Business Intelligence: um grande aliado para fidelizar clientes

Fidelizar clientes já convertidos é muito mais barato do que investir na aquisição de novos clientes. Essa máxima do mercado muitos empresários já conhecem, mas nem sempre utilizam as melhores maneiras para colocar isso em prática.

Entretanto, à medida que os negócios estão cada vez mais focados em dados, o trabalho para personalizar a comunicação e investir na fidelização dos consumidores que já fazem parte de sua base de contatos está mais simples. Quanto mais sua empresa conhecer os clientes, melhores podem ser seus resultados.

Para ajudar nessa tarefa, soluções de Business Intelligence podem ser grandes aliados. Desde a mensuração de possíveis atritos e perdas, até insights para atrair clientes para novas compras, ferramentas de analytics podem ser o diferencial para tomar as melhores decisões para aproveitar esta base valiosa.

Os melhores dados

Analisar dados pelo simples negócio de analisar dados não se faz. As melhores estratégias de analytics se fazem em cima da qualidade dos dados, mas isso envolve o trabalho de mapear bem os perfis e comportamento dos clientes, assim como os processos internos da empresa.

Comece ao capturar o máximo de informações possível. Isso ajudará você a entender onde estão seus clientes, o quanto eles gastam, quais deles retornam, o tempo que eles levam para fazer uma nova compra e quais são os produtos que eles preferem.

Ao estabelecer estas informações importantes, com o apoio de uma ferramenta de BI você já pode extrair insights para tomar decisões mais concretas – dessa vez, com base em dados reais.

Quer um exemplo? No caso de um e-commerce, saber quais são os produtos preferidos de determinados clientes pode ser o ponto de partida para criar campanhas segmentadas de marketing, aumentando a chance deles voltarem para comprar uma segunda, terceira ou mais vezes, inclusive aumentando seu ticket médio.

Uma ferramenta de business intelligence pode entregar essas informações de forma simples e ágil para seus times de marketing e vendas, aumentando a sua assertividade na hora de reconquistar compradores.

Garantindo a satisfação

Como bem sabemos, nem sempre o pós-venda é algo tranquilo, já que problemas e devoluções podem atrapalhar a satisfação do consumidor. Por outro lado, usar uma estratégia de dados e analytics pode ser ajudar a transformar possíveis dores de cabeça em uma fonte de bons resultados.

De olho nos dados, é possível mapear pontos que menos satisfazem o cliente em relação ao serviço ou produto da sua empresa, aumentando as chances dele voltar para comprar mais. O frete está caro ou demora para chegar? Seu atendimento demora demais para fazer a troca de um produto indesejado ou defeituoso? Com base nos dados de logística, dos sistemas de atendimento ou do próprio feedback dos consumidores, é possível identificar e solucionar estas questões.

O uso de business intelligence para aumentar a satisfação do cliente também vale para a presença nas redes sociais e sites. A bem da verdade, uma boa ferramenta de BI pode ser um grande amigo em reunir informações pouco estruturadas de fontes como Twitter, Facebook, LinkedIn e até mesmo sites como o ReclameAqui, ajudando gestores a ver pontos fortes e outros onde eles podem ser melhorados para aumentar a fidelidade do consumidor.

Cuidar da fidelização dos clientes não precisa ser um processo de tentativa e erro. Com o apoio de ferramentas de BI, seu negócio aumenta as chances de reter clientes e transformá-los em compradores regulares. Em um mercado em que conquistar um novo cliente pode ser até cinco vezes mais caro do que manter um já existente, investir na excelência do serviço através da análise de dados é um ótimo caminho para faturar mais e melhor.

Fonte: COMPUTERWORLD

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10 ações para empresas diante de uma pandemia

Neste momento em que mais de 100 países procuram se preparar ou gerenciar os impactos de uma pandemia, muitas empresas desempenham ativamente suas responsabilidades diante de seus profissionais e da sociedade. Como protagonistas da economia e do ambiente de negócios, as organizações têm como responsabilidades básicas a boa condução dos negócios e o cuidado com seus funcionários. Face à atual pandemia global, a Deloitte acredita que, quanto maior a urgência, mais é necessário que regras sejam estabelecidas e seguidas para que os desafios sejam enfrentados com reflexão e resiliência.

O avanço contínuo do novo coronavírus levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a defini-lo como pandemia. Diante disso, neste momento, as empresas podem estar expostas a uma série de riscos estratégicos e operacionais, como atrasos ou interrupção do fornecimento de matérias-primas, mudanças nas demandas de clientes, aumento de custos, insuficiências logísticas que levam a atrasos em entregas, questões de saúde e segurança de funcionários, força de trabalho insuficiente e desafios referentes a importação e exportação de produtos.

Com base em nossas análises das principais práticas de empresas de todo o mundo em Planos de Continuidade de Negócios (BCP) e gerenciamento de grandes emergências de pneumonias infecciosas atípicas, Influenza H1N1, Febre Hemorrágica do Ebola e outras importantes doenças, recomendamos que as empresas coloquem em prática as 10 ações a seguir para lidar com as incertezas futuras:

  1. Estabelecer equipes de tomada de decisões de emergência
  • As empresas devem estabelecer imediatamente equipes de tomada de decisão para assuntos urgentes temporários, como uma “Equipe de Resposta a Emergências” ou um “Comitê de Gestão de Grandes Emergências” para definir os objetivos a serem alcançados e criar um plano de emergências, além de garantir que as decisões possam ser tomadas o mais rápido possível em diferentes situações;
  • Quanto aos membros desse comitê, a empresa deve avaliar seus próprios profissionais e, se necessário, trazer novos para adequar seus negócios às características regionais.
  1. Avaliar os riscos e esclarecer mecanismos de resposta a emergências, planos e divisão de trabalho
  • Muitas empresas já possuem “planos de contingência de emergências” ou “planos de sustentabilidade de negócios”, geralmente implementando-os imediatamente em caso de grandes emergências;
  • Se uma empresa não dispor de tais planos, ela deve fazer uma avaliação imediata e abrangente de todos os riscos, incluindo questões com funcionários, terceiros, governo, demais públicos externos e toda a sua cadeia logística. De acordo com a avaliação de riscos, a empresa deve responder a questões relacionadas ao espaço do escritório, planos de produção, compras, fornecimento e logística, segurança dos funcionários e capital financeiro, assim como cuidar de outros assuntos importantes relativos aos planos de emergência e divisão de trabalho.
  1. Estabelecer um mecanismo positivo de comunicação de informações para funcionários, clientes e fornecedores, e criar documentos de comunicação padronizados
  • É importante estabilizar cadeias logísticas de suprimentos e dar segurança a funcionários e parceiros externos, assim como fortalecer o gerenciamento de informações e serviços aos clientes para evitar uma visão negativa decorrente de negligência ou inconsistência;
  • Ao mesmo tempo, o sistema de informações existente na empresa deve ser usado para coletar, transmitir e analisar informações da pandemia e emitir imediatamente avisos de riscos.
  1. Manter o bem-estar físico e mental dos funcionários e analisar a natureza de diferentes negócios e trabalhos para assegurar a adequada retomada desses trabalhos
  • De acordo com a mais recente pesquisa de recursos humanos da Deloitte sobre respostas a epidemias, 82% das empresas acreditam que “condições de trabalho flexíveis” são essenciais para os profissionais. Recomendamos que empresas estabeleçam imediatamente mecanismos de férias e trabalho flexíveis, com o suporte de tecnologias, com parâmetros de trabalho não presencial e à distância durante períodos específicos;
  • Além disso, a empresa deve estabelecer um sistema de monitoramento de saúde dos funcionários e manter a confidencialidade das informações sobre a sua saúde;
  • As empresas devem garantir a segurança de ambientes de trabalho, limpando e desinfetando com rigor locais de trabalho de acordo com as exigências de gestão das autoridades sanitárias e de saúde pública nacionais e regionais em períodos de grande propagação de doenças infecciosas;
  • As empresas devem fortalecer a educação sobre segurança durante pandemias, estabelecer diretrizes de proteção pessoal para funcionários baseadas em fatos e aumentar a conscientização sobre segurança e prevenção de riscos.
  1. Foco em planos de resposta a riscos da cadeia logística de suprimentos
  • Grandes empresas geralmente providenciam com antecedência o uso de instalações de escritórios similares em outras regiões, que possuem a mesma capacidade de áreas afetadas, para que o trabalho na “área infectada” possa ser rapidamente retomado ou para que a produção não cesse devido à falta de capacidade ou de matérias-primas;
  • Na gestão de estoques, organizações devem considerar o prolongamento do ciclo de uso das mercadorias, causado pelo bloqueio de consumo, o aumento de custos financeiros associados e a pressão no fluxo de caixa. Ao mesmo tempo, em setores com longos ciclos de produção, organizações devem se preparar antecipadamente para a retomada do consumo com a redução da pandemia, para prevenir riscos de estoques insuficientes.
  1. Desenvolver soluções para riscos de conformidade e manutenção de relacionamento com clientes decorrentes da inabilidade de retomar a produção em curto prazo
  • Após um surto, organizações devem cooperar com clientes para entender mudanças do mercado e administrar o impacto da retomada;
  • Leis sobre o cumprimento de contratos civis e comerciais devem ser observadas, já que nem todos os não cumprimentos durante uma pandemia podem ser isentos de consequências legais;
  • As empresas devem identificar e avaliar os contratos cujo cumprimento pode ser afetado e prontamente avisar a parte relacionada para mitigar possíveis perdas, assim como avaliar se é necessário firmar um novo contrato e manter evidências para uso em possíveis processos civis.
  1. Prática de responsabilidade social e gerenciamento de partes interessadas e incorporação de estratégias de desenvolvimento sustentável às tomadas de decisão
  • As empresas devem seguir o planejamento e os planos de ação unificados do governo local;
  • A divulgação adequada de informações corporativas pode melhorar a imagem de uma empresa;
  • A mais importante prática é a de conseguir implementar responsabilidade corporativa social nos setores ambiental, social, econômico e de estabilidade de funcionários, assim como coordenar relações com a comunidade e fornecedores. É necessário avaliar o possível impacto e a duração da pandemia, ajustar planos e, quanto aos acionistas ou conselho diretivo, comunicar medidas propostas e resultados de avaliações.
  1. Criar um plano de gestão de dados dos profissionais, garantindo segurança e confidencialidade de informações
  • As empresas devem estabelecer bons mecanismos de gestão de dados de profissionais, terceirizados, fornecedores, parceiros e outros profissionais com os quais mantêm contato;
  • Também é necessário formular tempestivamente planos de resposta a emergências de segurança de informações para assegurar a estabilidade da operação. Oferecer suporte à distância e interno 24h por dia, 7 dias por semana, para garantir o monitoramento de computadores, servidores, redes, sistemas, aplicativos e outros recursos de informática e, assim, possibilitar que profissionais que trabalham à distância, e que os que trabalham internamente na empresa conduzam suas atividades;
  • As empresas também devem proteger a confidencialidade de dados pessoais e dados preliminares de exames clínicos, especialmente aqueles que são pacientes (sejam clientes ou colaboradores), controlar estritamente o acesso, a transmissão e o uso desses dados. Para dados médicos e clínicos, devem ser estabelecidos controles de acesso e níveis de proteção.
  1. As empresas precisam considerar ajustes em seus orçamentos e planos de implantação, planejamento de fluxo de caixa e mecanismos de notificação prévia para comércio internacional
  • Aconselhamos que as empresas fiquem atentas ao seu fluxo de caixa, ajustem o seu cronograma de recebimentos e pagamentos para garantir recursos de acordo com o ritmo de fornecedores e planos de trabalho dos funcionários;
  • Além disso, é necessário prestar muita atenção à situação de importações e exportações no comércio internacional, especialmente às mudanças repentinas ou desastres em locais de onde grande parte dos produtos se origina, o que afetará o comércio e poderá gerar grandes perdas também para a empresa. Para prevenir tais eventos, empresas devem estabelecer “plano de cenário” de emergência para fornecedores essenciais o mais rápido possível, o que pode incluir planos de hedgeutilizando contratos futuros, comércio internacional e transporte, além de fornecedores alternativos.
  1. Melhoria dos mecanismos de gestão de risco
  • O relatório da Pesquisa de Gestão de Risco Empresarial da Deloitte mostra que 76% dos gestores de risco acreditam que suas empresas poderiam responder de maneira eficiente  se uma grande emergência acontecesse amanhã. Mas só 49% das empresas desenvolveram manuais relevantes e fizeram testes prévios baseados em cenários de emergência, sendo que somente 32% das empresas conduziram exercícios de simulações de emergência ou treinamentos;
  • Entendemos que a maioria das empresas deve encarar eventos de risco inesperados a qualquer momento − não há dúvida de que eventos desse tipo irão acontecer, mas não há como prever sobre quando irão acontecer. As empresas devem estabelecer ou melhorar seus sistemas de gestão de risco para identificar os riscos-chave e desenvolver planos para mitigá-los. Fortalecer o sistema de gestão de riscos é tão importante quanto lidar com eventos negativos quando eles se concretizam.

Fonte: Deloitte Touche Tohmatsu

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Como iremos trabalhar no pós-pandemia

Descubra dados e insights sobre o futuro dos escritórios brasileiros

Da noite para o dia, muitas pessoas saíram dos escritórios e levaram o trabalho para casa. O modelo, nunca antes implementado em larga escala no país, desafiou a estrutura de trabalho tradicional e a colaboração entre as equipes.

Para entender mais e melhor essa transformação, a IDC Brasil, a pedido do Google Workspace, conversou com quase 900 funcionários de empresas brasileiras de diversos setores e tamanhos em busca de respostas para questões do tipo: como as pessoas se sentem nesse novo cenário? Como ficam as relações entre elas? Qual o papel da tecnologia nesse contexto?

O novo cenário imposto pela pandemia trouxe uma sensação generalizada de alta carga de trabalho. Não à toa, 62% dos entrevistados afirmaram ter trabalhado mais no período1. Por outro lado, há maior valorização sobre questões como não gastar tempo no deslocamento até o trabalho e a flexibilização dos horários durante a jornada.

Estamos longe, mas seguimos conectados

Os dados mostram também que, mesmo afastadas fisicamente, as pessoas seguem conectadas. Isso porque o trabalho remoto não significa trabalho isolado. Um dos caminhos encontrados pelas empresas para fazer tudo isso acontecer foi ampliar o uso das soluções de colaboração – aplicações tecnológicas com funções como criação e compartilhamento de arquivos, email corporativo, comunicação via texto ou vídeo, entre outras.

Segundo os entrevistados, a ação que melhor define a ideia de colaboração é a “criação de conteúdos compartilhados para serem trabalhados de maneira colaborativa”. Quem já fazia isso com frequência teve uma percepção maior de produtividade durante o novo cenário:

 

Essas descobertas em torno de carga de trabalho e produtividade possuem efeitos que já vêm sendo discutidos nas empresas desde antes da nova realidade, como a saúde mental, o bem-estar e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Por isso, é importante que as empresas busquem formas de encurtar a distância e estimular a colaboração entre as pessoas, mas que também estejam atentas aos sentimentos dos seus colaboradores.

E, afinal, qual o futuro do trabalho?

Nesse novo contexto, os números da pesquisa revelam que o formato híbrido passou a ser amplamente discutido e tem ganhado cada vez mais força e adesão de profissionais e empresas no Brasil. Isso acontece porque as pessoas entendem que o trabalho 100% remoto traz vantagens, sobretudo relacionadas ao tempo, mas desvantagens com relação a ausência de interações presenciais.

Hoje, ainda sob um contexto pandêmico, empresas brasileiras já parecem adotar o modelo híbrido como o seu principal formato de trabalho:

 

E quando olhamos adiante, essa escolha ganha cada vez mais força:

 

Colaborar como cultura da empresa

A tecnologia é importante para ajudar na transformação das relações de trabalho? Sim, mas não é o único fator relevante: a cultura tem grande importância. É preciso que as empresas tenham a colaboração em seu DNA e contem com um parceiro que também a tenha.

O Google Workspace pode ajudar nessa transformação através de uma solução de colaboração segura e completa. Empresas nativas digitais – amplamente conhecidas pela sua cultura de inovação, colaboração e agilidade – já fazem uso recorrente da solução de colaboração do Google: 13 das 16 empresas unicórnios brasileiras usam o Google Workspace, por exemplo2.

Assim como a transformação digital, a colaboração está sempre em evolução. Ela depende da cultura, das pessoas e das soluções em uso pelas empresas.

Acesse a pesquisa completa para conhecer mais sobre o perfil do trabalho nos escritórios brasileiros.

Autor: Alessandro Luz Product Marketing Manager Google Cloud

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Boas práticas na videoconferência

Reuniões, apresentações, aulas, conversas, entre outras atividades realizadas remotamente, através de videoconferência, são muito populares nos meios corporativos, acadêmicos e também nos meios mais informais. Com o auxílio de recursos tecnológicos as pessoas não precisam mais se deslocar para participar de eventos os quais permitem essa interação a distância.  Algumas pessoas já estão habituadas com esta forma de comunicação que utiliza, primariamente, áudio e vídeo, lidando com maior facilidade. Em contrapartida, há quem tenha pouca experiência e, ainda, diariamente muitas pessoas experimentam esses recursos pela primeira vez.

Não é uma regra, mas certamente a experiência ajuda no processo de evolução do bom uso das ferramentas e no senso de como devemos nos comportar diante das câmeras e dos microfones. Entretanto, mesmo os mais experientes às vezes deixam passar despercebidos alguns detalhes que fazem a diferença para uma melhor experiência de todos os envolvidos na videoconferência.

Pensando nisso, e visando auxiliar tanto os novatos quanto os mais experientes com as ferramentas, este guia de boas práticas em videoconferências foi criado. A seguir, apresentamos uma série de dicas e observações a serem consideradas para que essa experiência seja positiva, favorecendo a eficiência da reunião, da aula ou de qualquer que seja o evento realizado de forma remota.

Pontualidade

Assim como em qualquer outro compromisso, também devemos ser pontuais na videoconferência. No caso das reuniões online, a facilidade de acesso de qualquer lugar por meio de diversos dispositivos faz com que a pontualidade seja cobrada com ainda mais rigor, uma vez que depende apenas do comprometimento do participante que não precisa se deslocar. As reuniões são marcadas com antecedência justamente para que todos os participantes possam se organizar para estarem presentes no horário certo. O ideal é que se faça a conexão com antecedência, preparando e testando o áudio e o vídeo antes da reunião começar de fato.

Preparação prévia

Preparar-se com antecedência para utilizar a ferramenta escolhida para a reunião, aula ou para qualquer outra atividade realizada por videoconferência é uma forma de evitar problemas e desperdício de tempo. Especialmente quando se é o apresentador ou o responsável pela reunião, esse preparo prévio certamente fará a diferença. Treinar a dinâmica da plataforma, explorando os recursos e as ferramentas disponíveis, é imprescindível para que se possa tirar o melhor proveito dela e ter uma experiência positiva, fazendo render o encontro online.

Moderador

É aconselhável ter um responsável por moderar a conferência quando existe um número elevado de participantes na sala. Esta pessoa deve, inicialmente, fazer as apresentações necessárias e introduzir a pauta da reunião. Nos casos das aulas a distância esse papel é do professor ou do monitor. O moderador é quem vai dar continuidade a conversa em momentos de silêncio e vai coordenar quando cada pessoa pode falar em momentos mais tumultuados.

Ambiente ao redor do participante

Quando o participante da videoconferência utiliza vídeo, é recomendável que ele se certifique de que o ambiente ao seu redor esteja organizado de modo que não haja muita poluição visual. Deve-se observar se existem elementos inapropriados à situação aparecendo ao fundo, como imagens/gravuras, objetos íntimos, entre outros elementos que possam causar constrangimento aos outros participantes. É importante que se faça uma reflexão sobre o estilo da reunião online em questão para que se possa adequar o ambiente, se ela é mais descontraída e entre amigos, ou se trata de algo mais formal entre participantes com quem não se tenha muita intimidade, como colegas de trabalho, clientes, alunos e professores, entre outros.

Se possível, é válido tentar evitar a circulação excessiva de pessoas ao redor do participante em vídeo. Muita movimentação pode tirar a concentração dos demais participantes da reunião. Se o usuário estiver em um ambiente onde isso seja muito difícil de realizar, a câmera deve ser posicionada de modo que o movimento apareça de forma minimizada.

Vídeo

Antes de iniciar a reunião, deve-se testar a câmera e ajustar o enquadramento. A posição mais adequada da câmera é de frente para o participante e o ideal é que o mesmo fique centralizado na tela que está sendo capturada, dessa forma o foco será feito com maior facilidade pelo equipamento. Se a câmera não puder ficar posicionada bem de frente, é melhor dar preferência para uma leve inclinação de cima para baixo e evitar a posição de baixo para cima. A distância da câmera deve permitir que o participante ocupe uma boa parte da área capturada, exibindo a pessoa dos ombros para cima. Existe uma regra básica de fotografia sobre retratos de pessoas a qual aconselha nunca deixar as extremidades da imagem tocando nas articulações, pois esse erro gera uma imagem que causa estranhamento. O topo da cabeça pode ficar de fora do quadro para que se possa aproximar mais a imagem e dar destaque aos olhos e às expressões faciais. Se a câmera utilizada for a do notebook, é preciso que se tome cuidado com a posição da mesma e que não se faça alterações na posição da tela durante a reunião para que o enquadramento não seja prejudicado.

O principal aspecto a ser observado quando se fala em captura de imagem é a iluminação. De nada adianta estar bem equipado com câmeras de alta qualidade se a iluminação não estiver adequada. Quando for possível pode-se aproveitar a luz natural, desde que não seja uma luz muito excessiva. Em locais com várias opções de luzes é válido testar a melhor combinação, observando quais pontos de luz deixam a imagem do participante mais agradável. Quando a luz vem de cima e é muito forte, ela causa muitas sombras, marcando mais as expressões do rosto. A maioria das pessoas não gosta da imagem de si mesmo com esse tipo de iluminação. Normalmente, o efeito preferido é quando a fonte de iluminação vem da frente do rosto com uma luz mais suave, que não causa sombras muito marcadas.

Ao utilizar o recurso de compartilhamento de tela é preciso ter em mente que todos os participantes da videoconferência estarão vendo o que é exibido na tela do apresentador, logo, atente-se ao que está aberto em seu computador.

Postura

Sobre o comportamento diante da câmera, é importante que se tenha uma postura condizente com a reunião em pauta. Deve-se ter em mente que outras pessoas estarão observando a sua imagem, então procure demonstrar atenção ao que está sendo discutido e exibido na reunião. Evite abrir e-mails ou se voltar a outros assuntos alheios a reunião e esboçar reações a eles porque isso causa confusão e atrapalha a concentração dos outros participantes. Além disso, é muito chato quando alguém está apresentando algo ou falando e as outras pessoas estão dispersas.

Procure falar naturalmente com uma boa entonação de voz, sem excessos. Mantenha-se, preferencialmente, olhando para a câmera de modo que os demais integrantes tenham a sensação de que você está olhando para eles. Você também pode posicionar a câmera de tal forma que ela fique bem próxima da imagem dos demais participantes, assim você poderá olhar para eles enquanto conversa sem que seu olhar fique muito desviado da sua câmera. Não faça movimentos bruscos, permaneça com uma postura firme e movimente-se suavemente, evitando assim que ocorram distorções na tela. Dê preferência às roupas mais neutras e lisas, sem muitos detalhes ou estampas geométricas, como as listradas que causam oscilações no foco da câmera.

Áudio

O microfone é um equipamento fundamental por ser o responsável pela captação e transmissão do áudio. Dê preferência aos microfones que captam som localizado, desses que ficam próximos a boca do usuário. Os microfones que captam o som do ambiente ao redor costumam prejudicar a qualidade da reunião porque causam ruídos que poluem o áudio geral da sala. Antes de iniciar a conversa deve-se testar e avaliar o som emitido por si, configurando a intensidade do microfone de acordo com a emissão de voz.

Se o participante não tiver acesso a um microfone mais adequado e precisar utilizar o microfone que vem embutido na câmera, ele deve ficar atento para ativar o seu áudio somente quando estiver falando, desativando-o em seguida. Caso seja necessário conversar com alguém fora da reunião por algum motivo, ou até mesmo realizar alguma ação de gere ruídos desagradáveis, o correto é desativar o áudio do microfone. Um exemplo que ilustra essa situação é quando a pessoa precisa tossir ou espirrar.

De modo geral deve-se ficar atento aos ruídos gerados por si durante as reuniões online porque o som é potencializado nesses casos. A solução é evitar as ações que geram ruídos ou desativar o áudio quando não se pode evitar. Ficar clicando a caneta, mascar chiclete, teclar muito forte, amassar papel, mexer o notebook, batidas na mesa são alguns casos de barulhos que podem perturbar os demais participantes da reunião. Desativar o áudio é uma opção que ajuda a evitar muitos problemas, porém é preciso estar sempre atento para não começar a falar e esquecer que está no modo mudo.

É educado que se espere a outra pessoa terminar de falar para que se inicie uma fala, sem interromper os outros. Enquanto um participante da reunião está falando, os demais devem ficar em silêncio, evitando responder “aham” a cada frase ou fazendo outras intervenções desnecessárias. Quando surge a necessidade de se fazer uma observação pontual sobre algo que está sendo dito, para que não se faça interrupções, pode-se utilizar de outros recursos como o chat ou de reações com status.

Aspectos técnicos

A escolha do software de videoconferência mais adequado para cada tipo de reunião online precisa considerar os objetivos da reunião, os recursos demandados e a quantidade de participantes envolvidos. Existem produtos mais simples que entregam basicamente a possibilidade de conversar por áudio e vídeo com um grupo pequeno de pessoas, sendo estes normalmente selecionados para conversas mais informais. E existem produtos mais robustos com uma variedade maior de ferramentas que permitem uma colaboração mais ativa entre os participantes, os quais, por sua vez, são selecionados para reuniões corporativas, realização de aulas, entre outras situações mais formais.

Nem tudo depende das atitudes dos envolvidos nas videoconferências ou da qualidade da plataforma escolhida para a reunião. Uma boa experiência de uso também depende de outros aspectos técnicos como a qualidade e o sinal da internet, a qualidade e capacidade dos equipamentos utilizados por cada participante. Redes sem fio instáveis geram muitos problemas nas videoconferências. Atente-se aos seus recursos e tenha consciência de que o resultado final é gerado por um conjunto de coisas agindo em sincronia, todas elas precisam estar funcionando da forma correta para que se tenha sucesso. Vale lembrar que manter o navegador atualizado faz com que a plataforma tenha um desempenho melhor. Em casos de conexões muito instáveis e com baixo sinal, talvez seja mais interessante desligar a transmissão por vídeo e permanecer apenas com o áudio.

Bom senso

No final das contas, tudo se resume a isso: bom senso. É preciso analisar e ter a capacidade de distinguir as diferentes situações e o grau de formalidade exigido em cada uma delas para que saibamos como nos comportar melhor em cada caso. O fato é que, independente da situação, respeito e educação com o próximo é sempre necessário. Por isso, cuidar das atitudes e da postura em uma conferência não é um esforço tão diferente do que temos que fazer em qualquer situação de convívio social do nosso dia-a-dia.

Agora que você já sabe o que fazer e como se comportar em uma videoconferência, experimente colocar tudo em prática e verifique por conta própria o progresso e a eficiência de suas reuniões.

Fonte: ELOS

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Os indicadores de desempenho que a indústria necessita

Os indicadores de desempenho industrial são fundamentais tanto para avaliar os processos atuais da planta quanto para desenvolver melhores estratégias no futuro.

Mensurar a qualidade dos produtos e dos processos, fazer controle de estoque e manter uma rotina de avaliação de alguns indicadores que servem como exemplos de KPIs (indicadores chave de desempenho) ajudam muito uma empresa na hora de tomar decisões que visam melhorar os resultados da sua planta.

Alguns desses KPIs são:

  • Tempo médio de fabricação;
  • Tempo de produção geral;
  • Tempo de preparação;
  • Satisfação de clientes;
  • Satisfação dos colaboradores.

São alguns exemplos de KPIs (indicadores chave de desempenho) que servem como uma bússola na hora de tomar decisões que visam melhorar os resultados da sua planta.

O planejamento estratégico da produção, com o objetivo de aumentar a capacidade produtiva e diminuir os possíveis desperdícios de recursos, bem como o desgaste das máquinas e as manutenções periódicas e corretivas são pontos de avaliação que podem e devem ser adicionados à sua base de dados para assim ser estabelecida uma rotina de análise.

Cada indústria tem o seu diferencial de processos e escolhe seguir por diferentes teorias da administração. Algumas criam a sua própria metodologia, baseada nas práticas que melhor se adaptam aos seus colaboradores, e desse ponto partimos para uma questão bem mais ampla.

3 Indicadores de desempenho fundamentais para sua planta

Associar indicadores de desempenho com “termômetros” é uma ótima analogia para esse assunto. A função destes indicadores é diagnosticar a situação da sua planta para a adaptação ou até mesmo a reestruturação de processos quando necessário.

Indicador OLE – Overall Labor Effectiveness

OLE é o indicador de Eficácia Geral do Trabalho, e sua função é analisar o resultado somado de três pilares da produtividade, sendo eles:

  • Disponibilidade: Indicador percentual do total do tempo trabalhado pelos colaboradores em relação ao que é produzido. Descansos não programados, por exemplo, diminuem esse resultado;
  • Desempenho: Mede quantas peças (ou entregas) foram produzidas em relação ao total previsto;
  • Qualidade: Indica o percentual da produção que não apresentou defeitos.

Com todos os percentuais em mãos, o cálculo de OLE é bem simples: Transformamos todos os resultados percentuais em números decimais e multiplicamos os três. O resultado é transformado em porcentagem novamente.

O cálculo então é feito como no exemplo: 0,85*0,96*0,98 = 0,79968, que, se arredondado, fica em 80% de OLE. Quanto mais alta for essa porcentagem, melhor será o seu indicador.

Indicador OTIF – On-time In-full

Se o primeiro indicador tem o seu foco voltado para dentro da empresa, o indicador OTIF tem o seu Norte no cliente. Esse parâmetro indica o desempenho, a qualidade e o nível de serviço do setor de logística da planta. A sigla, que está em inglês, forma a frase On-time In-full, e pode ser traduzida para algo como “No prazo, Na totalidade”.

No prazo significa que a empresa está cumprindo com o prazo acordado com o cliente e está fazendo as suas entregas conforme a programação. Na totalidade indica que nada faltou na entrega do produto e que todas as características exigidas foram atendidas.

Aqui no Blog do ERP, nós já abordamos esse indicador e preparamos um artigo completo falando somente sobre o OTIF, como fazer o cálculo e como otimizar esse indicador.

Indicador OEE – Overall Equipment Effectiveness

O indicador OEE é o demonstrativo da Eficiência Global dos Equipamentos da indústria. Nesse caso, fatores como a ociosidade dos equipamentos, o tempo dos processos e os possíveis retrabalhos gerados fornecem um panorama completo de todo o funcionamento da empresa.

Esse é um ótimo KPI para indicar o rumo da operação e se a entrega será acima ou abaixo da meta. Esse é um dos indicadores de desempenho mais utilizados em indústrias de manufatura, especialmente as que seguem um sistema de produção enxuta, como o lean manufacturing.

A análise de OEE é um pouco mais complexa, mas nós também temos um artigo completo sobre esse indicador aqui no nosso Blog, e lá você também vai entender como fazer o cálculo completo das variáveis.

A importância da qualidade de vida no trabalho

Se considerarmos que para uma indústria funcionar, os 2 fatores, colaboradores e máquinas, são a base do negócio, temos um cenário onde 50% da eficiência da indústria depende de equipamentos funcionando corretamente e os outros 50% da qualidade de vida no trabalho.

Portanto, é válido considerar que os indicadores de desempenho, por si só, não são garantia de melhoria para a sua planta. É necessário que haja investimento em recursos humanos com o objetivo de criar um ambiente funcional.

Cabe aqui um exemplo de análise científica e uma indicação de série com informações relevantes: 100 Humanos é uma série da Netflix onde 100 pessoas participam de vários testes cegos, entre esses testes, destacamos o episódio 05 da primeira temporada para referenciar a importância da autoestima do funcionário.

Nesse episódio, 100 pessoas foram testadas em uma situação que representava uma linha de produção. Ficou comprovado que as pessoas trabalham 10% a mais quando estão sob pressão, porém apresentam resultados piores nas suas tarefas quando são criticadas (improdutivamente) por sua performance. Em contrapartida, esse estudo provou matematicamente que nossos resultados são ainda melhores quando somos elogiados.

É interessante associar essas informações com uma teoria comumente abordada nas graduações de Administração: A pirâmide de Maslow, usada para ilustrar a “Teoria da motivação humana”, obra publicada por Abraham Maslow em 1954:

  A ideia dessa representação indica que: quanto mais as nossas necessidades básicas são preenchidas, mais o ser humano se sente completo para realizar as suas atividades.

A importância de medir o desempenho dos colaboradores é um processo complexo e variável. Contudo, podemos montar um panorama geral da indústria elencando 3 tipos de indicadores de desempenho que se encaixam na maioria dos processos fabris.

Para ter uma análise completa dos indicadores de desempenho da sua planta é necessário que as informações sejam muito bem armazenadas, facilmente acessadas e atualizadas. Nesse caso, um sistema de gestão é a melhor solução.

Fonte: ABC71

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Lean Manufacturing: como aplicar o BI na indústria

Estamos falando de um tipo de modelo em que o Business Intelligence se torna uma ferramenta indispensável

Nos últimos anos, as empresas do setor industrial se depararam com um desafio um tanto inglório: como recuperar um ritmo de crescimento ao mesmo tempo que era necessária implementar uma estratégia agressiva de redução de custos.

No Brasil, 2018 foi um ano abaixo das expectativas, em que o setor industrial registrou um crescimento de 1,8% até novembro de 2018, desacelerando em relação aos 2,6% de 2017.

Quanto ao objetivo de reduzir custos, com vista ao aumento de produtividade e receita, um dos conceitos mais comentados é o do Lean Manufaturing (manufatura “magra” ou enxuta, em inglês) e seus benefícios para a indústria.

Entretanto, implementar esse tipo de metodologia exige um grau elevado de comunicação interna, e um foco redobrado na gestão de dados. Estamos falando de um tipo de modelo onde o Business Intelligence (BI) se torna uma ferramenta indispensável.

No propósito de tornar a produção industrial mais enxuta, o BI é o elemento que leva a gestão para um novo nível, captando e tratando informações do chão de fábrica em tempo real. Assim, é possível identificar problemas ou anomalias, e tomar decisões com o máximo de agilidade.

O resultado disso é simples: gerenciamento de processos mais eficiente, com métricas precisas e organizadas para todas as etapas da produção. Se trata de criar vantagens competitivas para o negócio, maximizando a eficiência e eficácia organizacional.

Dentre estas vantagens, é possível elencar:

Eficácia: entregar produtos que tenham o máximo de valor para seus consumidores, a um preço justo, sendo que eles são produzidos com o menor custo possível.

Eficiência: acelerar o fluxo de caixa ao reduzir o tempo entre os gastos realizados para produzir e sua correspondente receita após as vendas.

É uma receita que tem resultados comprovados. Segundo um estudo feito em 2015 pela Aberdeen Group com empresas que usam o modelo Lean, todas tiveram um alto retorno sobre o investimento nesta mudança: elas tiveram ganhos de até 72% em receita, lucratividade e qualidade de produtos.

O setor de manufatura é hoje uma das verticais que mais gera dados no mundo. Com o grande número de equipamentos e controles usados no chão de fábrica, ficar na base da prancheta e anotações hoje é algo inviável.  Quando se fala em tomar decisões precisas para reduzir retrabalhos, ociosidade de máquinas, desperdícios e outros custos desnecessários – o que faz parte de uma estratégia Lean – uma ferramenta de BI se torna a chave para lidar com tantos fatores.

Para atingir estes resultados, um bom exemplo é o uso de dashboards. Eles são os monitores de como estão os indicadores de performance (KPIs) da operação. Eles trazem em tempo real as informações necessárias para saber como está o desempenho da produção, ajudando a identificar quando alguma ação corretiva deve ser tomada para manter os processos dentro do padrão desejado.

Hoje, o setor industrial tem à mão uma infinidade de ferramentas capazes de gerar informações de valor para a melhoria do negócio. Estamos falando de sensores, equipamentos inteligência e conectados, assim como a conectividade à internet – a muito comentada, mas ainda tímida no Brasil, Indústria 4.0.

Todos estes elementos podem ser reunidos e otimizados por meio de uma plataforma de BI. Ao estabelecer métricas e indicadores, fica mais fácil tomar as decisões adequadas para otimizar a operação no chão de fábrica, com menores custos e maior eficiência.

A vantagem competitiva que as empresas têm à mão ao combinar um modelo enxuto de produção com o uso de BI é uma oportunidade estratégia que toda empresa deve considerar. Se seus equipamentos e profissionais já geram ou trabalham com dados, é uma oportunidade de criar um sistema em que as decisões podem ser feitas em tempo real, cortando despesas e entregando resultados com uma eficiência inédita.

Integrados com os princípios do Lean Manufacturing, ferramentas de BI podem ser o gatilho para ter insights e ações com efeito direto nos resultados e ganhos de uma organização.

Autor: Douglas Scheibler

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BUSINESS INTELLIGENCE – quais a vantagens

Se pudéssemos buscar, rapidamente, os termos de tecnologia mais procurados, com certeza acharíamos entre os primeiros colocados as palavras “business intelligence”. No português, inteligência de negócios, esse termo refere-se ao processo de coleta, organização, compartilhamento, análise e monitoramento de dados que ajudam na gestão dos negócios, trazendo mais inteligência para o mercado como um todo.

De forma geral, as metodologias que envolvem esse conceito reúnem e transformam um enorme volume de dados, sejam eles coletados interna ou externamente, de forma própria ou por terceiros, em informações úteis para tomada de decisões mais estratégicas.

Se parássemos a explicação por aí, já parece ser algo extremamente relevante para qualquer negócio, não é mesmo? Mas fica ainda melhor quando ressaltamos que todas essas etapas, desde a coleta até o monitoramento, acontecem de forma ágil e automatizada, justamente para otimizar processos e reduzir o tempo na tomada de ação.

MAS VOCÊ DEVE ESTAR SE PERGUNTANDO, COMO ISSO É FEITO?

A partir de técnicas analíticas que envolvem, entre outros processos, normalização, enriquecimento e cruzamentos de dados, o BI é capaz de encontrar padrões, tendências e comportamentos que podem ser interpretados como melhorias em fluxos operacionais, otimização de estratégias e vários outros indicadores esquecidos no dia a dia de uma empresa.

Mas, agora que você já sabe o que business intelligence significa, vamos entender quais são as vantagens de implementar inteligência de mercado dentro da sua empresa. Acompanhe!

GERENCIE TODAS AS SUAS INFORMAÇÕES

Lidar com tanta informação gerada pela sua operação é sempre um problema? Saiba que isso acontece com todas as empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes. Os sistemas de business intelligence facilitam e incentivam o uso de dados nas tomadas de decisão ao reunirem, em um só lugar, dados que serão posteriormente transformados em ações não só pela diretoria, mas também pela operação no dia a dia.

OBTENHA INDICADORES DE DESEMPENHO

Trazer inteligência de mercado para dentro da sua empresa significa gerar indicadores para suas rotinas e processos, mensurando de forma adequada a performance e o resultados de cada área. Isso inclui, inclusive, avaliar a produtividade dos seus funcionários para pensar em escalas e fluxos de trabalho mais inteligentes, que vão de encontro com os objetivos da organização.

Além disso, ao ter acesso à tabelas, gráficos, cálculos e estatísticas atualizados automaticamente, você conseguirá compreender alterações e projeções nos índices de venda, crescimento de mercado, desempenho de equipes, e muito mais.

DETECTE ERROS

Certamente todas as rotinas corporativas apresentam falhas que muitas vezes são deixadas de lado. Com o tempo, isso acaba atrapalhando o andamento dos processos, impactando diretamente nos custos e nos resultados da empresa. Investir em BI é uma forma de localizar de forma ágil e precisa esses erros, sem que eles precisem tomar proporções enormes para serem notados.

MELHORE A EXPERIÊNCIA DOS SEUS CLIENTES

O BI consegue fazer com que você melhore a experiência do seu cliente de duas maneiras distintas, mas complementares. A primeira é através dos processos internos que, quando eficientes, refletem positivamente nas suas entregas, seja através da qualidade ou rapidez.

A segunda maneira está ligada principalmente ao atendimento e canais digitais. Muitas empresas não acompanham as ações dos usuários em seus sites, ou a forma como os seus clientes estão sendo atendidos, ficando sem saber os reais motivos por ganhar ou perder oportunidades de negócio. Usando business intelligence é possível acompanhar os dados de venda e pós venda para aperfeiçoar o atendimento e identificar todas as estratégias necessárias para fidelização.

AUMENTE SUA COMPETITIVIDADE

Não tem como aumentar suas vendas sem aumentar a competitividade. E ter uma vantagem competitiva passa a ser muito fácil ao colocar em prática todos os outros itens citados acima, já que agora a empresa tem uma visão holística de todos os seus processos.

Além disso, o business intelligence está diretamente ligado às vendas afinal, sem ele, só resta para os vendedores usar o “feeling” para tomar decisões. O BI analisa os clientes e o período das transições dentro do funil de vendas, trazendo mais clareza sobre o que está funcionando melhor e direcionando esforços e dinheiro.

Fonte: Mercado & Tendências

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O método AGILE pode ajudar no home office

Scrum e suas derivações como Sprint Planning, Daily Meetings, Sprint Retrospective e Feedbacks estão entre as ferramentas úteis na organização do trabalho remoto

Com as medidas de segurança tomadas em várias estâncias, o home office tornou-se uma dinâmica de trabalho relevante. No entanto, para muitas empresas, atuar sob essa condição ainda é um desafio e alguns tipos de metodologias podem ser úteis. A pedido de Meio & Mensagem, Milena Fonseca, head de inovação e novos negócios da ACE, indica algumas ferramentas importantes a serem utilizadas em home office como o Scrum e suas derivações: Sprint Planning, Daily Meetings, Sprint Retrospective e Feedbacks.

O que é Scrum? Framework de gerenciamento de projetos dividido em ciclos

Scrum – “O Scrum parte da segmentação do tempo total de projeto em Sprints, que devem sempre ter a mesma duração para que possamos comparar a performance do time no decorrer do tempo. Elas começam com o Sprint Planning, planejamento no qual é sempre importante que o time relembre a meta anual a ser batida — e aqui é uma boa maneira de sempre lembrar que existe um objetivo maior para amarrar os colaboradores a longo prazo, principalmente neste momento de trabalho remoto.”

Os ciclos: são de 2 a 4 semanas e chamados de sprints que podem ser adaptados de acordo com o projeto

Daily Meetings – “Um dos principais segredos não citados do scrum é a importância das Daily Meetings, reuniões diárias de até 15 minutos nas quais os colaboradores relatam, brevemente, o que fizeram para bater a meta, o que farão hoje e se existe alguma barreira impedindo-os de realizarem suas atividades. A comunicação constante é imprescindível para o bom funcionamento de equipes ou squads. Mas não é necessário fazer um diário de bordo, com todas as atividades realizadas, mas sim um relato das atividades-chave diretamente relacionadas a metas e entregas.”

Transparência Remota – “Um dos principais valores do scrum é a transparência e isto não pode ser deixado de lado quando falamos de times remotos. A Srint Retrospective é uma forte ferramenta quando falamos de teambuilding (mesmo em times remotos) e desenvolvimento de pessoas. Ela consiste em um feedback franco entre todos os membros da equipe, trazendo pontos positivos na performance e pontos de melhoria, além de um compromisso social de cada um com o foco em desenvolver um dos pontos de melhoria (somado a um indicador para mensurar isto).”

Fonte: Meio & Mensagem

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Ingerir café todos os dias pode mudar a estrutura do seu cérebro, diz estudo

 Pesquisa da Universidade de Basileia mostra mudança na massa cinzenta após 10 dias de consumo diário de cafeína. Sono de participantes, porém, não foi afetado

Segundo estudo, cafeína equivalente a uma xícara diária de café pode alterar o volume da massa cinzenta no cérebro.

Um novo estudo publicado na revista Cerebral Cortex, conduzido por cientistas da Universidade de Basileia, na Suíça, traz conclusões surpreendentes sobre o consumo diário de cafeína. Os pesquisadores afirmam que beber o equivalente a uma xícara de café por dia pode alterar o volume da massa cinzenta no cérebro de uma pessoa por algum tempo. Por outro lado, também sugerem que o consumo da mesma quantidade da bebida não parece ter efeito na qualidade do sono, contradizendo uma crença popular.

Para conduzir o experimento, os pesquisadores recrutaram 20 voluntários saudáveis, todos habituados a beber café diariamente. Por dez dias, eles foram instruídos a tomar três cápsulas de cafeína de 150 miligramas por dia, enquanto se abstinham de todas as outras fontes de cafeína. O protocolo, depois, foi repetido por mais dez dias, nos quais os participantes receberam comprimidos de placebo.

Ao final de cada período de dez dias, os autores do estudo escanearam os cérebros dos participantes usando imagens de ressonância magnética funcional (fMRI), ao mesmo tempo que mediam sua atividade cerebral enquanto dormiam. Os resultados indicaram que os volumes de massa cinzenta diminuíram após o uso regular de cafeína, mas aumentaram após dez dias de abstinência.

“Nossos resultados não significam necessariamente que o consumo de cafeína tenha um impacto negativo no cérebro”, diz um dos autores do estudo, a Dra. Carolin Reichert, do Centro de Cronologia de Basileia, em comunicado.

“Mas o consumo diário de cafeína evidentemente afeta nosso ‘hardware’ cognitivo, o que por si só deveria dar origem a mais estudos”, acrescentou Reichert. Ela lembra que, no passado, os efeitos da cafeína na saúde foram investigados principalmente em pacientes com algum problema de saúde, mas também há a necessidade de pesquisas do tipo em indivíduos saudáveis.

A cafeína não está presente apenas no café, mas também em refrigerantes à base de cola e bebidas energéticas – condição que a torna a substância psicoativa mais consumida no mundo.

Massa cinzenta

A massa cinzenta se refere às partes do sistema nervoso central compostas principalmente pelos corpos celulares das células nervosas, enquanto a substância branca compreende principalmente as vias neurais, as longas extensões das células nervosas.

O estudo constatou alterações da massa cinzenta durante o período de consumo de cafeína. Após 10 dias de placebo – ou seja, “abstinência de cafeína” – o volume da substância cinzenta foi maior do que após o mesmo período de tempo com cápsulas do estimulante.

Os pesquisadores, porém, também concluíram que essas mudanças parecem ser temporárias e que apenas dez dias de abstinência da substância estimulante são suficientes para reverter o efeito. Depois desse período, o volume da massa cinzenta se regenerou significativamente entre os participantes.

“As mudanças na morfologia do cérebro parecem temporárias, mas até agora faltaram comparações sistemáticas entre os que bebem café e aqueles que geralmente consomem pouca ou nenhuma cafeína”, observa Reichert.

As mudanças na massa cinzenta foram particularmente perceptíveis no lobo temporal medial direito, que contém estruturas-chave, como o hipocampo, para-hipocampo e giro fusiforme, e está associado à função de memória.

Para analisar o impacto dessas mudanças, os pesquisadores pediram aos participantes que completassem uma série de tarefas de memória e descobriram que eles geralmente se saíam melhor após se abster de cafeína por dez dias do que depois de consumir o estimulante.

Sono não foi afetado no estudo

Se por um lado as alterações na massa cinzenta ficaram nítidas no estudo, por outro a comparação de dados revelou que a profundidade do sono dos participantes foi igual, independentemente de terem tomado a cafeína ou as cápsulas de placebo.

Segundo o autores, a atividade de ondas lentas (SWA, sigla de slow wave activity) durante o sono não foi completamente afetada pelo consumo de cafeína ou pelas mudanças no volume da massa cinzenta. Isso foi considerado uma surpresa, já que muitas pessoas relatam sono interrompido após a ingestão de cafeína.

Embora o café seja comumente utilizado para se permanecer acordado, os dados não sugerem uma ligação entre a profundidade do sono durante a ingestão diária de cafeína e as mudanças na morfologia cerebral.

FONTE: CNN Brasil

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Inteligência de decisão – o novo Business Intelligence

Sistemas e estratégias de BI estão sendo aumentados com IA e machine learning para fornecer contexto de tomada de decisão

As plataformas de Business Intelligence (BI) estão evoluindo. Ao adicionar inteligência artificial e machine learning, as empresas estão transformando data dashboards e business analytics em plataformas de suporte para decisões mais abrangentes. Esse movimento em direção à “inteligência de decisão” vê sua combinação sofisticada de ferramentas cada vez mais incorporada aos fluxos de trabalho corporativos, quando e onde os tomadores de decisão mais precisam delas.

“Inteligência de decisão é a capacidade da empresa de processar grandes quantidades de dados para tomar decisões”, diz Nicole France, Analista da Constellation Research. “É a mesma coisa que a inteligência de negócios faria, mas acessível em toda a empresa”.

Alguns dos exemplos mais visíveis de inteligência de decisão em ação são os mecanismos de recomendação, que usam analytics para prever quais produtos os consumidores achariam mais apropriados ou quais filmes eles deveriam assistir em seguida. Ferramentas como essas fornecem contexto e opções pertinentes para ajudar as pessoas a tomar melhores decisões, diz France, acrescentando que dashboards e analytics das ferramentas tradicionais de BI ainda são valiosas, mas a inteligência de decisão é mais acessível e relevante.

“Para as pessoas na linha de frente, o contexto é importante”, diz ela. “E há um grau de complexidade que é difícil de acertar. O objetivo é apresentar as coisas de uma forma clara e fácil de entender, para que as pessoas possam entender algumas análises complexas e tomar uma decisão rapidamente”. 

O caso para inteligência de decisão

A pandemia de Covid-19 acelerou as transformações digitais em quase todos os setores da economia global – e a IA está cada vez mais no centro disso. Mais de 95% das empresas pesquisadas pela 451 Research consideram a IA importante para a transformação digital – e 65% dizem que é muito importante.

De acordo com a pesquisa, divulgada no final de janeiro, a adoção de IA aumentou 9 pontos percentuais no ano passado nos EUA em comparação com o ano anterior, com apenas 28% das empresas dizendo que desaceleraram as iniciativas de IA como resultado da pandemia.

E um campo-chave onde a IA está se popularizando é o Data & Analytics. De acordo com uma pesquisa de 2021 com desenvolvedores de software e líderes de TI do RealBI, 41% das empresas viram um aumento nas solicitações de acesso a dados e analytics, sendo um dos principais motivos para permitir que os usuários tomem decisões baseadas em dados. Além disso, a pesquisa mostrou um maior interesse em incorporar o machine learning em analytics software ou dashboards, com quase 16% planejando adicionar a tecnologia em um futuro próximo, contra 6% das empresas que o fazem atualmente.

Tal como a adição de IA ou machine learning a uma plataforma de inteligência de negócios permite que ela evolua para uma plataforma de inteligência de decisão, fornecendo contexto, previsões e recomendações quando e onde o tomador de decisão precisar.

De acordo com o Gartner, mais de um terço das grandes organizações terão analistas praticando inteligência de decisão até 2023.

A empresa de pesquisa define “inteligência de decisão” como uma estrutura que permite aos líderes de dados e analytics projetar modelos de decisão e processos no contexto de resultados de negócios e comportamento. Na prática, isso significa que a inteligência de decisão usa analytics para ajudar funcionários, clientes ou parceiros de negócios a tomar decisões, oferecendo-lhes dados, análises e previsões quando e onde precisam.

À medida que a inteligência de decisão se torna uma parte central dos processos de negócios, as decisões são tomadas de forma mais rápida, fácil e econômica do que antes.

Casos de uso para inteligência de decisão

A segurança cibernética é uma área em que as pessoas precisam tomar decisões com base em grandes quantidades de dados em movimento rápido, com muito risco potencial para suas empresas. Aqui, a IA e o ML podem ajudar os analistas de segurança a tomar melhores decisões, como mostra a empresa de rede Cato Networks.

“Usamos IA e ML intensivamente para várias atividades na Cato”, diz Avidan Avraham, Líder da Equipe de Pesquisa da empresa. “Por exemplo, construímos um modelo de reputação que usa todas as informações que temos sobre um domínio ou endereço de IP. Com base em dados de rede interna e dados de inteligência de código aberto, ele prevê a probabilidade de ser malicioso”.

Isso significa que os analistas que caçam ameaças podem priorizar suas investigações, diz ele.

Cato construiu sua própria tecnologia para fazer isso, usando o Amazon Elastic MapReduce para treinar seus modelos. A empresa já usa o sistema há mais de um ano, diz Avraham, com bons resultados e um baixo índice de falsos positivos. “Ele está incorporado ao fluxo de trabalho de nossos analistas”, diz ele. “Antes de construirmos essa tecnologia, costumávamos fazer a análise manualmente, então, obviamente, é um processo muito mais rápido agora”.

A inteligência de decisão também pode ajudar as empresas a serem mais consistentes. Considere, por exemplo, um funcionário do banco que toma uma decisão de aprovação de um empréstimo.

“O que acontece em muitos casos quando indivíduos estão envolvidos é que cada indivíduo tem uma formação diferente”, diz Anand Rao, Sócio e Líder Global de IA da PricewaterhouseCoopers.

Existem maneiras pelas quais as empresas tentam alcançar consistência, como com treinamento, mas fatores externos ainda entram em jogo. Se um agente de crédito está tendo um dia ruim, por exemplo. Aqui, as ferramentas de inteligência de decisão podem fornecer contexto e recomendações para ajudar a criar mais consistência nos processos de negócios.

Os aplicativos de inteligência de decisão em outros domínios corporativos, incluindo gerenciamento de relacionamento com o cliente e ferramentas de vendas, também estão crescendo – e não é surpresa, dada a promessa de emparelhar inteligência humana com IA para aumentar o processo de tomada de decisão.

Fonte: IT MIDIA

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