resultados, o mercado vai te trazer de volta. Você chegou onde chegou porque reúne habilidades que fizeram as pessoas acreditarem em você. Pode ser ser que sua empresa ou seu negócio se vão na crise, mas você não”, aconselha.

Dica 5: Prepare-se para o depois (a gestão de crise não pode ser permanente)

Por fim, nunca deixe de pensar no futuro – por mais que em certos momentos ele esteja muito nebuloso. Na Leader, a programação de reabertura está sendo planejada na defensiva, de forma conservadora. “Sei que precisamos aumentar nossas vendas digitais, mas fazer isso rapidamente agora não quero, porque sei que o que vamos conseguir vender e não sustenta o que vamos investir”, explica.

Voltando o olhar para o essencial da operação, André enxerga crises como a oportunidade de descobrir em quais aspectos a empresa pode ser mais enxuta do que se imaginava antes.

Inclusive para gestores que estão buscando financiamento ou investimento, o caminho para conseguir mais recursos é justamente “o exercício sacrificante de pensar ‘como eu rodo minha empresa com o mínimo pra ser um negócio lucrativo?’”.

“Faça o exercício de emagrecer seu negócio, se preparar para um ambiente mais restritivo. Se não for restritivo, você vai se dar bem. Mas e se for? Você estará pronto”.

Fonte: NA PRÁTICA

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