Business Intelligence – uma estratégia de negócio

B.I ou Business Intelligence é uma das estratégias de negócio mais usadas atualmente pela maioria das empresas nos mais variados ramos de atuação. Não é à toa que grandes organizações como Toyota, Avon e Fiat, têm adotado as práticas de B.I em seus processos.

O interesse deve-se ao fato de suas disciplinas garantirem vantagem competitiva, possibilitarem agilidade na tomada de decisão e capacitarem gestores para encontrarem soluções inteligentes que otimizem os processos e contribuam para a fluidez dos negócios.

E não é só nas atividades organizacionais que o B.I se encaixa. Para mostrar que ele pode ser usado independentemente da situação, citaremos um exemplo prático de sua eficácia: todo mundo se lembra da copa de 2014, certo? Sim, aquela do famoso 7×1! Uma curiosidade relacionada aos jogadores escalados para a seleção da Alemanha durante aquela copa é que todos eles tiveram seus desempenhos previamente avaliados com a ajuda do B.I.

Se você ainda subestima a importância de saber usar os dados a favor da sua empresa, esse artigo é para você! Então, continue sua leitura por que a seguir vamos desvendar além do conceito de Business Intelligence.

O que é B.I?

Se pensarmos na tradução do termo Business Intelligence ela quer dizer “Inteligência de Negócios“, mas como o conceito não trata apenas da parte comercial ou de negócios da empresa, podemos definir B.I como “Inteligência Empresarial“, pois ele engloba técnicas táticas, operacionais e estratégicas.

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, o B.I não é um software ou uma ferramenta que pode ser instalada no computador, como fazemos, por exemplo, com o Excel, Word ou qualquer outra ferramenta. Trata-se de um conceito baseado em um conjunto de técnicas e aplicações que tem como objetivo analisar, coletar, tratar e organizar uma série de dados, para que mais tarde sejam transformados em informações que tenham relevância para auxiliar empresários na tomada de decisão.

Tipos de inteligências presentes no B.I

Em meados dos anos 80 o Gartner Group – Instituto de Pesquisa e Análise do setor de Tecnologia da Informação – conceituou pela primeira vez o termo B.I e agregou outras iniciativas inteligentes a ele, com isso o B.I também passou a ser conhecido como um termo guarda-chuva. A expressão guarda-chuva é usada para definir um termo que abriga vários outros, nesse sentido o B.I abriga também os seguintes termos: Competitive IntelligenceMarket IntelligenceSales Intelligence e Counter Intelligence, que são inteligências responsáveis por análise de mercado geral, análise de mercado especifico, análise de processos comerciais, análise de concorrência e análise de clientes. Essas disciplinas do B.I fornecem informações mais segmentadas, garantindo maior previsibilidade de todos os cenários, evitando riscos e identificando novas oportunidades de negócios.

Por que o B.I pode auxiliar na tomada de decisão?

Se você acompanha os posts publicados aqui no PTI provavelmente já se deparou bastante com a expressão tomada de decisão, que nada mais é que um processo cognitivo utilizado pelas empresas para conseguirem decidir entre várias alternativas qual a melhor para alcançarem seus objetivos.

Uma empresa que não tem em seus processos a orientação do Business Intelligence, dificilmente terá a visão geral das atividades de todas as áreas. Dessa forma, quando precisar de orientação para a tomada de decisão não terá informações relevantes e correrá o risco de basear-se em achismos ou na própria intuição.

No tocante a essa questão, o B.I permite que o gestor tenha uma visualização geral de como estão fluindo os negócios, pois é possível comparar resultados, cruzar informações de clientes com históricos de vendas para criar abordagens personalizadas e padronizadas que faça sentido para o público alvo da empresa.

Benefícios

Além do suporte a tomada de decisão que é o carro-chefe do B.I, outras vantagens têm garantido que cada vez mais empresas adotem o conceito para facilitar o entendimento dos cenários tanto interno quanto externos da organização.

Diariamente as empresas lidam com inúmeros dados que podem conter informações de diversas naturezas, mas de que forma o B.I coletar, analisar, tratar e organizar esses dados pode beneficiar a sua empresa?

É simples, o sistema de B.I vai além de fornecer dados organizados e transformá-los em informações relevantes, se ele for bem administrado oferecerá soluções para minimizar perdas, melhorar o planejamento estratégico, reduzir custos, aumentar o lucro, gerar vantagem competitiva, aumentar a produtividade, automatizar processos, entre outros benefícios.

Quais áreas podem otimizar processos com a aplicação do B.I?

Quando falamos em transformação nos negócios é por que o Business Intelligence pode ser aplicado em praticamente todos os processos de todas as áreas da empresa. Onde existir uma quantidade incontável de dados que podem ser manipulados, o B.I poderá ser aplicado. Exemplos:

Área Administrativa

  • Compras
  • Pagamentos e recebimentos diversos
  • Fluxo de caixa
  • Contabilidade

Área Comercial

  • Lucro das vendas
  • Desempenho e análises comparativas de funcionários
  • Desempenho de lojas, parceiros, filiais, entre outros

Área de produção

  • Estudo de novos produtos ou serviços
  • Analises de mercado
  • Desenvolvimento

Business Intelligence e ERP

A relação entre business intelligence e o ERP causa dúvida para as empresas que já trabalham com um sistema de gestão. Por que fazer B.I se o ERP já lida diariamente com uma enxurrada de informações de todos os departamentos da empresa?

Enquanto o ERP possibilita um panorama de toda as atividades realizadas na empresa, padronizando e centralizando todas as informações de maneira clara e objetiva, para otimizar a gestão empresarial, o B.I fornece inteligência analítica para lidar com todas essas informações centralizadas pelo ERP.

De maneira simples, podemos dizer que o B.I complementa o ERP e potencializa as possibilidades de o gestor encontrar soluções mais inteligentes para lidar com situações inesperadas ou intercorrências.

Existem sistemas de gestão pensados para os modelos de negócios atuais que já tem o business Intelligence nativo do próprio sistema o que gera custos menores de manutenção e não requer processos morosos de integração.

Vale a pena implementar o B.I com a LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados já é uma realidade e muitas dúvidas estão surgindo a respeito de ferramentas, conceitos e softwares que trabalham diretamente com coleta, tratamento e organização de dados.

A LGPD não proíbe a utilização de dados de nenhuma natureza, ela apenas regulamenta a forma como as empresas deverão fazer uso dos dados e das informações obtidas a partir de estratégias como o B.I.

Dessa forma, se a empresa agir com transparência e seguir todos os princípios estipulados na lei não terá com que se preocupar.

Conclusão

O Business Intelligence é um conceito implementado nas empresas para melhorar a tomada de decisão com base na coleta, análise, tratamento e organização de dados.

Todas as áreas da empresa podem se beneficiar das aplicações de B.I, mas é importante que essas áreas já trabalhem com tomadas de decisões baseadas em dados e relatórios para que o B.I faça sentido, porque não adianta colocá-lo em prática e não saber fazer uso dos seus benefícios.

Outra questão importante é entender as reais necessidades do negócio para identificar como o B.I poderá potencializar os resultados.

Fonte: Profissionais TI (PTI)

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5 tendências de Business Intelligence

Uma estratégia de sucesso baseada na análise de dados não vem de graça: é preciso planejar, implementar e gerir com eficiência

Em 2019, a tecnologia de Business Intelligence (BI) manterá a rota de crescimento dos últimos anos. Segundo estudo recente da Forrester, as empresas estão aos poucos percebendo que uma estratégia de sucesso baseada na análise de dados para a tomada de decisão não vem de graça: é preciso planejar, implementar e gerir com eficiência.

Na opinião de Ana Paula Thesing, algumas tendências tomarão a frente no mercado de BI, atendendo com maior precisão as demandas das organizações, cada uma com sua peculiaridade.

Para ajudar as empresas a entender melhor quais são as grandes tendências que impulsionarão as estratégias de BI em 2019 e próximos anos, Thesing enumera e comenta cada uma delas. Confira:

1 – Inteligência Artificial (AI) e Machine Learning
“No que tange ao BI, o principal ganho inerente a estes dois campos é a transparência. Para parâmetros de análise de dados usados em AI e ML, a clareza das informações obtidas e trabalhadas será essencial para determinar estratégias, ações e projetos. Do contrário, as máquinas tendem a, literalmente, realizar ações indesejadas ou menos inteligentes do que o negócio, de fato, precisaria”.

2 – Linguagem natural
“A tendência este ano é de que o BI ajude sistemas de Processamento de Linguagem Natural (Natural Language Processing em inglês, ou NLP) a converter ambientes de trabalho analógicos em operações autônomas e orientadas por dados, facilitando a conversa máquina – humano, ou humano – máquina – humano, e resultando em informações mais consistentes, estratégias melhor orientadas e projetos/processos de negócio mais eficazes”

3 – Multipresença
“No mercado concorrido, ser ágil é vital. E, para ser ágil, é preciso poder gerir negócios a partir de muitas plataformas – especialmente no que tange ao mobile, permitindo tomar decisões estratégicas anytime, anywhere. Sendo assim, outra tendência do BI é realizar análises em dispositivos móveis 24 horas por dias, sete dias por semana, em um histórico único, evitando a troca de aplicativos e o resgate de dados já computados em outros devices. Integração, funcionamento e análise 24x7x365, fluxo de trabalho: mantra do BI para alcançar bons resultados para negócios de qualquer área.”

4 – Análise histórica “Dados têm trajetória. Dados constroem história. Toda empresa tem seu histórico de mercado fundamentado nos dados que compartilha, gera, analisa, comanda, interfere, exercita, trafega. Ao BI, caberá oferecer a possibilidade de consultar e analisar todos estes dados, incluindo os da própria empresa e, principalmente, os de mercados interessantes a sua estratégia, disponibilizando ferramentas para debate de resultados e incremento da diversidade estratégica, o que, em outras palavras, se resume a dar a todas as áreas de uma organização o poder de obter insights impactantes para a estratégia geral de incremento de competitividade.”

5 – Envolvimento
“Seguindo nesta linha, também é tendência para o ano o envolvimento de todos os departamentos na composição das estratégias periódicas de crescimento do negócio. Para tanto, o BI precisará alicerçar o embasamento e a cultura data driven para gestores e colaboradores-chave de todas as áreas, incitando o envolvimento com a análise de dados e sua consequente e potencial geração de insights. Passar da ideia para o plano de ação, com embasamento e foco certeiros: este será o principal papel do BI. E, sem dúvida, para os anos seguintes.”

Fonte: IT MIDIA

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INDICADORES INDUSTRIAIS – relevância e interferência

Os indicadores industriais são todos os dados que podem ser coletados dentro de uma fábrica que permitem analisar e verificar o desempenho de suas atividades e produções. São úteis, também, para prospectar cenários futuros e avaliar se determinado produto será ou não rentável.

Uma linha de produção é considerada de excelência, quando desenvolve ações baseadas em dados. Com o avanço de novas tecnologias e da indústria 4.0, isso têm se tornado mais comum, mas é preciso saber fazer.

Neste artigo, entenda a relevância dos indicadores industriais e conheça aqueles mais importantes. Acompanhe!

INDICADORES INDUSTRIAIS CERTOS, RESULTADOS CERTOS

Não adianta conhecer diferentes indicadores industriais e mensurar todos os processos internos da fábrica, se você não souber o que fazer com eles. É preciso saber quais são os indicadores corretos para a avaliação de cada situação. Por isso, é essencial investir em planejamento estratégico e definição de metas.

A IMPORTÂNCIA DE GESTORES EXPERIENTES 

A experiência prática de um gestor, outros métodos de pesquisa e fontes de informação são igualmente relevantes para as tomadas de decisões estratégicas.

Os indicadores auxiliam na análise, mas para obter um bom panorama de determinado processo ou projeto, deve-se considerar a expertise dos profissionais. Conhecimento aprofundado, indicadores industriais corretos e perspectivas diferenciadas são uma combinação de sucesso.

INDICADORES INDUSTRIAIS DE DESEMPENHO: OS KPIS

Os Key Performance Indicators – KPI – ou métricas, são usados na indústria eletroeletrônica para definir metas, estratégias e planejamento. Eles devem ter como ponto de partida um objetivo, caso contrário ocorre um acúmulo de dados em vão.

As métricas contribuem para atingir a excelência e a satisfação do cliente, bem como entender a capacidade produtiva real da empresa e a não prometer um desempenho inalcançável.

MEAN TIME TO REPAIR (MTTR)

O MTTR diz respeito ao tempo médio de reparação – ou ação corretiva – em um equipamento que falhou. É uma das principais métricas para mensurar indicadores industriais, especialmente quando há um único equipamento que executa determinada função.

MEAN TIME BETWEEN FAILURE (MTBF)

Essa métrica provém de um teste para verificar quanto tempo demora até a próxima falha numa peça. Para isso, o fabricante define a quantidade de peças a serem testadas e o tempo. Com a multiplicação dos dois se chega ao Total Power-On Hours – TPOH – tempo total de horas ligado.

OVERALL EQUIPMENT EFFECTIVENESS (OEE) 

É a eficiência geral de equipamento e mede a disponibilidade, comportamento e a qualidade do sistema. De modo geral, analisa se o sistema está ativo quando é necessário, o rendimento e número de unidades produzidas corretamente.

3 FATORES QUE INTERFEREM NOS INDICADORES INDUSTRIAIS

Agora que você já sabe como as métricas são importantes para a linha de produção, conheça três fatores que interferem na produtividade.

1. LAYOUT FABRIL

A organização da disposição das máquinas e equipamentos é decisiva para o desempenho das atividades industriais. Para elaborar um bom layout de fábrica, é indispensável avaliar:

Tipo de produção: se variar muito, uma estratégia inteligente é separar o maquinário em blocos. Já na produção em massa, o design linear é mais indicado.

Fluxo de materiais: movimentar materiais de forma desnecessária afeta a produtividade. O layout deve facilitar essa movimentação.

Maquinário utilizado: de acordo com o equipamento utilizado, o ritmo da produção pode mudar. Portanto, conhecer a eficiência de cada máquina é fundamental para determinar as métricas.

2. DELINEAMENTO DE PROCESSOS

Exceto o layout de fábrica e o uso de boas máquinas, é preciso delinear bem os processos. Isso depende do entendimento do objetivo e da capacidade de produção, e do comprometimento com a entrega. Para isso, os gestores devem saber exatamente o que os equipamentos e as equipes fazem e em quanto tempo.

3. GESTÃO DE PESSOAS

Treinar as pessoas para que elas alcancem um alto desempenho, faz a diferença nos indicadores industriais. Sem a disposição para o trabalho em alto padrão, ter apenas equipamentos em pleno funcionamento não é suficiente.

ENTENDA AS MÉTRICAS E ENTENDA SEU LUCRO

Além de determinar a fluidez dos processos e garantir a precisão do serviço entregue, as métricas dão uma noção exata sobre custo de cada peça. Assim, é possível aferir o lucro da empresa.  

Quando esses números estão claros, as empresas percebem o quanto ignoraram os custos ocultosPor essa razão, muitas optam pela terceirização, pois assim conseguem manter a excelência, reduzir custos e concentrar investimento no produto final. 

Fonte: Produza

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Gestão de Pessoas durante a pandemia

A pandemia de Covid-19 tem sido desafiadora para todos. Digo isso, em vários aspectos: econômico, político, social, de saúde, entre outros. E, nesse contexto, mais do que nunca, a área de Recursos Humanos tornou-se protagonista nas empresas por fazer gestão de pessoas. Isto porque é substancial saber conduzir as emoções e o desempenho dos colaboradores para sobreviver à crise.

Investindo em pessoas

Precisamos entender que empresas são feitas de gente e se não as temos “jogando no nosso time”, não há como garantir o sucesso do negócio. Podemos investir nas melhores ferramentas e nos métodos mais avançados de gestão, mas se não investirmos em pessoas jamais alcançaremos o resultado esperado.

A gestão de pessoas busca atender as necessidades básicas daqueles que trabalham conosco, fazendo com que esses indivíduos enxerguem propósito em estar ao nosso lado. Além de criar um clima positivo de trabalho, uma gestão de pessoas eficiente contribui para a satisfação dos clientes. Colaboradores felizes irão entregar-se genuinamente aos objetivos da empresa e buscarão arrancar sorrisos dos consumidores. É alimentar a ideia do trabalhador parceiro em vez do trabalhador tarefeiro.

Por onde começar?

Como fazer com que as pessoas joguem essa partida conosco em plena pandemia? Aqui vão algumas dicas…

1- Comunicação

Mantenha uma comunicação clara e objetiva, expondo desafios e oportunidades. Essa não é a hora de lapidar o discurso para parecer que as coisas estão ótimas. Não, elas não estão boas e todos precisam encarar essa realidade.

2- Um dia de cada vez

Fortaleça a ideia de que é preciso viver um dia de cada vez e enquanto durar esse dia todos estão juntos, trabalhando em equipe. Por isso, nada de promessas ou garantias, OK? As pessoas querem transparência e honestidade. Todos merecemos isso!

3- Tenha um ambiente agradável

Busque proporcionar um ambiente agradável de trabalho, mesmo a distância. Cuide para que exista uma atmosfera de cooperação, descontração e motivação entre as pessoas de forma que todos possam render muito mais profissionalmente.

4- Crie desafios

Provoque as pessoas a superarem seus limites. Desafie a realizarem entregas em um padrão mais elevado e invista no conhecimento delas. Afinal, todos nós esperamos que nossos líderes estejam verdadeiramente interessados no desenvolvimento humano e profissional.

5- Feedback

Sempre que possível compartilhe seu ponto de vista sobre a performance das pessoas. Nós precisamos saber onde estamos e para onde estamos indo. Faz parte da gente receber orientações de qual caminho seguir ou aquilo que precisamos corrigir. No ambiente corporativo não é diferente. A falta de feedback é um dos maiores gatilhos de insegurança no trabalho e nesses tempos isto é ainda mais forte.

6- Dê assistência

Viva a diferença! Aplique pesquisas instantâneas de clima para saber quais são as expectativas dos colaboradores (em relação ao home office, por exemplo), o que é preciso ajustar e aquilo que está dando certo; mapeie o perfil dos profissionais para encontrar as pessoas criativas; e acolha as demandas individuais, estejam elas ligadas ou não ao trabalho. Somos, sobretudo, humanos e é nosso dever dar assistência aqueles que trabalham conosco. Esse tipo de postura motiva e gera sentimento de gratidão, fidelizando as pessoas.

7- Tenha indicadores

Por fim, mas não menos importante, acompanhe os indicadores de Recursos Humanos. Sendo necessário, revise metas e missões, além de planejar-se para retomada gradual e responsável das atividades locais. Não haja no impulso e ajude a preservar a integridade das pessoas durante a pandemia do novo coronavírus. Nessa hora, agir com cautela é fundamental para assegurar a sobrevivência do negócio.

Refletir, revisar e reinventar: esses são os pilares para o setor de Recursos Humanos vencer a pandemia.

Fonte: Alterdata.

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Business Intelligence: um grande aliado para fidelizar clientes

Fidelizar clientes já convertidos é muito mais barato do que investir na aquisição de novos clientes. Essa máxima do mercado muitos empresários já conhecem, mas nem sempre utilizam as melhores maneiras para colocar isso em prática.

Entretanto, à medida que os negócios estão cada vez mais focados em dados, o trabalho para personalizar a comunicação e investir na fidelização dos consumidores que já fazem parte de sua base de contatos está mais simples. Quanto mais sua empresa conhecer os clientes, melhores podem ser seus resultados.

Para ajudar nessa tarefa, soluções de Business Intelligence podem ser grandes aliados. Desde a mensuração de possíveis atritos e perdas, até insights para atrair clientes para novas compras, ferramentas de analytics podem ser o diferencial para tomar as melhores decisões para aproveitar esta base valiosa.

Os melhores dados

Analisar dados pelo simples negócio de analisar dados não se faz. As melhores estratégias de analytics se fazem em cima da qualidade dos dados, mas isso envolve o trabalho de mapear bem os perfis e comportamento dos clientes, assim como os processos internos da empresa.

Comece ao capturar o máximo de informações possível. Isso ajudará você a entender onde estão seus clientes, o quanto eles gastam, quais deles retornam, o tempo que eles levam para fazer uma nova compra e quais são os produtos que eles preferem.

Ao estabelecer estas informações importantes, com o apoio de uma ferramenta de BI você já pode extrair insights para tomar decisões mais concretas – dessa vez, com base em dados reais.

Quer um exemplo? No caso de um e-commerce, saber quais são os produtos preferidos de determinados clientes pode ser o ponto de partida para criar campanhas segmentadas de marketing, aumentando a chance deles voltarem para comprar uma segunda, terceira ou mais vezes, inclusive aumentando seu ticket médio.

Uma ferramenta de business intelligence pode entregar essas informações de forma simples e ágil para seus times de marketing e vendas, aumentando a sua assertividade na hora de reconquistar compradores.

Garantindo a satisfação

Como bem sabemos, nem sempre o pós-venda é algo tranquilo, já que problemas e devoluções podem atrapalhar a satisfação do consumidor. Por outro lado, usar uma estratégia de dados e analytics pode ser ajudar a transformar possíveis dores de cabeça em uma fonte de bons resultados.

De olho nos dados, é possível mapear pontos que menos satisfazem o cliente em relação ao serviço ou produto da sua empresa, aumentando as chances dele voltar para comprar mais. O frete está caro ou demora para chegar? Seu atendimento demora demais para fazer a troca de um produto indesejado ou defeituoso? Com base nos dados de logística, dos sistemas de atendimento ou do próprio feedback dos consumidores, é possível identificar e solucionar estas questões.

O uso de business intelligence para aumentar a satisfação do cliente também vale para a presença nas redes sociais e sites. A bem da verdade, uma boa ferramenta de BI pode ser um grande amigo em reunir informações pouco estruturadas de fontes como Twitter, Facebook, LinkedIn e até mesmo sites como o ReclameAqui, ajudando gestores a ver pontos fortes e outros onde eles podem ser melhorados para aumentar a fidelidade do consumidor.

Cuidar da fidelização dos clientes não precisa ser um processo de tentativa e erro. Com o apoio de ferramentas de BI, seu negócio aumenta as chances de reter clientes e transformá-los em compradores regulares. Em um mercado em que conquistar um novo cliente pode ser até cinco vezes mais caro do que manter um já existente, investir na excelência do serviço através da análise de dados é um ótimo caminho para faturar mais e melhor.

Fonte: COMPUTERWORLD

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10 ações para empresas diante de uma pandemia

Neste momento em que mais de 100 países procuram se preparar ou gerenciar os impactos de uma pandemia, muitas empresas desempenham ativamente suas responsabilidades diante de seus profissionais e da sociedade. Como protagonistas da economia e do ambiente de negócios, as organizações têm como responsabilidades básicas a boa condução dos negócios e o cuidado com seus funcionários. Face à atual pandemia global, a Deloitte acredita que, quanto maior a urgência, mais é necessário que regras sejam estabelecidas e seguidas para que os desafios sejam enfrentados com reflexão e resiliência.

O avanço contínuo do novo coronavírus levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a defini-lo como pandemia. Diante disso, neste momento, as empresas podem estar expostas a uma série de riscos estratégicos e operacionais, como atrasos ou interrupção do fornecimento de matérias-primas, mudanças nas demandas de clientes, aumento de custos, insuficiências logísticas que levam a atrasos em entregas, questões de saúde e segurança de funcionários, força de trabalho insuficiente e desafios referentes a importação e exportação de produtos.

Com base em nossas análises das principais práticas de empresas de todo o mundo em Planos de Continuidade de Negócios (BCP) e gerenciamento de grandes emergências de pneumonias infecciosas atípicas, Influenza H1N1, Febre Hemorrágica do Ebola e outras importantes doenças, recomendamos que as empresas coloquem em prática as 10 ações a seguir para lidar com as incertezas futuras:

  1. Estabelecer equipes de tomada de decisões de emergência
  • As empresas devem estabelecer imediatamente equipes de tomada de decisão para assuntos urgentes temporários, como uma “Equipe de Resposta a Emergências” ou um “Comitê de Gestão de Grandes Emergências” para definir os objetivos a serem alcançados e criar um plano de emergências, além de garantir que as decisões possam ser tomadas o mais rápido possível em diferentes situações;
  • Quanto aos membros desse comitê, a empresa deve avaliar seus próprios profissionais e, se necessário, trazer novos para adequar seus negócios às características regionais.
  1. Avaliar os riscos e esclarecer mecanismos de resposta a emergências, planos e divisão de trabalho
  • Muitas empresas já possuem “planos de contingência de emergências” ou “planos de sustentabilidade de negócios”, geralmente implementando-os imediatamente em caso de grandes emergências;
  • Se uma empresa não dispor de tais planos, ela deve fazer uma avaliação imediata e abrangente de todos os riscos, incluindo questões com funcionários, terceiros, governo, demais públicos externos e toda a sua cadeia logística. De acordo com a avaliação de riscos, a empresa deve responder a questões relacionadas ao espaço do escritório, planos de produção, compras, fornecimento e logística, segurança dos funcionários e capital financeiro, assim como cuidar de outros assuntos importantes relativos aos planos de emergência e divisão de trabalho.
  1. Estabelecer um mecanismo positivo de comunicação de informações para funcionários, clientes e fornecedores, e criar documentos de comunicação padronizados
  • É importante estabilizar cadeias logísticas de suprimentos e dar segurança a funcionários e parceiros externos, assim como fortalecer o gerenciamento de informações e serviços aos clientes para evitar uma visão negativa decorrente de negligência ou inconsistência;
  • Ao mesmo tempo, o sistema de informações existente na empresa deve ser usado para coletar, transmitir e analisar informações da pandemia e emitir imediatamente avisos de riscos.
  1. Manter o bem-estar físico e mental dos funcionários e analisar a natureza de diferentes negócios e trabalhos para assegurar a adequada retomada desses trabalhos
  • De acordo com a mais recente pesquisa de recursos humanos da Deloitte sobre respostas a epidemias, 82% das empresas acreditam que “condições de trabalho flexíveis” são essenciais para os profissionais. Recomendamos que empresas estabeleçam imediatamente mecanismos de férias e trabalho flexíveis, com o suporte de tecnologias, com parâmetros de trabalho não presencial e à distância durante períodos específicos;
  • Além disso, a empresa deve estabelecer um sistema de monitoramento de saúde dos funcionários e manter a confidencialidade das informações sobre a sua saúde;
  • As empresas devem garantir a segurança de ambientes de trabalho, limpando e desinfetando com rigor locais de trabalho de acordo com as exigências de gestão das autoridades sanitárias e de saúde pública nacionais e regionais em períodos de grande propagação de doenças infecciosas;
  • As empresas devem fortalecer a educação sobre segurança durante pandemias, estabelecer diretrizes de proteção pessoal para funcionários baseadas em fatos e aumentar a conscientização sobre segurança e prevenção de riscos.
  1. Foco em planos de resposta a riscos da cadeia logística de suprimentos
  • Grandes empresas geralmente providenciam com antecedência o uso de instalações de escritórios similares em outras regiões, que possuem a mesma capacidade de áreas afetadas, para que o trabalho na “área infectada” possa ser rapidamente retomado ou para que a produção não cesse devido à falta de capacidade ou de matérias-primas;
  • Na gestão de estoques, organizações devem considerar o prolongamento do ciclo de uso das mercadorias, causado pelo bloqueio de consumo, o aumento de custos financeiros associados e a pressão no fluxo de caixa. Ao mesmo tempo, em setores com longos ciclos de produção, organizações devem se preparar antecipadamente para a retomada do consumo com a redução da pandemia, para prevenir riscos de estoques insuficientes.
  1. Desenvolver soluções para riscos de conformidade e manutenção de relacionamento com clientes decorrentes da inabilidade de retomar a produção em curto prazo
  • Após um surto, organizações devem cooperar com clientes para entender mudanças do mercado e administrar o impacto da retomada;
  • Leis sobre o cumprimento de contratos civis e comerciais devem ser observadas, já que nem todos os não cumprimentos durante uma pandemia podem ser isentos de consequências legais;
  • As empresas devem identificar e avaliar os contratos cujo cumprimento pode ser afetado e prontamente avisar a parte relacionada para mitigar possíveis perdas, assim como avaliar se é necessário firmar um novo contrato e manter evidências para uso em possíveis processos civis.
  1. Prática de responsabilidade social e gerenciamento de partes interessadas e incorporação de estratégias de desenvolvimento sustentável às tomadas de decisão
  • As empresas devem seguir o planejamento e os planos de ação unificados do governo local;
  • A divulgação adequada de informações corporativas pode melhorar a imagem de uma empresa;
  • A mais importante prática é a de conseguir implementar responsabilidade corporativa social nos setores ambiental, social, econômico e de estabilidade de funcionários, assim como coordenar relações com a comunidade e fornecedores. É necessário avaliar o possível impacto e a duração da pandemia, ajustar planos e, quanto aos acionistas ou conselho diretivo, comunicar medidas propostas e resultados de avaliações.
  1. Criar um plano de gestão de dados dos profissionais, garantindo segurança e confidencialidade de informações
  • As empresas devem estabelecer bons mecanismos de gestão de dados de profissionais, terceirizados, fornecedores, parceiros e outros profissionais com os quais mantêm contato;
  • Também é necessário formular tempestivamente planos de resposta a emergências de segurança de informações para assegurar a estabilidade da operação. Oferecer suporte à distância e interno 24h por dia, 7 dias por semana, para garantir o monitoramento de computadores, servidores, redes, sistemas, aplicativos e outros recursos de informática e, assim, possibilitar que profissionais que trabalham à distância, e que os que trabalham internamente na empresa conduzam suas atividades;
  • As empresas também devem proteger a confidencialidade de dados pessoais e dados preliminares de exames clínicos, especialmente aqueles que são pacientes (sejam clientes ou colaboradores), controlar estritamente o acesso, a transmissão e o uso desses dados. Para dados médicos e clínicos, devem ser estabelecidos controles de acesso e níveis de proteção.
  1. As empresas precisam considerar ajustes em seus orçamentos e planos de implantação, planejamento de fluxo de caixa e mecanismos de notificação prévia para comércio internacional
  • Aconselhamos que as empresas fiquem atentas ao seu fluxo de caixa, ajustem o seu cronograma de recebimentos e pagamentos para garantir recursos de acordo com o ritmo de fornecedores e planos de trabalho dos funcionários;
  • Além disso, é necessário prestar muita atenção à situação de importações e exportações no comércio internacional, especialmente às mudanças repentinas ou desastres em locais de onde grande parte dos produtos se origina, o que afetará o comércio e poderá gerar grandes perdas também para a empresa. Para prevenir tais eventos, empresas devem estabelecer “plano de cenário” de emergência para fornecedores essenciais o mais rápido possível, o que pode incluir planos de hedgeutilizando contratos futuros, comércio internacional e transporte, além de fornecedores alternativos.
  1. Melhoria dos mecanismos de gestão de risco
  • O relatório da Pesquisa de Gestão de Risco Empresarial da Deloitte mostra que 76% dos gestores de risco acreditam que suas empresas poderiam responder de maneira eficiente  se uma grande emergência acontecesse amanhã. Mas só 49% das empresas desenvolveram manuais relevantes e fizeram testes prévios baseados em cenários de emergência, sendo que somente 32% das empresas conduziram exercícios de simulações de emergência ou treinamentos;
  • Entendemos que a maioria das empresas deve encarar eventos de risco inesperados a qualquer momento − não há dúvida de que eventos desse tipo irão acontecer, mas não há como prever sobre quando irão acontecer. As empresas devem estabelecer ou melhorar seus sistemas de gestão de risco para identificar os riscos-chave e desenvolver planos para mitigá-los. Fortalecer o sistema de gestão de riscos é tão importante quanto lidar com eventos negativos quando eles se concretizam.

Fonte: Deloitte Touche Tohmatsu

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Como iremos trabalhar no pós-pandemia

Descubra dados e insights sobre o futuro dos escritórios brasileiros

Da noite para o dia, muitas pessoas saíram dos escritórios e levaram o trabalho para casa. O modelo, nunca antes implementado em larga escala no país, desafiou a estrutura de trabalho tradicional e a colaboração entre as equipes.

Para entender mais e melhor essa transformação, a IDC Brasil, a pedido do Google Workspace, conversou com quase 900 funcionários de empresas brasileiras de diversos setores e tamanhos em busca de respostas para questões do tipo: como as pessoas se sentem nesse novo cenário? Como ficam as relações entre elas? Qual o papel da tecnologia nesse contexto?

O novo cenário imposto pela pandemia trouxe uma sensação generalizada de alta carga de trabalho. Não à toa, 62% dos entrevistados afirmaram ter trabalhado mais no período1. Por outro lado, há maior valorização sobre questões como não gastar tempo no deslocamento até o trabalho e a flexibilização dos horários durante a jornada.

Estamos longe, mas seguimos conectados

Os dados mostram também que, mesmo afastadas fisicamente, as pessoas seguem conectadas. Isso porque o trabalho remoto não significa trabalho isolado. Um dos caminhos encontrados pelas empresas para fazer tudo isso acontecer foi ampliar o uso das soluções de colaboração – aplicações tecnológicas com funções como criação e compartilhamento de arquivos, email corporativo, comunicação via texto ou vídeo, entre outras.

Segundo os entrevistados, a ação que melhor define a ideia de colaboração é a “criação de conteúdos compartilhados para serem trabalhados de maneira colaborativa”. Quem já fazia isso com frequência teve uma percepção maior de produtividade durante o novo cenário:

 

Essas descobertas em torno de carga de trabalho e produtividade possuem efeitos que já vêm sendo discutidos nas empresas desde antes da nova realidade, como a saúde mental, o bem-estar e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Por isso, é importante que as empresas busquem formas de encurtar a distância e estimular a colaboração entre as pessoas, mas que também estejam atentas aos sentimentos dos seus colaboradores.

E, afinal, qual o futuro do trabalho?

Nesse novo contexto, os números da pesquisa revelam que o formato híbrido passou a ser amplamente discutido e tem ganhado cada vez mais força e adesão de profissionais e empresas no Brasil. Isso acontece porque as pessoas entendem que o trabalho 100% remoto traz vantagens, sobretudo relacionadas ao tempo, mas desvantagens com relação a ausência de interações presenciais.

Hoje, ainda sob um contexto pandêmico, empresas brasileiras já parecem adotar o modelo híbrido como o seu principal formato de trabalho:

 

E quando olhamos adiante, essa escolha ganha cada vez mais força:

 

Colaborar como cultura da empresa

A tecnologia é importante para ajudar na transformação das relações de trabalho? Sim, mas não é o único fator relevante: a cultura tem grande importância. É preciso que as empresas tenham a colaboração em seu DNA e contem com um parceiro que também a tenha.

O Google Workspace pode ajudar nessa transformação através de uma solução de colaboração segura e completa. Empresas nativas digitais – amplamente conhecidas pela sua cultura de inovação, colaboração e agilidade – já fazem uso recorrente da solução de colaboração do Google: 13 das 16 empresas unicórnios brasileiras usam o Google Workspace, por exemplo2.

Assim como a transformação digital, a colaboração está sempre em evolução. Ela depende da cultura, das pessoas e das soluções em uso pelas empresas.

Acesse a pesquisa completa para conhecer mais sobre o perfil do trabalho nos escritórios brasileiros.

Autor: Alessandro Luz Product Marketing Manager Google Cloud

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Boas práticas na videoconferência

Reuniões, apresentações, aulas, conversas, entre outras atividades realizadas remotamente, através de videoconferência, são muito populares nos meios corporativos, acadêmicos e também nos meios mais informais. Com o auxílio de recursos tecnológicos as pessoas não precisam mais se deslocar para participar de eventos os quais permitem essa interação a distância.  Algumas pessoas já estão habituadas com esta forma de comunicação que utiliza, primariamente, áudio e vídeo, lidando com maior facilidade. Em contrapartida, há quem tenha pouca experiência e, ainda, diariamente muitas pessoas experimentam esses recursos pela primeira vez.

Não é uma regra, mas certamente a experiência ajuda no processo de evolução do bom uso das ferramentas e no senso de como devemos nos comportar diante das câmeras e dos microfones. Entretanto, mesmo os mais experientes às vezes deixam passar despercebidos alguns detalhes que fazem a diferença para uma melhor experiência de todos os envolvidos na videoconferência.

Pensando nisso, e visando auxiliar tanto os novatos quanto os mais experientes com as ferramentas, este guia de boas práticas em videoconferências foi criado. A seguir, apresentamos uma série de dicas e observações a serem consideradas para que essa experiência seja positiva, favorecendo a eficiência da reunião, da aula ou de qualquer que seja o evento realizado de forma remota.

Pontualidade

Assim como em qualquer outro compromisso, também devemos ser pontuais na videoconferência. No caso das reuniões online, a facilidade de acesso de qualquer lugar por meio de diversos dispositivos faz com que a pontualidade seja cobrada com ainda mais rigor, uma vez que depende apenas do comprometimento do participante que não precisa se deslocar. As reuniões são marcadas com antecedência justamente para que todos os participantes possam se organizar para estarem presentes no horário certo. O ideal é que se faça a conexão com antecedência, preparando e testando o áudio e o vídeo antes da reunião começar de fato.

Preparação prévia

Preparar-se com antecedência para utilizar a ferramenta escolhida para a reunião, aula ou para qualquer outra atividade realizada por videoconferência é uma forma de evitar problemas e desperdício de tempo. Especialmente quando se é o apresentador ou o responsável pela reunião, esse preparo prévio certamente fará a diferença. Treinar a dinâmica da plataforma, explorando os recursos e as ferramentas disponíveis, é imprescindível para que se possa tirar o melhor proveito dela e ter uma experiência positiva, fazendo render o encontro online.

Moderador

É aconselhável ter um responsável por moderar a conferência quando existe um número elevado de participantes na sala. Esta pessoa deve, inicialmente, fazer as apresentações necessárias e introduzir a pauta da reunião. Nos casos das aulas a distância esse papel é do professor ou do monitor. O moderador é quem vai dar continuidade a conversa em momentos de silêncio e vai coordenar quando cada pessoa pode falar em momentos mais tumultuados.

Ambiente ao redor do participante

Quando o participante da videoconferência utiliza vídeo, é recomendável que ele se certifique de que o ambiente ao seu redor esteja organizado de modo que não haja muita poluição visual. Deve-se observar se existem elementos inapropriados à situação aparecendo ao fundo, como imagens/gravuras, objetos íntimos, entre outros elementos que possam causar constrangimento aos outros participantes. É importante que se faça uma reflexão sobre o estilo da reunião online em questão para que se possa adequar o ambiente, se ela é mais descontraída e entre amigos, ou se trata de algo mais formal entre participantes com quem não se tenha muita intimidade, como colegas de trabalho, clientes, alunos e professores, entre outros.

Se possível, é válido tentar evitar a circulação excessiva de pessoas ao redor do participante em vídeo. Muita movimentação pode tirar a concentração dos demais participantes da reunião. Se o usuário estiver em um ambiente onde isso seja muito difícil de realizar, a câmera deve ser posicionada de modo que o movimento apareça de forma minimizada.

Vídeo

Antes de iniciar a reunião, deve-se testar a câmera e ajustar o enquadramento. A posição mais adequada da câmera é de frente para o participante e o ideal é que o mesmo fique centralizado na tela que está sendo capturada, dessa forma o foco será feito com maior facilidade pelo equipamento. Se a câmera não puder ficar posicionada bem de frente, é melhor dar preferência para uma leve inclinação de cima para baixo e evitar a posição de baixo para cima. A distância da câmera deve permitir que o participante ocupe uma boa parte da área capturada, exibindo a pessoa dos ombros para cima. Existe uma regra básica de fotografia sobre retratos de pessoas a qual aconselha nunca deixar as extremidades da imagem tocando nas articulações, pois esse erro gera uma imagem que causa estranhamento. O topo da cabeça pode ficar de fora do quadro para que se possa aproximar mais a imagem e dar destaque aos olhos e às expressões faciais. Se a câmera utilizada for a do notebook, é preciso que se tome cuidado com a posição da mesma e que não se faça alterações na posição da tela durante a reunião para que o enquadramento não seja prejudicado.

O principal aspecto a ser observado quando se fala em captura de imagem é a iluminação. De nada adianta estar bem equipado com câmeras de alta qualidade se a iluminação não estiver adequada. Quando for possível pode-se aproveitar a luz natural, desde que não seja uma luz muito excessiva. Em locais com várias opções de luzes é válido testar a melhor combinação, observando quais pontos de luz deixam a imagem do participante mais agradável. Quando a luz vem de cima e é muito forte, ela causa muitas sombras, marcando mais as expressões do rosto. A maioria das pessoas não gosta da imagem de si mesmo com esse tipo de iluminação. Normalmente, o efeito preferido é quando a fonte de iluminação vem da frente do rosto com uma luz mais suave, que não causa sombras muito marcadas.

Ao utilizar o recurso de compartilhamento de tela é preciso ter em mente que todos os participantes da videoconferência estarão vendo o que é exibido na tela do apresentador, logo, atente-se ao que está aberto em seu computador.

Postura

Sobre o comportamento diante da câmera, é importante que se tenha uma postura condizente com a reunião em pauta. Deve-se ter em mente que outras pessoas estarão observando a sua imagem, então procure demonstrar atenção ao que está sendo discutido e exibido na reunião. Evite abrir e-mails ou se voltar a outros assuntos alheios a reunião e esboçar reações a eles porque isso causa confusão e atrapalha a concentração dos outros participantes. Além disso, é muito chato quando alguém está apresentando algo ou falando e as outras pessoas estão dispersas.

Procure falar naturalmente com uma boa entonação de voz, sem excessos. Mantenha-se, preferencialmente, olhando para a câmera de modo que os demais integrantes tenham a sensação de que você está olhando para eles. Você também pode posicionar a câmera de tal forma que ela fique bem próxima da imagem dos demais participantes, assim você poderá olhar para eles enquanto conversa sem que seu olhar fique muito desviado da sua câmera. Não faça movimentos bruscos, permaneça com uma postura firme e movimente-se suavemente, evitando assim que ocorram distorções na tela. Dê preferência às roupas mais neutras e lisas, sem muitos detalhes ou estampas geométricas, como as listradas que causam oscilações no foco da câmera.

Áudio

O microfone é um equipamento fundamental por ser o responsável pela captação e transmissão do áudio. Dê preferência aos microfones que captam som localizado, desses que ficam próximos a boca do usuário. Os microfones que captam o som do ambiente ao redor costumam prejudicar a qualidade da reunião porque causam ruídos que poluem o áudio geral da sala. Antes de iniciar a conversa deve-se testar e avaliar o som emitido por si, configurando a intensidade do microfone de acordo com a emissão de voz.

Se o participante não tiver acesso a um microfone mais adequado e precisar utilizar o microfone que vem embutido na câmera, ele deve ficar atento para ativar o seu áudio somente quando estiver falando, desativando-o em seguida. Caso seja necessário conversar com alguém fora da reunião por algum motivo, ou até mesmo realizar alguma ação de gere ruídos desagradáveis, o correto é desativar o áudio do microfone. Um exemplo que ilustra essa situação é quando a pessoa precisa tossir ou espirrar.

De modo geral deve-se ficar atento aos ruídos gerados por si durante as reuniões online porque o som é potencializado nesses casos. A solução é evitar as ações que geram ruídos ou desativar o áudio quando não se pode evitar. Ficar clicando a caneta, mascar chiclete, teclar muito forte, amassar papel, mexer o notebook, batidas na mesa são alguns casos de barulhos que podem perturbar os demais participantes da reunião. Desativar o áudio é uma opção que ajuda a evitar muitos problemas, porém é preciso estar sempre atento para não começar a falar e esquecer que está no modo mudo.

É educado que se espere a outra pessoa terminar de falar para que se inicie uma fala, sem interromper os outros. Enquanto um participante da reunião está falando, os demais devem ficar em silêncio, evitando responder “aham” a cada frase ou fazendo outras intervenções desnecessárias. Quando surge a necessidade de se fazer uma observação pontual sobre algo que está sendo dito, para que não se faça interrupções, pode-se utilizar de outros recursos como o chat ou de reações com status.

Aspectos técnicos

A escolha do software de videoconferência mais adequado para cada tipo de reunião online precisa considerar os objetivos da reunião, os recursos demandados e a quantidade de participantes envolvidos. Existem produtos mais simples que entregam basicamente a possibilidade de conversar por áudio e vídeo com um grupo pequeno de pessoas, sendo estes normalmente selecionados para conversas mais informais. E existem produtos mais robustos com uma variedade maior de ferramentas que permitem uma colaboração mais ativa entre os participantes, os quais, por sua vez, são selecionados para reuniões corporativas, realização de aulas, entre outras situações mais formais.

Nem tudo depende das atitudes dos envolvidos nas videoconferências ou da qualidade da plataforma escolhida para a reunião. Uma boa experiência de uso também depende de outros aspectos técnicos como a qualidade e o sinal da internet, a qualidade e capacidade dos equipamentos utilizados por cada participante. Redes sem fio instáveis geram muitos problemas nas videoconferências. Atente-se aos seus recursos e tenha consciência de que o resultado final é gerado por um conjunto de coisas agindo em sincronia, todas elas precisam estar funcionando da forma correta para que se tenha sucesso. Vale lembrar que manter o navegador atualizado faz com que a plataforma tenha um desempenho melhor. Em casos de conexões muito instáveis e com baixo sinal, talvez seja mais interessante desligar a transmissão por vídeo e permanecer apenas com o áudio.

Bom senso

No final das contas, tudo se resume a isso: bom senso. É preciso analisar e ter a capacidade de distinguir as diferentes situações e o grau de formalidade exigido em cada uma delas para que saibamos como nos comportar melhor em cada caso. O fato é que, independente da situação, respeito e educação com o próximo é sempre necessário. Por isso, cuidar das atitudes e da postura em uma conferência não é um esforço tão diferente do que temos que fazer em qualquer situação de convívio social do nosso dia-a-dia.

Agora que você já sabe o que fazer e como se comportar em uma videoconferência, experimente colocar tudo em prática e verifique por conta própria o progresso e a eficiência de suas reuniões.

Fonte: ELOS

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Os indicadores de desempenho que a indústria necessita

Os indicadores de desempenho industrial são fundamentais tanto para avaliar os processos atuais da planta quanto para desenvolver melhores estratégias no futuro.

Mensurar a qualidade dos produtos e dos processos, fazer controle de estoque e manter uma rotina de avaliação de alguns indicadores que servem como exemplos de KPIs (indicadores chave de desempenho) ajudam muito uma empresa na hora de tomar decisões que visam melhorar os resultados da sua planta.

Alguns desses KPIs são:

  • Tempo médio de fabricação;
  • Tempo de produção geral;
  • Tempo de preparação;
  • Satisfação de clientes;
  • Satisfação dos colaboradores.

São alguns exemplos de KPIs (indicadores chave de desempenho) que servem como uma bússola na hora de tomar decisões que visam melhorar os resultados da sua planta.

O planejamento estratégico da produção, com o objetivo de aumentar a capacidade produtiva e diminuir os possíveis desperdícios de recursos, bem como o desgaste das máquinas e as manutenções periódicas e corretivas são pontos de avaliação que podem e devem ser adicionados à sua base de dados para assim ser estabelecida uma rotina de análise.

Cada indústria tem o seu diferencial de processos e escolhe seguir por diferentes teorias da administração. Algumas criam a sua própria metodologia, baseada nas práticas que melhor se adaptam aos seus colaboradores, e desse ponto partimos para uma questão bem mais ampla.

3 Indicadores de desempenho fundamentais para sua planta

Associar indicadores de desempenho com “termômetros” é uma ótima analogia para esse assunto. A função destes indicadores é diagnosticar a situação da sua planta para a adaptação ou até mesmo a reestruturação de processos quando necessário.

Indicador OLE – Overall Labor Effectiveness

OLE é o indicador de Eficácia Geral do Trabalho, e sua função é analisar o resultado somado de três pilares da produtividade, sendo eles:

  • Disponibilidade: Indicador percentual do total do tempo trabalhado pelos colaboradores em relação ao que é produzido. Descansos não programados, por exemplo, diminuem esse resultado;
  • Desempenho: Mede quantas peças (ou entregas) foram produzidas em relação ao total previsto;
  • Qualidade: Indica o percentual da produção que não apresentou defeitos.

Com todos os percentuais em mãos, o cálculo de OLE é bem simples: Transformamos todos os resultados percentuais em números decimais e multiplicamos os três. O resultado é transformado em porcentagem novamente.

O cálculo então é feito como no exemplo: 0,85*0,96*0,98 = 0,79968, que, se arredondado, fica em 80% de OLE. Quanto mais alta for essa porcentagem, melhor será o seu indicador.

Indicador OTIF – On-time In-full

Se o primeiro indicador tem o seu foco voltado para dentro da empresa, o indicador OTIF tem o seu Norte no cliente. Esse parâmetro indica o desempenho, a qualidade e o nível de serviço do setor de logística da planta. A sigla, que está em inglês, forma a frase On-time In-full, e pode ser traduzida para algo como “No prazo, Na totalidade”.

No prazo significa que a empresa está cumprindo com o prazo acordado com o cliente e está fazendo as suas entregas conforme a programação. Na totalidade indica que nada faltou na entrega do produto e que todas as características exigidas foram atendidas.

Aqui no Blog do ERP, nós já abordamos esse indicador e preparamos um artigo completo falando somente sobre o OTIF, como fazer o cálculo e como otimizar esse indicador.

Indicador OEE – Overall Equipment Effectiveness

O indicador OEE é o demonstrativo da Eficiência Global dos Equipamentos da indústria. Nesse caso, fatores como a ociosidade dos equipamentos, o tempo dos processos e os possíveis retrabalhos gerados fornecem um panorama completo de todo o funcionamento da empresa.

Esse é um ótimo KPI para indicar o rumo da operação e se a entrega será acima ou abaixo da meta. Esse é um dos indicadores de desempenho mais utilizados em indústrias de manufatura, especialmente as que seguem um sistema de produção enxuta, como o lean manufacturing.

A análise de OEE é um pouco mais complexa, mas nós também temos um artigo completo sobre esse indicador aqui no nosso Blog, e lá você também vai entender como fazer o cálculo completo das variáveis.

A importância da qualidade de vida no trabalho

Se considerarmos que para uma indústria funcionar, os 2 fatores, colaboradores e máquinas, são a base do negócio, temos um cenário onde 50% da eficiência da indústria depende de equipamentos funcionando corretamente e os outros 50% da qualidade de vida no trabalho.

Portanto, é válido considerar que os indicadores de desempenho, por si só, não são garantia de melhoria para a sua planta. É necessário que haja investimento em recursos humanos com o objetivo de criar um ambiente funcional.

Cabe aqui um exemplo de análise científica e uma indicação de série com informações relevantes: 100 Humanos é uma série da Netflix onde 100 pessoas participam de vários testes cegos, entre esses testes, destacamos o episódio 05 da primeira temporada para referenciar a importância da autoestima do funcionário.

Nesse episódio, 100 pessoas foram testadas em uma situação que representava uma linha de produção. Ficou comprovado que as pessoas trabalham 10% a mais quando estão sob pressão, porém apresentam resultados piores nas suas tarefas quando são criticadas (improdutivamente) por sua performance. Em contrapartida, esse estudo provou matematicamente que nossos resultados são ainda melhores quando somos elogiados.

É interessante associar essas informações com uma teoria comumente abordada nas graduações de Administração: A pirâmide de Maslow, usada para ilustrar a “Teoria da motivação humana”, obra publicada por Abraham Maslow em 1954:

  A ideia dessa representação indica que: quanto mais as nossas necessidades básicas são preenchidas, mais o ser humano se sente completo para realizar as suas atividades.

A importância de medir o desempenho dos colaboradores é um processo complexo e variável. Contudo, podemos montar um panorama geral da indústria elencando 3 tipos de indicadores de desempenho que se encaixam na maioria dos processos fabris.

Para ter uma análise completa dos indicadores de desempenho da sua planta é necessário que as informações sejam muito bem armazenadas, facilmente acessadas e atualizadas. Nesse caso, um sistema de gestão é a melhor solução.

Fonte: ABC71

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Lean Manufacturing: como aplicar o BI na indústria

Estamos falando de um tipo de modelo em que o Business Intelligence se torna uma ferramenta indispensável

Nos últimos anos, as empresas do setor industrial se depararam com um desafio um tanto inglório: como recuperar um ritmo de crescimento ao mesmo tempo que era necessária implementar uma estratégia agressiva de redução de custos.

No Brasil, 2018 foi um ano abaixo das expectativas, em que o setor industrial registrou um crescimento de 1,8% até novembro de 2018, desacelerando em relação aos 2,6% de 2017.

Quanto ao objetivo de reduzir custos, com vista ao aumento de produtividade e receita, um dos conceitos mais comentados é o do Lean Manufaturing (manufatura “magra” ou enxuta, em inglês) e seus benefícios para a indústria.

Entretanto, implementar esse tipo de metodologia exige um grau elevado de comunicação interna, e um foco redobrado na gestão de dados. Estamos falando de um tipo de modelo onde o Business Intelligence (BI) se torna uma ferramenta indispensável.

No propósito de tornar a produção industrial mais enxuta, o BI é o elemento que leva a gestão para um novo nível, captando e tratando informações do chão de fábrica em tempo real. Assim, é possível identificar problemas ou anomalias, e tomar decisões com o máximo de agilidade.

O resultado disso é simples: gerenciamento de processos mais eficiente, com métricas precisas e organizadas para todas as etapas da produção. Se trata de criar vantagens competitivas para o negócio, maximizando a eficiência e eficácia organizacional.

Dentre estas vantagens, é possível elencar:

Eficácia: entregar produtos que tenham o máximo de valor para seus consumidores, a um preço justo, sendo que eles são produzidos com o menor custo possível.

Eficiência: acelerar o fluxo de caixa ao reduzir o tempo entre os gastos realizados para produzir e sua correspondente receita após as vendas.

É uma receita que tem resultados comprovados. Segundo um estudo feito em 2015 pela Aberdeen Group com empresas que usam o modelo Lean, todas tiveram um alto retorno sobre o investimento nesta mudança: elas tiveram ganhos de até 72% em receita, lucratividade e qualidade de produtos.

O setor de manufatura é hoje uma das verticais que mais gera dados no mundo. Com o grande número de equipamentos e controles usados no chão de fábrica, ficar na base da prancheta e anotações hoje é algo inviável.  Quando se fala em tomar decisões precisas para reduzir retrabalhos, ociosidade de máquinas, desperdícios e outros custos desnecessários – o que faz parte de uma estratégia Lean – uma ferramenta de BI se torna a chave para lidar com tantos fatores.

Para atingir estes resultados, um bom exemplo é o uso de dashboards. Eles são os monitores de como estão os indicadores de performance (KPIs) da operação. Eles trazem em tempo real as informações necessárias para saber como está o desempenho da produção, ajudando a identificar quando alguma ação corretiva deve ser tomada para manter os processos dentro do padrão desejado.

Hoje, o setor industrial tem à mão uma infinidade de ferramentas capazes de gerar informações de valor para a melhoria do negócio. Estamos falando de sensores, equipamentos inteligência e conectados, assim como a conectividade à internet – a muito comentada, mas ainda tímida no Brasil, Indústria 4.0.

Todos estes elementos podem ser reunidos e otimizados por meio de uma plataforma de BI. Ao estabelecer métricas e indicadores, fica mais fácil tomar as decisões adequadas para otimizar a operação no chão de fábrica, com menores custos e maior eficiência.

A vantagem competitiva que as empresas têm à mão ao combinar um modelo enxuto de produção com o uso de BI é uma oportunidade estratégia que toda empresa deve considerar. Se seus equipamentos e profissionais já geram ou trabalham com dados, é uma oportunidade de criar um sistema em que as decisões podem ser feitas em tempo real, cortando despesas e entregando resultados com uma eficiência inédita.

Integrados com os princípios do Lean Manufacturing, ferramentas de BI podem ser o gatilho para ter insights e ações com efeito direto nos resultados e ganhos de uma organização.

Autor: Douglas Scheibler

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